quinta-feira, 17 de agosto de 2017

"O QUARTO MÁGICO", DE SARAH ADDISON ALLEN

9 de agosto de 2017 - 22h30

Terminei agorinha mesmo a leitura do maravilhoso livro "O Quarto Mágico", escrito pela autora americana Sarah Addison Allen, e não consegui esperar nem um minuto para registar a minha opinião. (Sem computador, tive de fazê-lo no meu caderno de rascunhos!)

Estou encantada! Estou de olho arregalado e sorriso no rosto, como que deslumbrada com as maravilhas de um ilusionista. Parece que vi (ou li) magia.
Desde as primeiras páginas que soube que iria gostar desta obra de 2008, porque cedo senti afinidades com a personagem principal e muita vontade de conhecer toda a sua história (passada e futura). E não fiquei nem um pouco desiludida, pelo contrário. Fui surpreendida por diversas vezes ao longo da leitura, à medida que segredos foram sendo desvendados, se revelaram personalidades e fortaleceram-se relações.

Josey, a protagonista deste livro, é uma mulher solitária, conformada e insegura mulher de 27 anos, cuja vida se resume a "tomar conta" da sua octogenária mãe e a consolar a sua própria infelicidade com comida, especialmente doces, bem como com a leitura de romances e revistas de viagens.
Margaret, uma mulher dura e poderosa, marcada por uma vida luxuosa, artificial e invejada, mas afastada de amor e felicidade, retém a sua filha em casa, usando-a como dama de companhia e impossibilitando-a de ter vida própria.
Mas tudo isto começa a mudar quando Della Lee, uma mulher com cadastro criminal, se esconde no armário do quarto de Josey, fugindo de uma vida que já não quer, e promete ajudá-la a encontrar a felicidade.

Não conto mais!
O resto é para descobrir página a página, capítulo a capítulo. Porque vale mesmo a pena, porque é mesmo encantador e porque a surpresa é um ingrediente especial nesta viagem mágica.

Gostei da escrita, do enredo, das personagens, dos espaços descritos, do entrelaçado entre presente, passado e futuro.
Curiosamente, não consegui identificar em que "tempo" se passa a história, em que época ou século. Pequenos detalhes foram deixando dicas, mas nada de concreto e, a partir de determinado momento, deixei de tentar descobrir e passei a encarar esta situação como parte da magia do livro.
Ler este romance foi mesmo uma experiência agradável e revitalizante, cheia de suspiros, brilhos no olhar e sorrisos de encantamento.


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