segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

ENTRADAS E SAÍDAS EM FEVEREIRO

Este mês não houve muitas entradas de livros cá em casa. Mas, como interessa mais a qualidade do que a quantidade, tenho de admitir que foi um mês muito valioso. Entre os livros que entraram na minha estante, estão dois que atravessaram o oceano para chegar até mim, enviados por dois autores que admiro imenso como pessoas (são "gente boa"!).
 
Saídas, então, não houve mesmo.
Tenho um saco com livros infantis para oferecer à Biblioteca Municipal de Palmela, mas só lá vou daqui a uns dias para entregar o que ando a ler e aproveitarei para os levar também.

Ora, vamos ver os livros recebidos:

 Uma obra que atravessou o Oceano Atlântico, enviada pela sua autora Rosana Dias Vitachi.

 Por saber que estaria presente na Apresentação do Livro
a Âncora Editora ofereceu-me 1 exemplar, o qual agradeço com ternura. 

 Adquiri este livro no dia do seu lançamento, na Fnac do Chiado.
No meu canal YouTube podem ouvir um dos textos deste livro, o primeiro que gravei. (AQUI)

 Mais um livro viajante... Foi o autor M.R. Terci quem mo enviou. (Gracias, amigo brasileiro!)

E este guia fantástico foi-me oferecido pela editora "O Castor de Papel"
Que tal um vídeo das massagens?


Qual destes livros gostariam que estivesse incluído no cabaz de prémios do próximo passatempo?
Digam lá!!

domingo, 28 de fevereiro de 2016

QUE VESTIDO PARA UM CASAMENTO?

Hoje estou numa de escolher um vestido para ir a um casamento.
Não sei se irei a algum nos próximos tempos, mas sei que, quando se aproxima a data de um para o qual fui convidada, ando à nora e sem vontade alguma de escolher o que vestir.
Só há pouco tempo me senti confortável comigo mesma para usar vestidos. Não tenho muitos e muito menos de cerimónia. Sempre me custou gastar dinheiro numa peça que não usarei mais ou que raramente usarei. Mas ando numa onda de dar a volta a isto.
Por isso, apeteceu-me dar uma volta no ROSEGAL e escolher alguns vestidos.
Trouxe 8 hipóteses.
Gosto de todas elas, mas gostaria de receber as opiniões de quem me segue neste cantinho.
Qual escolheriam para usar num casamento?

http://www.shareasale.com/r.cfm?B=713136&U=1240549&M=54484&urllink=

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PROMOÇÃO AQUI NO BLOGUE:

http://www.shareasale.com/u.cfm?d=328194&m=54484&u=1240549

sábado, 27 de fevereiro de 2016

NA MINHA CAMA... SÓ ELES

Quando os meus filhotes era pequenos, registava muitos dos seus episódios engraçados ou marcantes, para que um dia mais tarde pudéssemos (re)lê-los juntos e matar saudades. Registei palavras, momentos, progressos, alegrias e dores nuns cadernos individuais, onde também colei recordações, bilhetes e panfletos, embalagens dos doces preferidos, diplomas e outros registos. Também escrevi num babyblog e neste cantinho, pois acredito que as palavras escritas nos marcam para sempre e quis escolher as melhores... E eles gostam de as ler...

Agora são mais crescidos, a entrar os dois na adolescência, e já não acham muita graça ao que escrevo sobre eles, por isso fizemos o acordo de eu só escrever de vez em quando e a contar episódios mais "inocentes". (Ai a vida social dos filhos!!!!)

Mas hoje não consegui ficar caladinha (com os dedos) porque me apeteceu imenso vir aqui contar-vos um episódio que já aconteceu connosco algumas vezes e que, em vez de me aborrecer ou zangar, me dá imensa satisfação por mostrar a nossa relação de cumplicidade e confiança. (Não lhes digam que eu acho graça, please!!)

À sexta-feira é dia de adormecermos os três no sofá, depois de um jantar saboroso à frente da televisão.
Fazemos uma maratona de episódios de uma série do agrado dos três (e viva as gravações da box!!), vemos um filme (nada de desenhos animados, que já não gostam), ouvimos música e vemos videoclips (e o que eles gozam com esta minha palavra "antiga") ou simplesmente fazemos zaping.
Algumas vezes comemos pipocas. Às vezes optamos por bombons, gomas ou bolachas. Noutras, em que jantámos mais cedo, bebemos chá e comemos torradas.
Mas o mais importante é que estamos os três juntinhos e repartimos o sofá, aconchegadinhos uns nos outros e bem tapados com as mantas que por lá sempre param. É um momento nosso, uma rotina prazerosa.
E, tal como já disse, costumamos adormecer.
Bem, nem sempre adormecemos os três. (Há uma menina nesta casa que tem uma resistência ao sono como nunca vi!) E normalmente, por incrível que pareça e ao estilo de mãe desnaturada, eu sou a primeira a adormecer.
Mas a malta não se importa e o serão segue em beleza até alguém se cansar de estar sozinho acordado ou acordar estremunhado de madrugada. Aí, esse "sortudo" fica encarregue de acordar os outros dois e "carregá-los" para as camas.

Ah pois!!! E quando a maior dorminhoca não quer acordar nem sair do sofá??? (Eu, entenda-se!!)
Aí, a malta esfalfa-se usando todos e mais alguns truques para levantar estes maravilhosos 74 kgs ou para despertar um cérebro cheio de ticos e tecos com anestesia geral.
Zangados de tanto se esforçarem quando deviam estar a ser pacifica e calmamente acordados (ou carregados no colo?) ou completamente despertos por tanto rir às gargalhadas com os disparates sem sentido que me saem da boca sem passar nos neurónios, a verdade é que os miúdos tentam mesmo que eu vá para a cama.
Mas ultimamente nem sempre isto acontece,
É que há duas pessoas nesta casa que adoram dormir na cama da mãe, duas pessoas que negoceiam lá passar umas horas submetendo-se à escravatura de fazer um café à progenitora ou tirar a loiça da máquina 2 vezes no mesmo dia. São duas crianças, querem parecer jovens ou adultos, mas não passam de bebés quando se aninham no meu colo.

E há alguma forma melhor de dormir na minha cama do que aproveitando que estou a ressonar no sofá e que não ligo a mínima quando os dois me querem acordar? Haverá, na verdade, mais alguma solução? Poderão duas inocentes criaturas resistir a sair da sala pé ante pé e regaladamente se instalarem na cama mais quente e fofinha da casa? Que outra escolha poderia ser feita? Eu percebo-os... não havia outra forma (tão fácil) de ganhar o direito a pernoitar naquele paraíso.

Ontem foi assim.
E eu, inocente e ferrada no sono, ali fico... sozinha no sofá, de cabecinha deitada numa almofada desconfortável e tapadinha com duas mantas polares que anda por ali.
Mas não passei frio. Os miúdos foram queridos e deixaram o aquecedor ligado no mínimo.
Mas não fui incomodada. Os miúdos apagaram as luzes e desligaram a televisão.
E, na realidade, não fiquei sozinha. Os miúdos deixaram também as gatas a dormir em cima do sofá.

E hoje cada um teve o que mereceu: eles dormiram até às tantas e eu acordei eram 6h da manhã. Bolas, hoje é sábado!!! (Mas vou vingar-me esta noite e dormir sozinha bem à larga no meio da minha cama!) 

(Fotos do ano passado raptadas às escondidas de um computador qualquer!)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

"A LENDA DO CROCODILO" - LENDA DE TIMOR

Ando a ler o livro "Na Fronteira de Timor" e foi por lá que descobri a lenda que "conta" as origens desta ilha e o porquê da sua forma geográfica.
Não a conhecia, por isso fiquei muito interessada e decidi reescrevê-la para partilhar com todos.
Penso que é muito importante não só não se perderem estas histórias, como também partilhá-las com quem está ao nosso lado, para que se mantenham anos e anos na mente do povo.

A LENDA DO CROCODILO

Há muitos e muitos anos atrás, em Celebes, uma ilha da Indonésia, vivia um velho crocodilo que já não tinha força nem velocidade para caçar peixes e, por isso, estava quase a morrer à fome.
Um dia, resolveu ir para terra e procurar por lá algum animal que pudesse saciar a sua fome. Andou por ali conforme conseguiu, mas nada encontrou. Cansado e desesperado, resolveu parar à beira do rio, para recuperar forças.
Enquanto o crocodilo descansava ao sol, passou por ele um rapazinho robusto e forte que teve pena e se ofereceu para o ajudar, pegando na sua cauda e arrastando-o de volta para a água.
O animal, reconhecendo a preciosa ajuda do rapaz, quis recompensá-lo e ofereceu-se para o levar à costas a navegar pelo rio e pelo mar sempre que assim o desejasse. O rapaz aceitou a oferta e juntos começaram a fazer grandes passeios e viagens, crescendo a amizade entre os dois.

Certo dia, quando a fome voltou a apertar demasiado, os instintos do animal começaram a parecer mais fortes do que a amizade e o crocodilo pensou que comer o rapaz seria a sua salvação. No entanto, antes de tomar a decisão definitiva, o crocodilo resolveu pedir a opinião dos outros animais. Todos se mostraram indignados e contra o réptil, dizendo que ele estava a ser muito ingrato com o rapaz que o tinha salvo num momento de dificuldades. 
O crocodilo, envergonhado e com muitos remorsos por ter pensado naquela solução, decidiu fugir para bem longe dali e recomeçar a vida num local onde ninguém o conhecesse. Sendo o rapaz o seu melhor amigo, pediu-lhe que fosse com ele e deixou-o guiá-lo pelo mar fora, numa longa e belíssima viagem. 
Quando já andavam no mar há muito tempo, o crocodilo começou a sentir-se muito cansado e resolveram parar para ele descansar. Inesperadamente, o seu corpo começou a crescer e a transformar-se em pedra e terra, até que ficou do tamanho de uma ilha, da qual o rapaz passou a ser o primeiro habitante.
E assim nasceu a ilha de Timor, cuja forma parece mesmo um crocodilo a nadar.



terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

"NINGUÉM MORRE DE VÉSPERA", DE MARGARIDA CARPINTEIRO

Na sexta-feira, terminei a leitura de um livro escrito por Margarida Carpinteiro, uma atriz de quem gosto bastante. Não conhecia a sua faceta de escritora, por isso fiquei bastante curiosa quando descobri o seu livro "Ninguém morre de véspera", escrito em 1986.

Esta é uma obra pequena, com capítulos curtos, que se lê muito depressa.
No entanto, tenho de confessar que a sua história é um pouco confusa e estranha.

A personagem principal chama-se Onina e é casada.
Não estando as personagens (bem) descritas no livro, Onina pareceu-me uma mulher na casa dos 40, que mora numa localidade pequena e (quiçá) rural e que sofre de algumas perturbações mentais, as quais condicionam a sua vida. O marido, um homem "à antiga", parece não a tratar muito bem, apesar de haver uma forte ligação entre os dois.
Surge ainda uma personagem importante: Nela. Esta é, aparentemente, amiga de Onina e acompanha-a nos melhores e piores momentos da sua vida. No entanto, devido à forma como é descrita a relação entre as duas personagens femininas, nem sempre parece que Nela existe na realidade.
Nela e Onina, juntamente com o marido desta, formam ainda um triângulo amoroso cuja história surge como uma parte da principal.

Não sei dizer se gostei ou não deste livro.
Posso dizer que me surpreendi, mas também me desiludi em algumas partes. Posso dizer que me baralhei com o conteúdo da história, mas também ri bastante em algumas páginas.
Na realidade, cheguei ao fim sem entender muito bem a história, que parecia não ter nexo ou esconder uma segunda versão. Também me pareceu que, na realidade, a personagem Nela não existia na realidade, podendo ser uma imaginação de Onina ou até um segundo "eu" da personagem principal.
Apesar da história ser confusa, a escrita de Margarida Carpinteiro é cativante e lê-se com facilidade.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

"MESTRE CARBONO, O CIENTISTA" - COM SUGESTÕES DE ATIVIDADES

Como mãe e professora de crianças pequenas tenho tido o privilégio de poder fazer algo que me dá imenso prazer: ler histórias.
Não sou uma "contadora de histórias" nata, daquelas que conta de cabeça, que cria no momento com muita imaginação e cor. Não tenho esse dom, (posso dizer que) infelizmente.
Mas adoro agarrar num livro e partilhá-lo com as crianças, lendo-lhes a história como se ela nascesse de mim, mostrando imagens, explorando sons, entoando, construindo vozes, recriando movimentos. Posso dizer que gosto de ser "contadora de livros".
Os livros são a minha onda. A escrita é a minha praia.
Adoro os olhinhos brilhantes das crianças quando lhes leio uma história, quando dou vida a uma história, trazendo-a para fora do papel.
E adoro também quando pego nessa história e a exploro em várias direções, muitas vezes partindo delas para projetos de ensino envolventes, que reúnem várias aprendizagens, de várias áreas e que conjugam os interesses das crianças e as suas necessidades à riqueza do livro e da história, partindo para a construção das aprendizagens. Adoro, mesmo!
(Infelizmente, as mudanças constantes no sistema educativo, a complexidade crescente do currículo, o tamanho exagerado dos programas e as burocracias que consomem mais do que deviam, permitem cada vez menos que o ensino seja uma construção de saberes integrados e mais uma exposição de conteúdos desinteressantes. Mas este desabafo talvez fique para outro post!)

Decidi então juntar o útil ao agradável e modificar um pouco os posts que faço sobre livros do género infanto-juvenil, alguns deles ganhos em passatempos, outros oferecidos por editoras ou por autores e outros que vou adquirindo para contar aos alunos ou sobrinhos.
Assim, quando vos falar sobre um destes livros, poderei também deixar aqui algumas sugestões de atividades a desenvolver a partir da leitura dos mesmos. Serão sugestões minhas de atividades, a partir de ideias que me vão surgindo quando estou a ler. Quem quiser, poderá pegar nelas e usá-las junto com os livros, adaptá-las, partir delas para inventar outras, melhorá-las, guardá-las ou partilhá-las com amigos e colegas. Tenham a liberdade de aceitar (ou não) as minhas sugestões e deixem-me outras (em comentário ou por mail).

E aqui fica a primeira experiência!

O último livro que li da categoria infanto-juvenil foi "Mestre Carbono, o Cientista", de Filipe L. S. Monteiro, editado pela Chiado Editora, quanto a mim destinado principalmente a crianças/adolescentes do sexo masculino, com idades entre os 10 e os 13 anos. (Não querendo dizer, obviamente, que não será do agrado de raparigas e de outras faixas etárias.)

http://www.wook.pt/ficha/mestre-carbono-o-cientista/a/id/16269391?a_aid=504f0b37ec946
"Mestre Carbono, o Cientista" tem como cenário um laboratório, onde três cientistas fazem as suas investigações e experiências.

No entanto, não são os únicos empenhados nessas descobertas. Durante a noite, têm uma grande ajuda de pequenos habitantes do laboratório, que se empenham na investigação, chefiados pelo "Mestre Carbono".

Este é um livro delicioso!

Tem 92 páginas, mas nem todas são de texto, uma vez que as divertidíssimas, apelativas e contemporâneas ilustrações, de Ana Beatriz Marques, fazem a delícia de cerca de metade do livro.

A história é imaginativa e cativante, prendendo-nos da primeira à última página.
Referindo conceitos de química que fazem muitas vezes o fascínio dos miúdos, parece-me uma boa forma de motivação para as aprendizagens desta área. Os conceitos aparecem bem integrados na história, que poderá ganhar ainda um maior significado para os jovens que já os conhecem um pouco. No entanto, penso que também suscitará imensa curiosidade em todos os outros que tenham o prazer de ler (ou ouvir ler) este livro.
Gostei muito da escrita de Filipe L. S. Monteiro, a qual achei muito acessível, dinâmica e rica.
A integração de novos vocábulos, que poderão não ser conhecidos do público-alvo, aparece bem contextualizada e com a excelente ajuda de um glossário incluído no final da obra.
O uso de cores diferentes nos parágrafos torna a leitura ainda mais leve e motivadora.
As imagens estão bem integradas no texto e complementam-no a vários níveis.

Aconselho a leitura deste livro e que o mesmo esteja na base de algumas atividades, se usado como leitura partilhada em sala de aula.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES

Sugestão 1:
- descobrir se os alunos conhecem as palavras “átomo” e “molécula” e apontar o que pensam ser;
- pedir que leiam as definições do livro e chegar a uma definição que todos entendam, a partir de ideias dos alunos;
- escolher um símbolo simples para os diferentes átomos que vão aparecendo na história, identificando-os também com a letra real que os representa;
- reler as páginas e descobrir as moléculas a “construir” com esses átomos, representando-as esquematicamente no (primeiro com letras e depois com os símbolos definidos);
- construir as moléculas (com plasticina, pasta de moldar, materiais de desperdício, etc.) - trabalho de grupo.

Sugestão 2:
- desenhar um cientista, da forma que o imaginam (antes de conhecer o livro);
- ler a história;
- ver fotos reais de cientistas mais famosos e dos mais atuais;
- voltar a desenhar um dos cientistas da história;
- Conversa/debate sobre as características de um bom cientista e do mito do “cientista maluco”.

Sugestão 3:
- identificar as principais ações erradas da comunidade que prejudicam o ambiente;
- identificar as suas soluções;
- escrever frases para incentivar a fazer comportamentos corretos;
- montar cartazes publicitários;
- fazer uma pequena manifestação na escola ou no bairro envolvente.

NISTO SIM, EU ACREDITO! E NÃO NO SISTEMA EDUCATIVO PORTUGUÊS!

 O MELHOR SISTEMA DE ENSINO - NA FILÂNDIA
O SISTEMA DE ENSINO NA FINLÂNDIA
(clicar na imagem para ler a notícia)

Aqui, sim, seria mesmo feliz a trabalhar. É mesmo nisto que acredito! Mesmo!
E tentar, em sala de aula, fazer algo semelhante em Portugal esgota quem ama o que faz. Sei-o porque me sinto esgotada... Sei-o porque entrei na profissão com o maior amor por aquilo que faço e sinto-me cansada apenas com 16 anos de ensino. Sei-o, e sinto-o, porque tentei sempre chegar a cada um dos meus alunos, conhecê-los e respeitar as suas necessidades e interesses, construindo com eles os saberes e ajudando a que aprendessem o tal programa de uma forma motivadora e integrada. E é com pena, com desânimo e desgosto que, ano após ano, me foram sendo cortadas as asas da paixão, por metas rigorosas que não deixam espaço à individualidade dos alunos.
O sistema educativo do nosso país corta o entusiasmo dos professores que amam o que fazem, que se dedicam e que acreditam que a escola nunca poderá ser um espaço que os alunos não gostam de frequentar.
A escola existe porque há alunos.
A escola existe porque aprender é uma necessidade, um prazer e um direito de todos.
Porque se transformou, então, numa obrigação chata para a maioria dos alunos?
Porque só gostam eles dos intervalos, do convívio com os amigos e da relação com alguns professores e (consequentemente??) com algumas disciplinas.
Porque começam desde pequenos a "trabalhar" em algo que não gostam, antevendo que poderá ser assim para toda a vida, uma vez que a escola pretende "prepará-las para a vida ativa em sociedade"?
Não compreendo, não aceito, não quero.
Não gosto de ter os meus filhos neste sistema de "salve-se quem puder", de pautas e números, de matérias apressadas e desmotivantes, de "empinanços" de termos e conceitos, de correrias entre aulas, de competição em vez de cooperação.
Não gosto de os "obrigar" a irem para um local que não ajuda a que sejam felizes, apesar de os enriquecer em conhecimentos aprofundados e mágicos que, em alguns cliques, conseguiriam aprender através do "google". Sim, porque já não há tempo para as aulas de dúvidas.
Já não há tempo (nem espaço) para fazer exercícios, treinar, fazer trabalhos de grupo, investigar, apresentar propostas, antever soluções e confiar na turma como um grupo unido "melhor do que qualquer outro".
Já não há tempo (nem espaço!!) para o professor circular entre as mesas e acompanhar calmamente os que têm maiores dificuldades. Já não há tempo para ter "calma"... nem tempo (nem paciência) para conversar e perceber o que se passa na cabeça enquanto os conhecimentos entram e após os conflitos de opiniões, de saberes e de atitudes.
As crianças trabalham tantas ou mais horas do que os adultos... As crianças estão horas e horas enfiadas no mesmo espaço, a ver as mesmas gentes e a entrar sistematicamente em rotinas sem interesse e que os "preparam" para ser "os melhores".
Amo ser professora e amo ensinar. Ou melhor, amo ajudar a aprender... amo encaminhar, acompanhar, apoiar, orientar saberes e mentes em busca de conhecimento. Porque todos os alunos adoram saber mais e mais. Todas as crianças e jovens precisam saciar a sua sede de conhecimentos, de saberes e de aptidões em todas as áreas e ciências do mundo.
E o nosso sistema de ensino deveria ter os alunos como foco principal. Mas não tem!! (Sabe-se lá porquê!!)


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

O INÍCIO DE UMA CAMPANHA YOUZZ - REVITALIFT LASER X3

Há já algumas semana que recebi as ofertas da Youzz, desta vez da Campanha Revitalift Laser X3:

- 1 embalagem de creme de dia REVITALIFT Laser X3;
- 5 vales de 5€ de desconto em produtos da mesma gama;
- 10 amostras de creme dia REVITALIFT Laser X3; 
- 1 bloco de questionários.




Esta gama de cuidados antirrugas foi criada pelos Laboratórios L'Oréal e integra uma concentração de 3% de Pro-XylaneTM, exercendo 3 ações sobre a pele:
- reduz as rugas, até as mais profundas;
- reforça as fibras de sustentação da pele;
- estimula a produção dos componentes naturais da pele.

Como estava a terminar o meu creme de dia, esperei e depois é que iniciei a experiência com o produto oferecido. Nesse dia (25/01), fotografei o meu rosto e daqui a algumas semanas venho mostrar as diferenças.



Há uns dias atrás, fiz um pequeno vídeo a mostrar como tenho usado o creme.
Agora que já fiz uma nova sessão de cuidados do rosto (gentileza da Oriflame), posso dizer que os produtos que estou a usar não são os únicos necessários para a minha pele e que nem todos os passos que mostro no vídeo estão 100% bem feitos.
Mas lá chegarei!! Afinal, sou apenas aprendiz!!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

ENCOMENDAR LENTES DE CONTACTO ONLINE

Uso lentes de contacto há já alguns anos. Tenho estigmatismo e uso as lentes "Air Optix for astigmatism".
Tenho por hábito comprar caixas mensais para 6 meses, as quais, na realidade, me dão para mais de 9. Nunca as uso enquanto durmo e limpo-as diariamente, o que ajuda a mantê-las com qualidade e conservação. Até porque já sei reconhecer bem quando preciso de uma nova.

Só na primeira vez é que comprei as minhas lentes na loja física de uma ótica.
Desde aí que as encomendo pela internet e consigo comprá-las por menos de metade do preço.
Acreditem que não é exagero e que ainda não tive qualquer problema nestas encomendas.

Já tentei comprar nas parafarmácias e nas áreas de saúde dos grandes hipermercados. Claro que dá para comprar, muitas vezes também tendo de encomendar e esperar que cheguem, e que se consegue um preço melhor do que nas grandes óticas, principalmente se usarmos aqueles vales de desconto próprios.
No entanto, mesmo assim, no site onde compro as minhas consigo mesmo um ótimo preço.

Eu compro no site LENTES DE CONTACTO 365 e fiz hoje a encomenda de uma caixa para o meu olho esquerdo. Para o mês que vem comprarei as do olho direito, que têm medidas diferentes.

Estou registada no site e foi muito rápido encomendar.
A caixa das lentes tem todas as medidas de que necessito, por isso foi só introduzir os dados e escolher a forma de entrega e de pagamento.
No meu caso, pedi que me fossem entregues através do serviço Pick Me, numa papelaria perto de mim (ponto chronopost). O site enviou-me um link direto para seguir a minha encomenda.
O pagamento fiz por transferência bancária. Recebi um e-mail com os dados de pagamento e outro com a confirmação do mesmo.
Receberei as minhas lentes em 3/4 dias úteis.

Fácil, rápido e muito mais barato.

As minhas lentes:
 Preço: 31,98€ (já com portes de envio)

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

RECEITAS VEGETARIANAS SIMPLES - GUISADO DE SEITAN COM FEIJÃO-VERDE E GRÃO

GUISADO DE SEITAN 
COM FEIJÃO-VERDE E GRÃO
 
Ingredientes:
- Azeite, sal, vinho branco e alecrim
- 1 cebola grande
- 5 dentes de alho
- 2 tomates grandes e maduros
- 2 cenouras
- 1 embalagem de seitan
- feijão verde
- 1 lata de grão cozido
- batatas

Modo de Preparação:
- Piquei a cebola grande e os dentes de alho para um tacho, cobrindo o fundo com azeite. Deixei refogar em lume brando.
- Juntei os tomates frescos também picados e deixei refogar mais um pouco. Temperei com sal e alecrim e fui adicionando vinho branco aos poucos.
- Juntei as cenouras às rodelas e cobri com água quente. Deixei ao lume com o tacho tapado.
- Cortei o seitan aos cubos e juntei ao preparado, envolvendo tudo e mantendo o preparado coberto com o líquido.
- Retifiquei os temperos e juntei o feijão verde, deixando mais uns minutos em lume branco.
- Deixei sempre que o preparado estivesse coberto com o molho, adicionando água quente e retificando de novos o tempero quando necessário.
- Adicionei as batatas cortadas aos cubos e, quando estavam cozidas, juntei o grão e deixei apurar.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

PRIMEIRO DIA DOS NAMORADOS APÓS O DIVÓRCIO

Dizem que hoje é Dia dos Namorados. "Dizem" porque a mim parece-me um domingo igual a qualquer outro (de chuva) em que a preguiça toma conta de nós e nos empurra para o sofá.
Dizem que é dia de comemorar o amor... talvez seja também por isso que o passo com os meus filhos, por quem o meu amor jamais morrerá.
Realmente, o calendário diz que hoje é 14 daquele mês em que, cá em casa, se comemoravam três festas, para além do Carnaval.
Mas o domingo foi naturalmente igual a todos outros para quem, como eu, está sozinho por um dia ter optado por si mesmo em primeiro lugar.
Não posso dizer que esteja a ser um dia triste ou que me sinta sozinha, apesar de estar a ser o meu primeiro ano sem aquele que foi meu namorado durante metade da minha vida, sem o homem que me viu crescer mulher e que partilhou comigo 18 anos de cumplicidade.
Talvez não o tenha sentido porque não estive sozinha hoje... estive com os dois frutos desse amor, que serão os meus namorados para sempre.
Sinceramente, imaginava que este dia iria ser mais difícil, mais nostálgico e soturno. Talvez a sorte seja ter acabado por me desligar de o comemorar, ano após ano... Ou a força venha da felicidade que vive no olhar de nós dois apesar da distância (ou talvez por causa dela!).
No entanto, não posso dizer que não pensei nele, que não me lembrei dele. Estaria a mentir. Foi um amor demasiado sério e intenso para se esquecer assim. Lembrei-me, principalmente, de vários momentos em que fomos felizes, quando realmente nos amávamos, quando havia uma chama entre nós que iluminava até as noites mais escuras e sombrias. Lembrei-me que já me foi dada a oportunidade de amar e de alimentar esse amor... e tanta gente não o viveu ainda ou nunca terá oportunidade de o viver.
Não nego que, durante uns curtos minutos, o imaginei a comemorar o dia com outro amor... sorri e fiquei feliz, mas ocupei a mente com outra coisa, que isto de ter uma imaginação muito fértil tanto tem de maravilhoso como de duro.
E o primeiro já passou...
E, quem sabe, o segundo já tenha um quê de especial e mereça ser comemorado à grande, com direito a vestido vintage vermelho e preto, jantar à luz das velas, dançar agarradinhos e lingerie (para despir) a combinar.


sábado, 13 de fevereiro de 2016

CURTAS LIÇÕES PARA UMA NOVA VIDA #01

Há uns dias comecei a ler o livro "Toda uma nova vida", de Luciana Giovannini, que me
foi gentilmente oferecido pela 4Estações Editora.
Como não é um romance, mas um livro de autoajuda e de coaching, que pretende ajudar o leitor a "realizar os seus sonhos e vencer o medo e as emoções negativas", não estou a lê-lo de seguida, mas a fazer uma leitura pausada, em momentos de maior concentração e introspeção.

Acredito mesmo que a nossa mente, o intelecto e as emoções podem ser "treinados" para a felicidade e que todos temos dentro de nós a capacidade de seguir um caminho de sucesso, de paz e de realização. Aliás, cada vez acredito menos na sorte ou no destino e mais no poder das nossas energias.
Por isso, aproveito todos os ensinamentos que chegam até mim, debruço-me sobre eles e tento interiorizar alguns, para os usar na busca por uma vida cada vez melhor.

E como sei que há muita gente (como eu) que busca uma vida melhor, decidi ir escrevendo alguns posts com as principais lições que vou retirando desta obra e que nos são transmitidas pela coacher Lucia Giovannini.


OS 5 NÍVEIS DE MUDANÇA

Nível 0: Resistência à Mudança
"Embora não estejamos satisfeitos com os resultados que alcançamos, continuamos a fazer as mesmas coisas, a ter os mesmos hábitos, a estar nos mesmos ambientes, a reagir sempre da mesma maneira. Dessa forma, temos a ilusão de estabilidade e da segurança e parece que nada se altera. (...) quanto mais continuamos a implementar as mesmas soluções que não funcionam, mais cresce o desconforto."

Nível 1: Mudança Incremental
"(...) começamos a aprender algo novo e isso leva-nos a cumprir novas ações. Esforçamo-nos por usar a nossa capacidade de adaptação, por desenvolver uma flexibilidade específica e adotamos novos modos de lidar com as situações. (...) lentamente, começamos a obter melhores resultados, embora nos mantenhamos em âmbitos conhecidos."

Nível 2: Mudança de Desenvolvimento
"(...) começamos a perguntar-nos sobre quais serão as novas capacidades e comportamentos que precisamos de explorar, se bem que o façamos de forma descontínua. (...) começamos a desenvolver novas habilidades e a procurar novos territórios."

Nível 3: Mudança Evolutiva
"(...) quando avançamos em novas direções, explorando novos cantos e adotando novas maneiras de pensar e novas atitudes, começamos a tornar-nos pessoas novas, a desenvolver novas perceções de nós próprios e da nossa identidade. A mudança já não tem apenas a ver com os nossos comportamentos, com o nosso trabalho, com as nossas relações ou com a nossa saúde, mas sim com o nosso eu mais profundo."

Nível 4: Mudança Revolucionária
"Quando surge uma nova identidade, o Mundo inteiro é alterado pela nova ideia de nós próprios que guia os critérios das nossas escolhas e que dá uma direção nova à nossa vida. É o momento de «despertar», caracterizado por profundas intuições. (...) leva de facto a verdadeiras revoluções na nossa existência."

In "Toda uma Nova Vida" (pág. 20-23), de Lucia Giovannini

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

RECEITAS VEGETARIANAS SIMPLES - MACARRÃO NINHO COM SALSICHAS DE SOJA

Cá em casa estamos a introduzir aos poucos alguns pratos de alimentação vegetariana.
Não sou grande especialista na cozinha, mas gosto imenso de criar novos pratos, pelo que estou a tentar adaptar algumas receitas que costumo fazer com carne ou peixe, substituindo estes alimentos por outros.
Por isso, tenho andado mais atenta a produtos diversificados e a pesquisar possibilidades de utilização na cozinha.

Hoje trago aqui a primeira receita que adaptei, numa rubrica que vou tentar desenvolver mais aqui no blogue: Receitas Vegetarianas Simples.

MACARRÃO NINHO COM SALSICHAS DE SOJA

Ingredientes:
- azeite, água, sal, pimenta vermelha e orégãos
- 2 cebolas
- dentes de alho
- 2 cenouras médias
- meio pimento vermelho
- 1 courgete
- meio pacote de macarrão ninho
- 1 franco de salsichas de soja (5 unidades)
- vinho branco
- 1 pacote de natas
- queijo ralado (a gosto)

Modo de preparação:
- Pus azeite num tacho, cobrindo-lhe o fundo;
- Piquei duas cebolas e alguns dentes de alho e deitei no tacho para refogar;
- Cortei 2 cenouras médias e meio pimento vermelho em pedaços pequenos e adicionei ao refogado;
- Laminei 1 courgete e adicionei-a ao refogado;
- Coloquei água com sal a ferver e deitei a massa (macarrão ninho);
- Cortei as 5 salsichas de soja no refogado, reguei com vinho branco e adicionei pimenta vermelha (q.b.), tapando o tacho para apurar;
- Quando a massa e o preparado estavam prontos, deitei 1 pacote de natas e queijo ralado no cozinhado, envolvendo tudo.
- Escorri o macarrão e misturei o preparado, envolvendo.
- Ao servir, polvilhei com orégãos.

"NÃO HÁ LUGAR PARA DIVORCIADAS", DE FRANCISCO MOITA FLORES

Tenho diversos livros em cima da minha mesa de cabeceira e ando a ler todos ao mesmo tempo. São quatro, dá para acreditar? (Ah, também comecei a ler outro digital!)
Por isso mesmo, não tenho vindo aqui deixar opiniões sobre livros.
O último que terminei, na sexta-feira passada, foi escrito por Francisco Moita Flores e requisitei-o na Biblioteca Municipal de Palmela.

http://www.wook.pt/ficha/nao-ha-lugar-para-divorciadas/a/id/78608
O livro chama-se "Não há lugar para divorciadas" e conta a história de um homem que entrou por acaso na
política e no poder nacional, mantendo-se por lá e ascendendo na carreira graças a um caminho pouco ligado às suas capacidades inteletuais ou profissionais, chegando a ministro.
Nunca altura em que o país se encontra em situação de ameaça pela Al-Qaeda, a vida pessoal deste homem também entra numa crise inesperada que envolve as duas mulheres da sua vida e a família poderosa de uma delas.

"Não há lugar para divorciadas" é uma pequeno livro delicioso.
Tem de tudo um pouco, na dose certa. É, ao mesmo tempo, uma crítica política, uma história de amor, a investigação de um crime, uma comédia e uma análise à sociedade.
Escrito de uma forma muito leve e criativa, intercalando o passado com o presente das personagens e surgindo a história contada por um narrador não participante que, de quando em vez, deixa uma pincelada da sua própria opinião e vivências, esta obra cativou-me completamente.
Foi o primeiro livro que li deste autor e confesso que estava com muitas expetativas, o que nem sempre é bom (pelo menos) em termos literários. Tento em conta o perfil profissional de Francisco Moita Flores, pensei que a história seria muito mais policial e política, mas o autor consegue escrever dentro destes géneros, sem os tornar únicos na narrativa.
Gostei imenso do livro e achei a leitura muito acessível e cativante, com muito humor e piadinhas ao poder político e policial mantendo a leveza.
Vou querer, de certeza, ler outra obras de Francisco Moita Flores!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

DESAFIO/TAG "COMPLETA A FRASE"

Desafiada pela minha querida Sara do blogue "O Mundo Encantado da Sarinha", aceitei responder a esta TAG que me pareceu muito interessante para dar a conhecer um pouco melhor a pessoa que sou para além do blogue.

E para passar esta TAG desafio algumas bloguers amigas, esperando ansiosamente que aceitem e nos falem um pouco sobre si mesmas:

1- Sandra, do blogue "O meu iniciar"
2- Adriana, do blogue "Um sonho de mimos"
3- Carina, do blogue "My memories, my world"
4- Tânia, do blogue "Chocopink"
5- Catarina, do blogue "ByCatarina"
6- Susana, do blogue "Blog de uma princesa"
7- Marina, do blogue "Live your dream"
8- Raquel, do blogue "Addicted to"
9- Mariana, do blogue "Smart dresser"
10- Roberta, do blogue "FlamesMR"



1 - Sou muito... meiga e carinhosa.
2 - Não Suporto... injustiças nem desconfianças, sejam elas sobre mim ou sobre os outros à minha volta.
3 - Eu Nunca... deixarei de amar os meus filhos, os meus pais e os meus irmãos.
4 - Eu já briguei... pelas pessoas que amo, por causas e pensamentos em que acredito e para me defender. 
5 - Quando era criança... adorava brincar ao faz de conta e queria ser crescida. LOL 
6 - Neste exacto momento... estou com um frio do caneco e ate tenho as unhas roxas!! 
7 - Eu morro de medo... de ficar sem um dos meus filhos ou de ficar incapaz de tomar conta deles. 
8 - Eu sempre gostei... de escrever e de ler. 
9 - Fico feliz... com pequenos momentos, palavras e atitudes. Estou a aprender a valorizar tudo o que de bom acontece, nem que seja só o sol a brilhar de manhã. o é fácil fazê-lo, mas é mais uma hipótese que damos a nós mesmos de ver a vida de uma forma mais otimista e de viver em vez de apenas sobreviver. 
10 - Se eu pudesse... Deixava de ensinar e dedicava-me à escrita a tempo inteiro. 
11 - Se pudesse voltar atrás... faria tudo tal e qual como fiz mas sem ansiedades nem medos. 
12 - Adoro... o mar. 
13 - Eu quero muito... saber viver plenamente e em paz. 
14 - Eu preciso... de projetos novos. 
15 - Não gosto de ver... maltratar crianças e idosos.

QUE TAL?

UM MINI-PILHÃO EM NOSSA CASA COM O ECOPILHAS

Há anos que não deito as pilhas e as baterias para o lixo normal.
Tal como separo as embalagens, os vidros e os papéis, também o faço com as pilhas.
No entanto, guardava-as num saco de plástico, até que estivesse cheio, para as deitar no pilhão numa das idas aos ecopontos.

Agora tenho uma nova e mais segura forma de guardar as pilhas cá em casa até as deixar no sítio certo, graças à gentileza do ECOPILHAS: um mini-pilhão doméstico.
E não foi preciso ter qualquer estatuto especial nem preencher nenhum formulário complicado. Foi mesmo só mandar um e-mail para esta empresa sem fins lucrativos e pedir que me enviassem o mini-pilhão, deixando o meu nome e morada.
Demorou 14 dias úteis até chegar e fiquei satisfeita com esta iniciativa.

O meu e-mail foi enviado para geral@pilhas.pt e dizia mais ou menos o seguinte:

"Boa tarde
O meu nome é Marisa Luna e guardo sempre as pilhas cá em casa.
Soube que oferecem mini-pilhões.
O que preciso fazer para receber?
Deixo os meus dados pessoais:
Nome: ...
Morada: ..."


A ECOPILHAS é uma Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores constituída pelos principais produtores de pilhas e acumuladores nacionais e que tem como principal objetivo assegurar a recolha seletiva, armazenagem temporária, triagem e reciclagem destes resíduos recolhidos em Portugal.


Para além da cedência dos mini-pilhões domésticos, a ECOPILHAS desenvolve uma série de projetos com escolhas, autarquias e empresas, bem como promove ações de sensibilização ambiental e de solidariedade social. O site da empresa tem tudo explicado de forma muito acessível.

E porque devemos contribuir para a reciclagem de pilhas? 

A empresa aponta as duas principais vantagens de o fazermos:
"- A primeira tem que ver com o facto de só se poder reciclar aquilo que é recolhido seletivamente. Logo, ao incentivar-se a recolha seletiva estamos a diminuir significativamente o risco de deposição descontrolada das pilhas e acumuladores usados, e a prevenir a possível poluição que daí pode advir.
- A segunda vantagem é a da sustentabilidade. Reciclar significa recapturar materiais (no caso das pilhas, Manganês, Zinco, Aço e Carbono), que voltam a ser usados em processos produtivos, sem que seja necessário retirá-los da natureza (diminuindo por exemplo a necessidade de recorrer à exploração mineira para a obtenção dos mesmos). Na prática, reciclar significa não gastar tão depressa as reservas daquilo que é para nós precioso. "

Quem daí também vai pedir?
E quem tem outra forma segura de as recolher em casa?