terça-feira, 29 de setembro de 2015

TAPAS WINE RESTAURANTE



Na última saída de amigas, daquelas em que os homens ficam de fora e em que conversamos sobre todas as coisas (de gaja!) que nos vêm à cabeça, fui com o pessoal experimentar um restaurante que fica mesmo na Praça de Touros Daniel Nascimento, na Moita (do Ribatejo).
É um restaurante muito conhecido, mas que ainda não tinha ido visitar, apesar de ter curiosidade há imenso tempo, não só pelo que já tinha ouvido dizer, mas também porque gosto bastante deste tipo de locais típicos e temáticos, principalmente quando se adequam tão bem às tradições e costumes de um povo ou de uma localidade.

O "Tapas Wine" é um restaurante típico, especializado em "Paella", gerido pelo casal Jorge Fernandes e Sandra Duarte, que foi inaugurado a 2 de junho de 2014 e que, para além do prato principal, conta com uma série de saborosas "Tapas", um "Arroz de Polvo" divinal e alguns "Bifes" especiais da casa. 

Como já referi, fica localizado mesmo nas arcadas na praça de touros, nas arcadas, e conta com uma decoração simples, mas fabulosa e bastante apropriada ao espaço e ao que por lá se come, pelo que constitui mesmo uma excelente opção para uma noite muito animada.

Ao fim de semana, há sempre espetáculos ao vivo, entre música e dança, sendo que os shows de sevilhanas e de flamenco são bastante conhecidos e apreciados, parecendo mesmo completar o ambiente, para além de animar o jantar. Quinzenalmente, à quinta-feira, há também "Noite de Fados" e, em dias de Tourada fazem-se menus especiais para um bom e rápido serviço aos clientes.

O "Tapas Wine Restaurante" tem propostas de menus para grupos (a partir de 10 pessoas), o que faz dele (ainda mais) apropriado para um aniversário, um jantar de empresa ou uma noite diferente entre amigos:


VISITEM e deliciem-se!!




 

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

"PAPA FRANCISCO: AS LIÇÕES DE LIDERANÇA"

Para além de um livro de ficção, muitas vezes tenho na minha mesa de cabeceira outro (ou outros) de diferentes géneros literários, de forma a ir alternando/diversificando as leituras e, assim, estimulando (discretamente) a memória e a concentração.

No caso da última obra que terminei, oferta gentil das "Edições Sílabo", esta leitura serviu ainda para aprender com uma pessoa que admiro e refletir bastante sobre a sua personalidade e ação junto de todos nós. Falo do Papa Francisco, homem de sábias palavras e de humildes e poderosas ações (e sobre quem já escrevi aqui).

O livro "Papa Francisco: As lições de liderança", de Arménio Rego e Miguel Pina e Cunha, é uma obra muito completa que tem duas vertentes:
Numa, apresenta-nos a pessoa e história de Francisco, levando-nos a compreender a personalidade e o percurso de vida do argentino Jorge Bergoglio, a pessoa mediática que todos conhecemos.
Noutra, leva-nos a refletir sobre a sua humildade e as suas ações enquanto líder da Igreja, de modo a retirar delas 18 lições de liderança, que deverão servir de exemplo para todos os lideres, independentemente da sua área de trabalho.

Tenho de começar por dizer que foi com muito carinho e curiosidade que comecei a ler este livro, o qual me foi oferecido pela editora, minha parceira, logo após o seu lançamento.
É que, desde que conheci o Papa Francisco, aquando da sua nomeação no Vaticano, que me interesso bastante por tudo o que ele faz e diz, que sigo os seus passos e admiro as suas atitudes, que leio as suas palavras e o tenho como exemplo de bondade e ação, sendo que o considero uma pessoa extraordinária.

Quanto ao livro, acho que está muito bem estruturado e organizado, revelando um excelente trabalho de pesquisa dos autores, ambos professores universitários e com experiência profissional em gestão, fornecendo uma bibliografia vasta e diversificada sobre o homem e a sua obra/ação e podendo servir de base a outros estudos/investigações nas duas vertentes exploradas.
É de fácil leitura, com linguagem e vocabulário acessíveis, comporta um conjunto de pistas de trabalho, deixa-nos alguns importantes tópicos de reflexão e é de forma interligada e coesa que nos apresenta as duas vertentes principais abordadas.

Deste livro, consegui retirar um conjunto de pensamentos e valiosas ideias de Francisco, as quais poderei partilhar entre amigos e conhecidos, inspirando os que estão à minha volta. (Podem vê-las no álbum "Frases que marcam" no facebook do blogue)

Além disso, virei aqui deixar um resumo das lições de liderança que extraí do livro, as quais poderão ser compreendidas com a sua leitura atenta e as quais aconselho a todos aqueles que assumem posições em que lideram outras pessoas e/ou empresas.

sábado, 26 de setembro de 2015

FACES COM A RIBALTA - MAYA (PARTE I)

Há muito que este meu espaço na internet deixou de ser apenas um cantinho de desabafos. Há muito que comecei a aceitar e a fazer desafios, percorrendo caminhos que cada uma das minhas faces foi descobrindo e trazendo até aqui. Há muito que o deixo guiar-me, ainda que sempre com o propósito com que nasceu: levar-me a conhecer e a valorizar as diferentes facetas de mim mesma.

Foi uma das minhas faces mais curiosas que, na passada terça-feira, deu os primeiros passos num mundo movo, abrindo, assim, caminho para uma nova rubrica do blogue: "FACES COM A RIBALTA", um espaço onde falarei com e sobre personalidades famosas do nosso país, procurando mostrar o brilho que têm longe do grande ecran.

E a estreia não poderia ter corrido melhor! (Apesar do meu enorme nervosismo!)


Eunice Cristina Maia de Carvalho, conhecida em Portugal por MAYA, a mais famosa taróloga do país, abriu-me as portas de sua casa num final da tarde solarengo, recebendo-me de sorriso no rosto e com uma humildade e simpatia que me deixaram completamente rendida aos seus encantos pessoais.

Admitindo que a definisse como uma mulher muito interessante, carismática e sempre pronta a aceitar desafios, Maya falou-me um pouco sobre si mesma, sobre a sua vida e os seus projetos, numa conversa informal e agradável que terminou com um delicioso gin à beira da piscina.

Eunice, forma como é tratada mais intimamente, nasceu na Amadora e foi uma criança "certinha", "betinha", disciplinada e boa aluna (sempre a preferida dos professores), tendo sido após a "Revolução do 25 de Abril" que começou a aproximar-se mais da mulher ativa, extrovertida e interventiva que hoje é e que serve de inspiração a quem com ela contacta diretamente.
Nessa altura, então com 15 anos, viveu intensamente toda a revolução e ganhou interesse pela política, tendo crescido como pessoa e alcançado uma diferente consciência da vida e do mundo à sua volta, numa época em que as amizades e os amores eram condicionados por convicções de esquerda e de direita.

Maya fez o magistério e foi professora "primária" durante 20 anos, tendo ficado rendida à importância do 1.º Ciclo, que defende como sendo o grau de ensino mais importante e versátil de toda a escolaridade e cujos professores considera estarem preparados para tudo na vida. (Obrigada, minha querida, pela parte que me toca!! Concordo contigo!!).
Desta fase da vida, Maya recorda principalmente, e com muitas saudades, o trabalho direto e a relação pessoal com as crianças, as quais vai colmatando em pequenos encontros ocasionais com ex-alunos, atualmente já adultos, que com ela se têm cruzado em festas e eventos e que continuam a valorizá-la mostrando orgulho por terem sido seus alunos.
Não só como professora, mas também como cidadã, continua atenta às políticas educativas do governo, manifestando-se contra as mesmas e reagindo de forma preocupada face aos problemas indefinidamente não (ou mal) corrigidos na educação, considerando esta área e a da saúde como prioritárias e sobre as quais deveria recair o maior empenho dos governantes.

Maya é uma mulher notável, que se assume como ativa e profissional, divertida e amante da noite, mas que dá muita importância à família e aos laços que com ela se criam, mantendo contacto diário com os familiares mais próximos.
Casou quatro vezes (apesar de apenas duas no papel) e tem um filho de 22 anos, o Vasco, fruto do último casamento. Mantém um relacionamento muito próximo com a sua mãe, de 92 anos, com o irmão, de quem tem 4 sobrinhos e já sobrinhos-netos, e com as duas irmãs de Vasco, filhas de anteriores casamentos do pai.
Diz que não tem uma família muito grande, mas agregou a ela muitas das pessoas que foram passando pela sua vida e pela do filho e completa-a com os muitos amigos que foi ganhando ao longo dos anos, a quem é absolutamente leal e que considera a "família que escolheu".

Há 19 anos que vive só com o filho e não gosta que digam que "vive sozinha" só porque não mora com um companheiro ou um namorado, pois sente-se bastante completa na relação que tem com aquele que considera ser também um amigo e a quem consulta sempre antes de tomar alguma decisão.
Recorda com ternura as várias fases da vida de Vasco, cuja educação assumiu integralmente desde a separação, aos 3 anos, destacando a adolescência como a fase que mais a preocupou como mãe.

Apesar de ter optado por viver sozinha desde essa altura, Maya continua a acreditar no amor, em paixões e em enamoramento e diz que já teve vários "grandes amores", pois consegue associar uma grande paixão a cada fase importante da sua vida.
Assumindo-se como namoradeira, diz que alguns dos homens com quem se relacionou continuam a fazer parte dos seu núcleo de amigos, pois mantém com eles algumas afinidades pessoais e partilha dos mesmos princípios de caráter.

Sem considerar que haja uma idade certa para amar, a apresentadora diz que entre é entre os 35 e os 45 anos que a mulher vive o seu período de ouro no amor, pois está mais equilibrada física e mentalmente, tendo já adquiriu ferramentas, conhecimentos e maturidade que lhe permitem relacionamentos plenos e completos. (Confesso que gostei bastante desta teoria!!!)

Mulher de personalidade forte, emblemática e festivaleira, tem tido uma vida repleta de momentos importantes, dos quais escolhe como o mais marcante o falecimento do seu pai, de quem tem muitas saudades e que destaca como a figura de referência da família: um homem muito bonito, muito culto, que foi um grande empresário da área das padarias, com quem se identificava bastante e de quem herdou o gosto pela noite e a paixão por festas.

Maya diz ser uma pessoa completamente comum em experiências pessoais, com hábitos diários igualmente comuns, cuja vida tem sido marcada por muitos acontecimentos importantes, como o nascimento do filho, os seus casamentos, os divórcios, as mudanças profissionais e a perda de alguns amigos.

No entanto, a sua sensibilidade e a profundidade que alcança em momentos de concentração e que usa como ninguém no Tarot, destacam-na das outras pessoas.
Nesta área, que domina há 25 anos, fazendo diariamente as suas previsões, não tem dúvidas em assumir-se como a "número um" ou a "melhor taróloga do país", não abrindo sequer discussão sobre o assunto.
Não podendo deitar cartas a si mesma, aproveita as viagens ao estrangeiro para procurar alguns ensinamentos de confiança, principalmente em Londres, onde conhece cartomantes de grande qualidade.

Para além de taróloga, Maya é também apresentadora de televisão, relações públicas e organizadora de eventos, um conjunto de profissões que, na sua opinião, se completam e as quais assume com muita responsabilidade, perseverança e empenho, o que faz dela uma mulher completa e realizada, mas, sendo exigente consigo e com a vida, também parcialmente insatisfeita, estando sempre à espera de experiências diferentes e inovadoras.

Talvez por isso, e também porque já aderiu a bastantes projetos e desafios diversificados, sente muita vontade de fazer cinema, encarando esta arte como a que ainda lhe falta experimentar na vida e querendo aprender com ela e perceber o que a distingue das outras, como a televisão, a rádio, o circo ou o teatro.
E parece que em breve tal irá acontecer, pois Leonel Vieira já prometeu que a chamará para um dos seus filmes assim que tiver uma personagem que se encaixe na sua personalidade.

Falando um pouco sobre o futuro e as experiências que ainda quer viver, Maya confessou-me que já tem vontade de ser avó e que se sente preparada para receber os netos, apesar do filho não estar ainda a pensar no assunto.

Sendo esta grande senhora da televisão uma mulher muito culta, não resisti a falar-lhe sobre livros e acabei por descobrir que adora ler e que é especialmente apreciadora de literatura policial e de romances históricos, salientando nomes como Agatha Christie, Francisco Moita Flores e Mário Zambujal como os seus preferidos. No entanto, um pouco como eu, embora profissionalmente e em grande escala, neste momentos dedica mais à leitura de novas obras de autores de língua portuguesa, recebendo diariamente diversos livros para ler e dar o seu parecer no programa matinal da CM TV.

Maya é, indiscutivelmente, uma grande mulher, uma senhora na forma de agir e de pensar, um ser humano brilhante e inspirador, que emana as cores do arco-íris e nos convida a agarrar a vida com todas as forças, fazendo dela o caminho para sermos felizes.

OBRIGADA, MAYA, PELA MARAVILHOSA CONVERSA!!



Na segunda parte deste "Faces com a Ribalta", partilharei a opinião de Maya sobre temas diversos, entre os quais a violência doméstica, as qualidades do povo e do território português, os refugiados sírios ou a paixão pelos animais.

(Ler AQUI a Parte II)

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

O PÔR DO SOL E EU

Há uma altura do dia que me enche a alma de nostalgia...
Não de uma nostalgia carregada de dor, de memórias tristes, de saudade... mas daquelas doces, de respiração prolongada e profunda, de agradecimento e dádiva.

Há uma altura do dia em que me sinto plena e descontraída, quase a ponto de conseguir desligar os pensamentos e ficar apenas a contemplar...
Não parada e apática, nem inerte e triste... mas em paz comigo mesma e tranquilamente apaixonada por tudo aquilo que a vida me tem permitido viver e aprender.

Há uma altura do dia em que nada é exatamente o que parece...
E não é que a mentira viva por perto, nem que a verdade se esconda nas cores do ambiente... mas, ao mudar a luz que o ilumina, o mundo surge com diferentes tons, com cheiros característicos, com brilhos que não conseguimos detetar noutras alturas.

Há uma altura do dia em que vivo as minhas emoções em pleno, em que consigo abraçar-me sem dúvidas nem inseguranças, em que respeito o que sinto e quero sem preconceitos nem medos, em que me assumo tal como sou, em que posso chorar sem ser de tristeza ou rir mesmo não estando feliz, em que o meu "eu" se liberta e ascende brilhando de cores suaves, em que não há 8 nem 80 porque tudo é serenidade e ternura.

Mas essa altura do dia, bem junto ao pôr do sol, é por mim apenas plenamente vivida se estiver junto ao mar, que me compreende sem palavras nem gestos, que me acolhe e me abraça apesar de apenas olharmos um para o outro... perto dele, consigo amar o céu e a terra, vivendo todos os pedaços do mundo que me rodeia.

E este ano tive muitos momentos destes... e carreguei baterias como nunca... e, verdadeiramente, enriqueci por dentro.




terça-feira, 22 de setembro de 2015

NOVOS AUTORES #08 - JOÃO PERRE VIANA

Conheci João Perre Viana através do facebook da sua obra, "Rosalía de Castro - Uma história que sonha sem ser um livro, já não sei exatamente como.
Trocámos algumas mensagens privadas, nas quais me ofereci para ler o seu livro e combinámos como poderia este blog dar uma ajuda na sua divulgação.

Não demorou muito tempo até que o recebesse na minha caixa do correio e começasse a devorá-lo, tendo sido um prazer escrever sobre ele AQUI.

Tive ainda o prazer de conhecer pessoalmente João Perre Viana num pequeno-almoço memorável, em plena capital, num ambiente descontraído, onde o autor me encantou com a sua personalidade carismática e as suas experiências de vida, para além de ter acabado por responder pessoalmente a algumas das questões que hoje vos apresento respondidas por escrito.

Obrigada, João Perre Viana, por tão agradáveis momentos e encantadoras palavras!!


1. Quando e como percebeu que tinha em si o talento da escrita?

Não creio que tenha sido eu a aperceber-me disso, mas antes algumas pessoas próximas que gostavam das histórias que teimava em passar para pequenos cadernos e que sempre me acompanham.
Mais do que talento para a escrita que, honestamente, não creio que tenha em abundância, penso que sou um contador de histórias que gosta de partilhar através da escrita o que lhe vai na alma. 

2. Como foi, resumidamente, todo o caminho desta obra, desde a sua escrita até à publicação em papel?

A minha vida profissional tem-se revelado a melhor agência de viagens possível, para quem passa muito tempo dentro de aviões e de aeroportos acaba por ganhar um tempo precioso que pode ser bem aproveitado.
Entre as diferentes histórias que tenho escrito, houve uma que pareceu ganhar vida própria ao ponto de me obrigar a continuar.
Quando me apercebi de que poderia ter um possível livro nas mãos, decidi pesquisar um pouco o mercado editorial e tentar identificar qual podia ser a melhor estratégia para prosseguir.
Rapidamente consegui compreender que a “industria dos livros” é um buraco negro que suga a criatividade dos autores e encaminha, como se de um rebanho se tratasse, os leitores para o que se quer vender.
Como professor de empreendedorismo que sou, decidi provar a minha própria receita para tantas outros negócios e avancei com uma edição de autor, um blog suportado por outras redes sociais e uma campanha de crowdfunding no indiegogo para apoiar o financiamento do projecto.
Creio que foi a melhor opção, pois sem depender de ninguém, atingimos mais de 15.000 leitores no facebook e cerca de 20.000 no blog, foram vendidos mais de 400 livros em dois meses, utilizando exclusivamente a loja online dentro da página de Facebook e algumas livrarias Fnac.
Em resumo, se mais escritores seguissem esta abordagem, tanto leitor como o autor sairiam a ganhar (bastante), pois os livros poderiam ser bastante mais baratos tal como o livro Rosalía de Castro é, e os autores poderiam provavelmente ganhar mais do que os típicos 10% do valor do preço de capa quando trabalham com as editoras e distribuidoras tradicionais.
Estou muito feliz com os resultados obtidos e acima de tudo com o feedback que tenho tido dos leitores sobre a história.

3. De que forma as suas experiências profissionais favoreceram a escrita de “Rosalía de Castro”?


O que escrevo e a forma como escrevo é bastante influenciado pelas minhas experiências pessoais, onde se incluem as minhas experiências profissionais.
Ter tido a oportunidade de viver e trabalhar em mais de uma dezena de países nos últimos vinte anos ajudou-me a acrescentar detalhes que ganham outro sabor quando pisamos as mesmas pedras da calçada ou vivemos os mesmos arrepios na pele e na alma.

4. Quais as razões que o levaram a optar por uma edição de autor?

Como expliquei anteriormente, acredito nas pessoas que fazem e que acrescentam valor ao que fazem, como tal neste projecto fez todo o sentido assumir pessoalmente a responsabilidade de colocar a obra ao sol.
Por outro lado, acho interessante a minha primeira obra ter sido feita da mesma forma que os primeiros livros em papel foram publicados, através de edições de autor, criando uma aproximação enorme entre quem escreve e quem lê.

5. Quais considera serem as principais vantagens das campanhas de crowdfunding na literatura?

Vivemos num mundo onde tudo se quer quase de imediato e os livros não escapam a esse paradigma. Quantas vezes se compram livros apenas com base no que nos é mostrado nas estantes das novidades e nos tops de vendas?
Ao invés, as campanhas de crowdfunding exigem que os leitores percebam o que estão a apoiar, conheçam a história, conheçam o autor e ao apoiarem sintam-se parte de todo o processo passando a dar outro significado ao livro que um dia chegará às suas mãos.
Finalmente o crowdfunding aproxima o verdadeiro interesse à obra o que é algo absolutamente revolucionário e que ainda não está a ser bem percebido no seu verdadeiro potencial, mas para lá caminhamos pois as pessoas de uma forma geral estão cansadas de intermediários que nos dizem o que devemos pensar, dizer, comprar, etc. 
 
6. Onde foi buscar inspiração para construir as quatro personagens principais?

A várias fontes. Algumas personagens são próximas de pessoas que, por algum motivo, se cruzaram na minha vida tendo, no entanto, acabado por assumir uma postura bem diferente da sua realidade, foram mais um ponto de partida do que um fim em si mesmo.
Outras são produtos da história maior da nossa humanidade, uma espécie de representantes de uma determinada realidade dentro de uma das formas como se pode ver o mundo.
Outros nasceram pura e simplesmente dentro do livro e provavelmente aí permanecerão.
    
7. Porque têm nacionalidades diferentes e o que motivou a escolha de cada país de origem?

A Europa em que vivemos reflecte-se na história de Rosalía de Castro, o que está para trás, o presente e provavelmente o futuro, não creio que faria grande diferença ao centro da história alterar a nacionalidade das personagens, pois para algumas das gerações que se revêem no livro, os desafios, anseios e desejos são exactamente os mesmos.

8. Identifica-se, de alguma forma, com José, o personagem principal masculino?

Creio que qualquer pessoa, homem ou melhor, mais ou menos jovem se identifica com José, pois ele é um pouco de todos nós.

9. Porque razão decidiu usar tantas notas de rodapé ao longo da sua obra e porque o fez em diferentes idiomas?

As notas de rodapé são pensamentos, interrogações e curiosidades que saíram directamente da cabeça do autor e que em determinado momento inicial foi também ele leitor.
O nosso mundo mundo tem várias cores e os diferentes idiomas são expressões e formas de pensar para quem vê o mundo sem barreiras e sem fronteiras.

10. Como foram escolhidos os temas musicais para cada capítulo?

O infinito tal como eu gosto de Lhe chamar teve um papel fundamental na criação desta obra, apenas tive de estar atento e escutar o que me estava a ser dito através da música. Creio que foram as músicas que escolheram entrar e aparecer da forma como apareceram. 



OBRIGADA, JOÃO PERRE VIANA!!

domingo, 20 de setembro de 2015

FOI FESTA BRAVA NA MOITA DO RIBATEJO

Porque independentemente de concordarmos ou não com a festa brava, ela existe e marca como poucas as Festas da Moita do Ribatejo, aqui ficam alguns apontamentos de 10 dias de tradições e cultura popular...









sábado, 19 de setembro de 2015

NOVIDADES LITERÁRIAS EM SETEMBRO

Não são muitas as vezes que venho aqui deixar as novidades do mundo literário, pois gosto mais de falar de livros que já li do que especular sobre o seu conteúdo, mas este mês tenho mesmo de o fazer, pois sairão 4 livros fantásticos, de duas editoras diferentes, os quais pretendo ler e (quase) aposto que serão excelentes leituras.

NOVIDADES BIZÂNCIO


Título: "Khadija, A Mulher de Maomé
             As Mulheres do Islão - Volume 1"
Autor: Marek Halter
Págs.: 336
Preço: 15,09€ / 16,00€
Colecção: Ilhas Encantadas
Género: Romance

Sinopse:
O nascimento do Islão começa por ser a história de uma mulher, Khadija. A primeira mulher do profeta, a mulher que o amava quando ele era apenas um jovem caravanista.
Viúva, bela e rica, Khadija tem de voltar a casar-se para manter o seu lugar na sociedade muito masculina de Meca. Contra toda a expectativa, escolhe um homem pobre, Muhammad ibn ‘Abdallâh. Durante dez anos de felicidade, impõe Muhammad aos poderosos clãs de Meca e forma com ele um casal excepcional, modelo de sabedoria e de moderação.

Durante toda a sua vida Maomé apoiou-se em três figuras eternas da feminilidade: a mãe, a guerreira e a confidente.

Se Khadija não tivesse dito: «Eu acredito», a aventura muçulmana não teria nunca começado. Sem a sua filha mais nova, Fatima, guerreira intransigente, Muhammad não teria conseguido impor o Islão na península arábica. E se Aicha, sua última mulher, não tivesse fielmente transcrito as suas palavras, não conheceríamos o Corão.


Título: "O Que o Dia Deve à noite (reimpressão)"
Autor: Yasmina Khadra
Págs.: 352
Preço: 11,79€ / 12,50€Colecção: Montanha Mágica
Género: Romance

Sinopse:
«O meu tio dizia-me: ‘Se uma mulher te amar, e se tiveres a presença de espírito para avaliar a extensão desse privilégio, nenhuma divindade te chegará aos calcanhares.’ Orão sustinha a respiração nessa Primavera de 1962. (…) Eu procurava Émilie. Tinha medo por ela. Tinha necessidade dela. Amava-a e regressava para lho provar. Sentia-me capaz de enfrentar furacões, trovões, todos os anátemas e as misérias do mundo inteiro.»
 
Yasmina Khadra oferece-nos neste livro um grande romance da Argélia colonial (entre 1936 e 1962) — uma Argélia torrencial, apaixonada e dolorosa — e lança uma nova luz, numa escrita soberba e com a generosidade que se lhe reconhece, sobre a separação atroz de duas comunidades apaixonadas por um mesmo país.


NOVIDADES CASTOR DE PAPEL


TÍTULO: INSÓNIA 
AUTOR: J. R. Johansson 
FORMATO: 16 x 24 cm 
PÁGINAS: 240 
1.ª EDIÇÃO: setembro 2015 
PREÇO: 15,90 €

Sinopse:
Parker Chipp tem dezasseis anos e não dorme há quatro. Está pálido, tem olheiras, sente tremores e, por vezes, “apagões”, não tendo qualquer memória sobre onde foi – e o que fez – durante esses períodos de tempo. Está, enfim, a chegar ao limite das suas forças. É que, em vez de Parker dormir, todas as noites ele entra nos sonhos da última pessoa com quem teve contacto visual. Não compreende como esta sua maldição funciona, mas sabe que, se nada na sua vida mudar em breve, simplesmente morrerá. Até que conhece Mia. Os sonhos dela são belos e tranquilos, permitindo-lhe um repouso maravilhoso… e extremamente viciante. Mas aquilo que começou por ser um encontro fortuito torna-se uma verdadeira obsessão ─ o enorme desejo de Parker para ter aquilo de que precisa vai levá-lo a exceder todos os limites que nunca imaginou ultrapassar. 


TÍTULO: TODA UMA NOVA VIDA 
AUTOR: Lucia Giovannini 
FORMATO: 16x24 cm 
PÁGINAS: 248 
1.ª EDIÇÃO: setembro 2015 
PREÇO: 16,64 € 

Sinopse:
Embarque numa viagem transformadora com Lucia Giovannini, que com leituras e esforço mudou a sua vida e hoje é considerada em Itália uma nova Louise Hay. O seu trabalho incorpora, numa sinergia particular, técnicas de psicologia tradicional, práticas motivacionais e rituais antigos e é internacionalmente conhecida pela sua clareza, sinceridade e um formidável trabalho inspiracional. Se procura uma solução concreta para mudar a sua vida este livro mostralhe o caminho para alcançar os seus desejos e dá-lhe os instrumentos para escolher, finalmente, a vida que realmente quer viver. 

"VAMPÍRIA", NA QUINTA DA REGALEIRA


Como (quase) sempre em Sintra, a noite estava fresquinha e convidava a casacos e outros agasalhos.
O céu estava estrelado e brilhante, como que complementando o palco que cá em baixo se aprontava para o espetáculo começar.
O ambiente romântico e sombrio da Quinta da Regaleira prometia, quase por si só, uma noite de emoções fortes...

E eis que alguém nos vem chamar e nos leva por caminhos escuros e enigmáticos, já nos envolvendo no ambiente da peça, convidando-nos a conhecer a última família de vampiros.

Ao fim de alguns (bons) metros, um "apartamento" nos espera, com espaço confortável para nos sentarmos e uma manta quentinha em cada assento, sabiamente montado entre as luzes da cidade (ao fundo, iluminando), após uma entrada discreta por um cemitério criado para o efeito.

E a peça começa!!!

E os arrepios são mais de frio e de gargalhadas do que de medo... mas também os há de susto e surpresa.
E a história desenrola-se com personagens divertidas e carismáticas, por um lado perdidas numa idade contada em séculos, por outro muito atuais na forma de convívio em família: um pai forte que comanda a casa, uma mãe racional e doce, uma filha irreverente e alegre, um filho demasiado sensível para vampiro, um avô engraçado que já perdeu os caninos e um empregado divertido e trapalhão, que também faz parte da família. (E outras três que se transformam em seis ou sete e que complementam a história!)
E o "palco" está sempre cheio de energia e cor, apesar do negro das roupas e da pouca luz que ilumina o espaço, com entrada e saídas em cena, movimentações das personagens, surpresas que aparecem, humor nas palavras e nas ações.
E os adereços são poucos mas tão bem escolhidos que fazem as cenas ficar completas, ainda enchendo o ar com um perfume que envolve e aquece.

Foi TÃO bom assistir a esta peça com os meus filhos!!!



 

"Vampíria" é mesmo (mais) uma excelente produção da companhia de teatro "Byfurcação", que nos brinda com maravilhosas peças desde 1999, promovendo a cultura em quatro vertentes: teatro para a infância, teatro para todos, teatro de rua e teatro de improviso.

Vale sempre a pena assistir e deixar-nos envolver nas suas peças...
Parabéns, Byfurcação, e obrigada pelo excelente trabalho que fazem em prol da cultura nacional.

(Ver AQUI opinião sobre a peça "A volta ao mundo em 80 dias")

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

"O EVANGELHO DE FOGO" - MICHAEL FABER

Neste momento estou a ler vários livros, todos diferentes uns dos outros, sobre os quais escreverei mais tarde e que me têm envolvido bastante, pelo que demorei um pouco mais a vir escrever sobre a última leitura: "O Evangelho de Fogo", de Michael Faber.


Sinopse:
Theo Griepenkerl é um modesto académico com um ego olímpico. Quando visita um museu saqueado, no Iraque, em busca de peças valiosas que possa embarcar para o Canadá, encontra nove rolos de papiro que tinham estado escondidos durante dois mil anos. Uma vez traduzidos do aramaico, estes revelam-se um quinto Evangelho, escrito por uma testemunha ocular dos últimos dias de Jesus Cristo. Mas quando Theo resolve partilhar com o mundo esta sensacional descoberta, é incapaz de calcular o impacto que o Novo Evangelho irá ter em cristãos, em árabes, em maníacos homicidas e em clientes da Amazon. Como a dádiva do fogo de Prometeu, ela teve consequências incendiárias. 

Opinião:

Pode parecer estranho, pelo menos para mim é, mas não consigo ter uma opinião muito convicta e bem elaborada deste livro.
Apesar do tema ser muito interessante e de ter gostado bastante da sinopse, não consegui deixar-me envolver muito pela história, que me pareceu pouco explorada e, talvez, um pouco "superficial".
Até nem sou de gostar de obras muito grandes e agradou-me bastante agarrar numa com apenas 154 páginas, que pensei devorar em pouquíssimo tempo, o que acabou por não acontecer.

A história é interessante e está organizada de uma forma motivadora, incluindo transcrições de documentos, a tradução do tal evangelho de Malco, cartas, etc, visivelmente diferenciadas através do uso de diversas "fonts".
A escrita é simples e acessível, com recurso a muitos diálogos, parecendo facilmente adaptável a um filme ou série televisiva.
A personagem principal é enigmática, pelo que simpatizei logo com ela, mas gostaria de tê-la conhecido melhor, talvez através de maiores ou melhores descrições e alegorias.

Foi uma leitura agradável, apesar de não ser das melhores, a qual aconselho a quem gosta de livros sobre o tema e que queira aproveitar curtos espaço de tempo para uma leitura simples e leve.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

D.A.M.A. NA MOITA DO RIBATEJO

Ontem fui com a Matilde e as amigas à Festa da Moita assistir ao espetacular concerto dos D.A.M.A. e vim para casa mesmo de alma cheia, recarregadas as baterias com toda a luz e cor que preencheram o espaço à volta do Palco Super Bock.
Esta banda lisboeta de pop/rock, formada por Francisco Pereira, Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho, três jovens bem-comportados e com belíssimas vozes, consegue mesmo encher o palco com uma energia contagiante, de amizade e de felicidade!!
Acompanhados por 5 músicos, entre os quais um baterista, um pianista e vários guitarristas, conseguiram fazer vibrar a plateia, não só com os seus temas mais conhecidos, mas também com a forma empolgante e motivante com que lidam com o público, puxando pela participação de todos, interagindo com simplicidade e simpatia, agradecendo, dando espaço para que todos cantassem os seus refrões, pedindo gritos, palmas, braços no ar...
Com concerto a começar pontualmente às 23h, o que, em Portugal, já se aplaude de pé, muito tempo antes já o espaço estava cheio de público entusiasmado e expectante, maioritariamente adolescentes e do sexo feminino, mas muito diversificado e igualmente predispostos a mais de uma hora de espetáculo.
Ouvimos temas como "Luísa", "Na na na", "Balada dos desajeitados", "Às vezes" e "Não dá", mas também um tema novo que sairá no próximo cd, bem como temas de outros artistas e que integraram no seu reportório, como "Re-tratamento" (Da Weasel), "I'm yours" (Jason Mraz) e "Torn" (Natalie Imbruglia). Esta última, quanto a mim, foi interpretada de forma espetacular e colocou todo o público a cantar em coro, numa sintonia arrepiante.
A meio, os vocalistas interromperam o concerto porque no público estava alguém a sentir-se mal (aparentemente com ataque de epilepsia) e o grupo decidiu que deveríamos todos esperar para lhe dar oportunidade de também assistir a todo o espetáculo, numa atitude de humanismo e humildade que colocou a plateia unida e solidária muito louvável.
Gostei bastante da relação de proximidade e cumplicidade entre todos, da forma como se relacionaram, como foram apresentados os músicos acompanhantes, da simplicidade do vestuário e da enorme dinâmica em palco.
Valeu mesmo a pena lá estar!!!


segunda-feira, 14 de setembro de 2015

8 OU 80...

Nunca fui de meios termos nem de meias conversas... sempre me deixaram insatisfeita e insegura, sempre me impeliram a continuar a falar até tudo estar explicado e resolvido ou a voltar a questionar até descobrir os quês e porquês.
Não sou de jogar conversa fora ou de ver passar o tempo... muito menos me agradam as conversas sobre o tempo que faz ou o tempo que já passou, convencida de que há sempre assuntos com substância e que o passado fez de nós o que hoje somos.
Não me confortam as meias verdades nem me convencem as meias vontades, onde muitos vivem confortavelmente e se acomodam, aposto que mais por medo do que por opção... prefiro verdades dolorosas e atitudes marcadas.
Confundem-me os sorrisos sem cor e os olhares sem brilho... prefiro lágrimas que rolam, gritos que descabelam. gargalhadas que enchem as salas.
Desconforta-me conduzir a meia velocidade. Facilmente me distraio, ganho sono ou me torno irritadiça. Prefiro autoestradas, dançar e cantar ao volante, ir em marcha (num casamento, procissão ou funeral), encontrar, de quando em quando, um semáforo que me faça parar.
Sempre fui de emoções, de paixões, de batalhas e de grandes decisões. Gosto de andar de montanha-russa e sonho saltar de páraquedas, apaixono-me (até) por livros, filmes e objetos, luto por amor mesmo perdendo a razão...
Gosto de pessoas de personalidade forte, mesmo que duras e agressivas ou assustadoramente meigas e felizes, melhor ainda se oscilando entre os dois polos conforme as circunstâncias e as necessidades...
Gosto de quem arrisca, mesmo que se arrependa, de quem corre, mesmo que caia, de quem faz porque ama, não se importando se ninguém concorda ou ninguém vê.

E é assumindo tudo isto de alma e coração, sentindo-o nas veias e congratulando-o com um sorriso rasgado e luminoso, que encontro a paz do amor-próprio...
Porque eu sou assim, de 8 ou 80, de inverno e de verão, de gargalhada e de choro, de amor e de ódio... eu sou assim e é assim que tenho de me amar e respeitar...
(Hoje) nem percebo porque não me amei sempre se sou tudo aquilo que amo.


sexta-feira, 11 de setembro de 2015

UM MIMO PARA MIM - "MANUEL SILVA JÓIAS"

Acho que já vai dando para reparar que estou a viver uma fase mais egocêntrica na minha vida...
Sem egoísmos, sem deixar de ser uma mãe atenta e presente, uma professora empenhada ou uma cidadã e familiar simpática e acessível, estou empenhada em olhar para mim mesma, para o que sou enquanto pessoa e enquanto mulher. 
Sim... Estou definitivamente decidida a amar-me!
Estou a aprender a aceitar-me, a valorizar-me e mimar-me como (já sei que) mereço!!

Por isso, resolvi que o "EU MULHER" tem de começar a ser mais evidente por aqui e decidi criar a rubrica: "Um mimo para mim", onde mostrarei pequenos presentes com que fui mimada e que, discretamente, mostram muito da mulher que me orgulho de ser.

Este primeiro mimo foi-me oferecido gentilmente por MANUEL SILVA JÓIAS. um parceiro que admiro muitíssimo, tendo sido especialmente criado para mim.


É um fio de prata com o meu nome, complementado com um coração e um pequeno brilhante. É uma peça muito delicada e fina, bonita, discreta, elegante e que fica maravilhosamente no meu pescoço. É leve, simples e com moderado requinte. Desde que a recebi, na sexta-feira, que não a largo e acho mesmo que combina bastante comigo.
Obrigada, Manuel Silva Jóias, pelo mimo para mim!!!



É um criador de jóias em prata e ouro, de Gondomar, que tem todas as suas peças devidamente contrastadas pela Imprensa Nacional Casa da Moeda.
Faz jóias lindas, entre colares, anéis, brincos, pendentes e pulseiras, vendendo através da sua página de facebook (link no título), todas com os melhores preços do mercado
Eu gosto muito de quase todas as suas peças, mas resolvi fazer uma seleção para mostrar e divulgar o excelente trabalho deste simpático homem.