segunda-feira, 31 de agosto de 2015

MEALHEIRO LITERÁRIO DE AGOSTO

Este mês a biblioteca da minha casa não ficou muito mais cheia, apesar de terem sido bons os que nela arranjaram morada.

Para começar, recebi o livro "Homens que matam cabras só com o olhar", que ganhei num passatempo de um blogue amigo e que me chegou à caixa do correio porque uma seguidora muito querida me avisou que eu tinha sido vencedora.

Obrigada, Filomena Rodrigues!!!

Ganho no passatempo do blogue "Viajar pela leitura"
(valor: 5,00€ na Wook)

Para além desta oferta, foram mais 3 os novos livros que entraram em minha casa, mas estes comprados numa promoção do Continente: 1 livro a 6 euros e 3 livros a 12 euros:

Paguei 12€
Valor dos 3 livros: 15,14€ + 12,20€ + 13,90€ = 41,24€


OS TOTAIS:
Gastei: 12€
Saldo: 35,05€ - 12€ = 23,05€
Valor para setembro: 23,05€ + 10,70€ = 33,75€

Valor dos livros que juntei em agosto: 46,24€
Poupança: 74,05%
Poupança média de 2015: 89,87% (552,13€)

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

"ROSALÍA DE CASTRO - UMA HISTÓRIA QUE SONHA EM SER UM LIVRO"

Lembro-me bem do dia em que comecei a ler a obra "Rosalía de Castro - Uma história que sonha em ser um livro": estava a almoçar sozinha no "Terminus", um restaurante que adoro, na Praia da Fonte da Telha. Curiosamente, ou talvez não, foi numa espreguiçadeira da mesma praia que terminei a sua leitura, seguindo-se uns agradáveis momentos agarrada ao livro, a saborear o final e a sentir o calor do sol a completar o cenário.

"Rosalía de Castro . Uma história que sonha em ser um livro" é a primeira obra de J. Perre Viana e
foi-me gentilmente oferecida pelo próprio autor, com direito a autógrafo personalizado.

Este livro tem quatro personagens principais, todas de nacionalidades diferentes, contando-nos a história de vida de cada uma delas, as relações que entre si foram estabelecendo e a forma como por elas foram marcadas.

No centro do enredo está José, o único homem, um português à procura de um rumo, perdido e achado numa vida que foi sendo construída para ou por ele, cheio de potencialidades mas comodista até nas ambições.
E à sua volta, conhecemos três mulheres, todas elas carismáticas, belas e bem sucedidas: Agnes (húngara, de Budapeste), Monika (checa, de Bratislava) e Maria (espanhola, de Vigo).


Tenho de começar por dizer que quase me apaixonei pela personagem principal masculina e que consegui formular dela uma imagem muito pessoal e pormenorizada. Quanto a mim, este livro é mesmo sobre José e poderia bem ter o seu nome no título, pois todas as histórias surgem dele, para ele ou por ele.
Vejo José como um homem inteligente, charmoso e puro, mas perdido num passado, presente e futuro que não agarrou como seus, mas que procura encontrar a todo o custo, integrando-se no que não pode mudar, acomodando-se para não causar desconforto e aventurando-se na busca de um sentido para a vida, de um sonho. É um personagem que cresce em poder, como o homem em maturidade, à medida que os anos vão passando e os capítulos do livro, simultaneamente, também.

Também gostei bastante das restantes personagens, as femininas, todas elas mulheres de sucesso e de garra, com horizontes mais definidos e sentidos mais apurados. Achei muito importante e gratificante para a história o serem de nacionalidades diferentes e terem experiências de vida também diferentes, o que enriqueceu bastante não só o enredo mas também os cenários e os diálogos, bem como a tal "história paralela" que nos é contada através das notas de rodapé.

Quanto ao uso de diversas notas de rodapé ao longo de todo o livro, característica tão peculiar nesta obra, quero primeiro referir que compreendo porque razão o autor o fez e dou bastante valor a todas as informações nelas contidas. Na verdade, estas notas incluem, para além das vulgares explicações de expressões usada na linguagem oral, um conjunto importantíssimo de informações sobre o nosso país (seus lugares, costumes, tradições...) e também biografias de músicos referenciados, conceitos filosóficos, resumos de filmes, episódios da História Mundial, explicações de siglas e conceitos, entre tantas outras.
Enquanto lia a obra, poucas foram as notas que consultei, porque na realidade não senti necessidade, mas senti-me apoiada sabendo que a elas poderia recorrer se não entendesse algo na história, tendo usando esta peculiaridade quase como se se tratasse de um motor de busca, recorrendo em s.o.s.

Relativamente à escrita de João Perre Viana tenho de dizer que é deliciosa.
O autor escreve de forma muito humana e quase audível, parecendo até que conhece o leitor e que adivinha os seus pensamentos, usando um vocabulário acessível, mas bastante diversificado e rico (sem ser erudito), equilibrando bem os momentos narrativos com os diálogos, descrevendo lugares e situações de forma leve, mas adjetivada, e brincando com as palavras.
Senti-o como um poeta que escreve em prosa, razão pela qual retirei do livro diversas frases-chave que poderão servir de inspiração de vida. Muitas das suas palavras têm música, que nos embala ou nos abana violentamente, conforme o sentido que lhes conseguimos dar.

Há ainda um pormenor que me encantou no final do livro: o autor deixou-nos a "playlist" de todos os temas que serviram de banda sonora do livro, num total de 39 temas de diferentes autores e géneros musicais.

sábado, 22 de agosto de 2015

NOVOS AUTORES #06 - LINETE LANDIM

Foi através de outros blogues que conheci a autora Linete Landim e fiquei, desde logo, com interesse nas suas obras. Na altura, tinha apenas dois livros publicados: "Flores Silvestres" e "Porto de Abrigo". (Lembro-me bem de tentar ganhar algum num passatempo!)
Fui sempre seguindo de perto a sua carreira, sempre interessada nos seus romances, apesar de não ter chegado a comprar nenhum...
Até que decidi tomar coragem e dirigir à escritora uma mensagem privada, sem saber como seria acolhida. E a surpresa foi grande! Linete Landim recebeu-me "de braços abertos" e foi com imenso prazer que a conheci pessoalmente e estive no pré-lançamento de "Correspondência", o seu quarto romance (ver AQUI).

Hoje volto a falar desta grande (nova) autora, porque tenho comigo as perguntas e respostas que trocámos e que, de certeza, irão mostrar a autenticidade e a beleza desta mulher, dentro e fora do seu lado de escritora.
Obrigada, Linete, por aceitares este desafio!!!


1. Como descobriu que morava em si uma escritora e o que a levou a começar a escrever o primeiro livro?
Olá Marisa, soube desde sempre que morava em mim uma contadora de histórias. Adorava fechar os olhos e deixar-me ir pela imaginação, tendo como única ouvinte a minha irmã. Na adolescência, comecei a transpô-las para cadernos, para que as minhas amigas pudessem também fazer parte dos meus sonhos. Mas nunca pensei na escrita como algo profissional. Só há cerca de cinco anos é que resolvi publicar as minhas obras.

2. Sendo uma mulher de família, como gere a escrita de um livro com toda a dinâmica e quotidiano familiar?
Tenho uma família espetacular. O meu marido e o meu filho compreendem a minha dedicação e facilitam-me imenso o meu dia-a-dia. Tento escrever nos períodos em que eles também estão ocupados (escola e o trabalho), mas nem sempre é possível.

3. Onde foi buscar inspiração para escrever “Correspondência”?
O desejo de escrever um livro baseado na troca de correspondência já era antigo, mas demorou até surgir a ideia de como fazer disso uma história. Um dia coloquei as preocupações para de trás das costas e entreguei-me àquelas páginas em branco. Confesso que o enredo foi surgindo à medida que ia escrevendo.

4. Identifica-se com a personalidade de Madalena, a personagem principal? De que forma?
Sim, em parte. Tal como a Madalena, sou uma mulher confiante, positiva e não tenho medo de arriscar. Quando resolvi publicar a minha primeira obra (Flores Silvestres) fui completamente ignorada por quase todas as editoras. Hoje, sinto-me orgulhosa de ter arriscado e de ter insistido.

5. Porque escolheu Leiria como cenário deste romance?
Esta é fácil. Os meus sogros vivem em Leiria e eu sou apaixonada pela cidade. Lamento não ter aprofundado mais a cidade de Leiria, mas infelizmente disponho apenas de um certo número de páginas por livro.

6. A que características da sua personalidade atribui a capacidade para escrever as cenas mais íntimas dos seus livros?
As cenas íntimas requerem um misto de características: criatividade, ousadia e coragem. Criatividade porque gosto de explorar novos cenários e novas envolvências. Ousadia porque trata-se de sexo, o que leva muitas pessoas a retraírem-se. É preciso ter muito cuidado ao escrever sobre sexo, pois a linha que separa o sensual/erótico do pornográfico é muito ténue. E coragem, porque estou a expor-me de forma voluntária aos caprichos e opiniões de todos. 
 
7. De que forma acha que os leitores portugueses recebem os romances eróticos?
Felizmente, fui bem acolhida e acarinhada. Recebo diariamente várias mensagens de felicitações e ótimas críticas. No entanto, há algo surpreendente nos meus leitores. As mulheres abordam-me essencialmente por email, Facebook, Instragram ou telemóvel, e descrevem as cenas que mais gostaram, as personagens ou a rapidez com que leram os livros. Já os homens, a sua maioria reconhece-me na rua e vem falar comigo diretamente, dando-me os parabéns. Muitas vezes fico sem saber qual dos livros leram.

8. Segundo referiu no pré-lançamento de “Correspondência”, os próximos da trilogia serão sobre 2 dos irmãos de Gustavo. Podemos saber quais?
Certíssimo, Marisa. O próximo será “Rendição”, a história de Alberto. Para quem leu o “Correspondência” ficou a saber que as irmãs de Alberto temem que ele possa ser alvo de uma cilada perpetrada por uma jovem que pretende obrigá-lo a casar-se. Pois bem, o receio das irmãs torna-se real. A finalizar a coleção, temos “Lorde Indeciso”, a história de Salvador, o irmão mais novo. Salvador é visto pela família como um boémio, um libertino e esta ideia sai reforçada quando Salvador choca todos ao se ver incapaz de escolher a sua futura esposa. O problema é que a sua indecisão recai sobre cinco irmãs.  

9. Se “Correspondência” fosse adaptado ao cinema, que atores (portugueses e estrangeiros) gostaria que interpretassem os papéis principais?
Adoraria muito ver uma obra minha adaptada ao cinema. Infelizmente não domino esta área, mas gosto muito do Paulo Pires e do Ricardo Carriço, atores veteranos. Adoraria ver a banda sonora entregue a David Fonseca. Amo as suas músicas e não sei porquê mas associo a música "I´ll see you in my dreams” ao Correspondência.

10. Se escrevesse um livro infantil, qual seria o assunto abordado e que nome lhe daria?
Oh! Amei esta pergunta pois é tema recorrente cá em casa. Se escrevesse um livro infantil seria uma coleção sobre um miúdo chamado Miguel, de 11 anos que vive grandes aventuras durante o sono. Neste mundo ele é um guerreiro com poderes, e defende o Reino. A sua missão: recuperar a jóia roubada por um terrível vilão. Mais tarde, Miguel e os leitores descobrem que o que acontece no sono é, de alguma forma, real pois ele transporta objetos para o seu quarto. O título seria “Quando fecho os olhos...” 


sexta-feira, 21 de agosto de 2015

YOGA ENTRE HISTÓRIAS

Foi em dezembro de 2014 que dei de caras com o projeto "Yoga entre Histórias" de Cláudia Pinto Praça, tendo logo ficado encantada com a ideia, com os objetivos e com a dinâmica que poderia ser gerada a partir de um livro cujo título, por si só, já chama a atenção: "O leão que perdeu a juba".

Não posso fingir que saber que a Cláudia é professora não deu algum reforço ao enorme interesse com que fiquei pelo projeto, mas descobri que por detrás desta colega tão talentosa está mesmo um mundo de magia para as crianças e acabei por comprová-lo ao vivo e a cores!

Contactei a Cláudia e agendámos duas sessões de apresentação do livro e do projeto para o dia 19 de março deste ano, como forma de comemorar, ao mesmo tempo, o Dia do Pai e a Quinzena da Leitura.

A autora foi uma incansável ajuda na logística das sessões e foi MARAVILHOSO ter os meus alunos e os seus pais na escola, após o horário das aulas (das 17h30 às 19h30), a ouvir uma história, a relaxar com os exercícios de Yoga, a divertir-se com movimentos e imitações e a contactar, tão proximamente, com a autora de um livro (até a abraçaram e a trataram por "tu"!).

Falei da sessão AQUI.

A autora falou dela AQUI.

E vale mesmo a pena apresentar este projeto, que começou com um livro e já ganhou asas capazes de voar até bem longe!

PARABÉNS, CLAÚDIA!!!


O livro "O leão que perdeu a juba", com texto de Cláudia Pinto Praça e ilustrações de Zeka Cintra, conta a história de uma grande amizade entre os animais da selva e o seu rei. É que, certo dia, o majestoso e cabeludo leão acordou careca e ficou triste. Mas logo todos os animais se uniram para o ajudar e foram muitas e divertidas as cabeleiras que lhe arranjaram.

A história é deliciosa. Fala principalmente sobre amizade, mas também sobre preconceitos, alegria, companheirismo, cumplicidade... E fá-lo de uma forma simples e muito bem escrita para crianças, parecendo-me ótima para miúdos até aos 8/9 anos.

As ilustrações são muito apelativas, coloridas e divertidas, estando bem adequadas à história e à mensagem que quer transmitir, ajudando e complementando o projeto.

Cada página traz ainda um movimento de yoga para dar dinâmica à história e, ao mesmo tempo, desenvolver competências nas crianças e facilitar a relação entre quem lê e quem escuta a história, o que pode ser mesmo um mote para um bom momento de cumplicidade entre pais e filhos.


terça-feira, 18 de agosto de 2015

2660 DIAS DEPOIS...

Curiosamente, ou talvez não, não é nos dias em que me sinto pior que tenho a tentação de ir buscar palavras anteriormente escritas e sofridas... E não é por mero masoquismo que o faço em dias melhores, mas porque há ciclos que têm de ser encerrados com categoria e não consigo desistir deles enquanto não lhes dou um último solo no palco da vida, só possível quando a energia da luz é maior do que a escuridão.

Há vários anos atrás, o peito doía muito e, inesperadamente, mudavam os sentimentos com que usava o olhar interior e a intensidade com que os cruzava com outros olhares. Não houve uma culpa, nem houve um problema. Houve uma falha na comunicação e um conjunto de emoções que desequilibraram a mente e a alma, quiçá possível porque existe quem também precise de pisar para se erguer. E doía... e não digo doeu, porque não durou um ou dois dias no pretérito perfeito, mas umas centenas no imperfeito. Agora, já passou... Foi passando.


2660 DIAS DEPOIS...

"Eu tento, mas não consigo. Não consigo tirá-la da minha cabeça, da minha mente. Não consigo deixar de odiá-la, de querer que suma, que se afaste, desapareça. Ela vai, mas volta, volta sempre. E sempre para me atormentar, me desequilibrar, me fazer gritar, espernear, descontrolar.
É aranha pegajosa que se move em meu mundo de incertezas, de dúvidas e inseguranças. Prende-me em sua teia sem piedade. Fê-lo há meses e não me solta. Não me dá paz, liberdade. Também não me devora, mas tortura. Espeta as suas garras docemente, com veneno, adormecendo meus sentidos e deixando doida a minha cabeça. Depois, lívida, cansada, afasta-se por momentos, criando a ilusão de que se cansou de torturar, mas fica vendo, ao longe, meu corpo sofrendo por recuperar, meus poderes de vida surgirem aos poucos, a medo, em desespero...
À espreita, volta a aproximar-se quando a confusão é menor e o sorriso arrisca a espreitar. Aí, sumptuosamente, abraça meu corpo nu, sufoca-o em suas patas de pelos repugnantes, soltando gargalhadas de regozijo e lançando brilho intenso de prazer de seus olhos sempre postos em mim, penetrantes, carnificares...
«És minha para sempre!», parece pensar. E seus sonhos se realizam quando, fraca, inconsciente de dor e pequenez, volto a acanhar-me, a chorar, a implorar que me deixe, me abandone na paz que é não mais sentir o seu odor, as suas amarras.
Eu tento, mas não consigo. Não consigo soltar-me, fugir, porque a teia em que me encontro é o sonho de vida que quis para mim e eu amo-a mais do que ao prazer de sorrir, de fugir.
Eu tento, mas não consigo, mas quero, mas desespero. Estou fraca e ninguém vê ou pressente. Cada abrir de olhos chama todos os reforços de coragem e força, que não voltam mais para as suas guaridas e, aos poucos, em cada batalha, vão desaparecendo, padecendo de falta de incentivo, de motivação. 
Estou desistindo de lutar, de voltar a respirar. Estou dando poderes a essa aranha que, persistente e furiosa, vai ganhando perícia e charme, vai sugando as cores da minha face, que, quase translúcida, deixa ver a palidez de quem só quer sair da teia e ficar assim quieta, tonta, noutro aparente paraíso qualquer.
Eu tento, mas está difícil, não consigo."
Marisa Luna


domingo, 16 de agosto de 2015

A BORDO DE UM LIVRO - BELO HORIZONTE

Fani, a personagem principal da coleção "A minha vida é um filme", de Paula Pimenta, vive em Belo Horizonte, no Brasil.

Belo Horizonte é uma cidade brasileira, capital do estado de Minas Gerais, que se localiza a pouco mais de 700 kms da capital do pais.
Encontra-se cercada pela Serra do Cural e foi construída para ser um centro político e administrativo do estado, tendo alcançado uma dimensão bastante considerável (mais de 330 km2) e atingido cerca de 2,5 milhões de habitantes (a sexta cidade mais populosa do país).

Um dia em Belo Horizonte? Aqui encontramos uma sugestão.






Mais pontos turísticos AQUI


Ver fotos de outros pontos turísticos AQUI

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

PASSATEMPO "1 GANCHO PARA 1 MENINA"

Ainda não terminaram os passatempos por aqui e, como não poderia deixar de ser, hoje trago mais duas ofertas muito especiais: o livro "A menina e o espelho" (que já comentei aqui) e uma peça artesanal da Rosas de Chá - Ecojóias.

Vamos conhecer um pouco melhor cada um dos prémios e dos parceiros que os oferecem.


Prémios:

- 1 exemplar do livro "A menina e o espelho", de Patrícia Vieira, oferta da "Livros de Ontem".

- 1 gancho artesanal e super original da "Rosas de Chá - Ecojóias".

O LIVRO:
A Menina e o Espelho é um livro infanto-juvenil que aborda o Bullying de uma forma acessível e interessante para as crianças.
Adicionalmente, o livro A Menina e o Espelho é também um livro solidário. Por cada livro vendido, a Livros de Ontem irá doar 1€ à APAV para que a instituição possa continuar o seu trabalho exemplar na luta contra os maus tratos.


O GANCHO:


Gancho de cabelo em PET de cor verde
Feito à mão por Rosas de Chá
Modelo Único
Técnica: Moldagem a quente
Dimensão: 6 cm de diâmetro
Regras:
- Partilhar publicamente o passatempo em qualquer rede social, identificando 3 amigos na partilha;
- Preencher corretamente o formulário abaixo.

O passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 30 de agosto.
Só serão validadas as participações que cumpram todas as regras.
Cada pessoa/perfil pode participar uma vez por dia, desde que com nova partilha e novos amigos.
O sorteio será a 31 de agosto, pelo sistema random, e o vencedor será informado através do seu e-mail de participação, no blog e na página de facebook.




VENCEDOR:

Joana Almeida




quinta-feira, 13 de agosto de 2015

CASTRO DE TREGA, ESPANHA

Em fevereiro, fizemos um passeio magnífico pelo norte minhoto e pela Galiza, do qual fiquei com recordações maravilhosas.
Nesse passeio, conhecemos várias cidades, descobrimos cantos e recantos, visitámos as zonas históricas e encontrámos locais mágicos e que adorámos.

Um desses locais foi, sem dúvida, as ruínas arqueológicas "Castro de Trega", que se localizam no cimo do Monte de Santa Trega, no concelho de A Guarda (Pontevedra), correspondente a um povoado castrejo-romano, encontrando-se numa posição estratégica, a 341 metros de altitude e com o rio Minho lá em baixo.

Estas ruínas, limitadas por uma simples muralha, incluem construções originais incompletas e outras recriados (para o visitante perceber como seriam na época) e representam uma povoação que terá sido ocupada a partir do século I a.C. até ao século I d.C., extinguindo-se devido à romanização da península.

De acordo com alguns estudos, esta zona foi povoada pela comunidade dos Gróvios, que tinham como cidade principal o castelo da atual Tui. Os Gróvios foram um povo de caráter pacífico, com alguma capacidade comercial, mas de economia essencialmente agrária, destacando-se os cereais como matéria-prima principal, bem como a colheita de frutos silvestres. Exploravam o gado ovi-caprino, bovino e galináceo, bem se dedicavam a atividades têxteis. O seu comércio era muito dedicado à venda de vinho e de azeite.

As casas deste povoado, maioritariamente de formato circular, encontravam-se organizadas em grupos por atividades (habitações, oficinas, comércio, etc). Eram construídas com pedras unidas com barro, provavelmente rebocadas a cal e areia e pintadas de azul e branco. No interior, havia um fogo central, à roda do qual os habitares faziam as suas atividades, o que lhes proporcionava luz e calor. Os telhados eram de colmo, com forma cónica. Estas construções eram ladeadas por ruas estreitas e praças centrais.

As ruínas de "Castro de Trega" foram consideradas Monumento Histórico Artístico Nacional em 1931.













Fontes de pesquisa:
- https://pt.wikipedia.org/wiki/Castro_de_Santa_Trega
- http://www.osmeustrilhos.pt/2007/09/18/castro-de-santa-trega-galiza-espanha/

terça-feira, 11 de agosto de 2015

PASSATEMPO "CORES PARA OS PEQUENOTES"

Hoje começa um novo passatempo, desta vez muito colorido e dedicado aos mais pequenos.


E quem tenho como parceiro do mundo literário? A GATAFUNHO, pois claro! E vem oferecer-nos um livro giríssimo, sugerido pelo Plano Nacional de Leitura, que estimula o gosto pelas artes e proporciona bons momentos em família: "Um Livro sobre Desenho".

E como, nestes passatempos de verão, um livro nunca chega sozinho, tenho ainda outro prémio: um chapéu lindo e divertido, adequado a todas as crianças, principalmente às que gostam de Lego. É uma oferta da "I HAT YOU", uma empresa nacional que já se destaca na industria do vestuário, dedicando-se à arte de proteger as cabeças. :)


Prémios:

- 1 exemplar de "Um Livro sobre Desenho", oferta da Gatafunho.
- 1 chapéu de criança, oferta da I Hat You.


Regras:

- Ser seguidor de “Faces de Marisa”, da "Gatafunho" e da "I Hat You"
- Partilhar publicamente o passatempo em qualquer rede social, identificando 3 amigos na partilha;
- Preencher corretamente o formulário abaixo.

O passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 23 de agosto.
Só serão validadas as participações que cumpram todas as regras.
Cada pessoa/perfil pode participar uma vez por dia, desde que com nova partilha e novos amigos.
O sorteio será a 24 de agosto, pelo sistema random, e o vencedor será informado através do seu e-mail de participação, no blog e na página de facebook.

VENCEDOR:

Inês Alexandra de Caires






segunda-feira, 10 de agosto de 2015

"A SOMBRA DE UM PASSADO", DE CARINA ROSA

Terminei a leitura do ebook "A sombra de um passado", de Carina Rosa, e estou ainda sob efeito da onda de romance que inunda as páginas desta obra, embalada em sentimentos como a ternura, o cumplicidade, a união, a compreensão e, claro, o amor entre um homem e uma mulher.

"A sombra do passado" conta, simultaneamente, duas histórias de amor, bem diferentes entre si, mas
que envolvem a mesma mulher: Clara. São histórias que aconteceram com muitos anos de diferença entre si, mas que marcaram com intensidade as personagens principais.

Aos 16 anos, Clara conhece Hugo, um motoqueiro irreverente e rebelde que a ajuda a sair de casa e a fugir das agressões do pai. Com ele estabelece uma relação de amor intensa e perigosa, que acaba abrutamente quando o rapaz é preso num assalto.

Alguns anos depois, Clara conhece Santiago e acaba por construir com ele uma família feliz. Santiago é o homem que toda a mulher sonha ter e ama-a muito, fazendo com que acredite no amor e na felicidade.

Mas há assuntos por resolver com Hugo e, 10 anos depois, quando ele sai da prisão, Clara vai ter de colocar os sentimentos no lugar e perceber quem ama e o que quer da sua vida.

Gostei muito de ler este livro. Mesmo sendo em formato digital e naquele suporte que tenho criticado algumas vezes, a qualidade desta obra superou todos os obstáculos e fez-me vibrar do início doa fim.

Carina Rosa escreve belissimamente. Gosto muito da forma como constrói as frases, como faz a acentuação, como usa diálogos, descrições e narrações de forma equilibrada e cativante, como dá vida a cada personagem, fazendo-as parecer reais e apaixonando o leitor por cada uma delas, apesar dos defeitos que possam ter.

O enredo está muito bem conseguido e organizado, intercalando o presente com o passado e incluindo ocasionalmente revelações que levam o leitor a compreender melhor as personagens e as suas ações.

As personagens principais são fortes e consistentes, com personalidades marcadas e marcantes. São pessoas com histórias de vida, com qualidades e defeitos, com sonhos e pesadelos. São quase visíveis ao longo do livro, não sendo preciso descrições físicas pormenorizadas para parecer que as conhecemos pessoalmente.

Só posso mesmo recomendar a leitura de "A sombra de um passado" e dar os meus parabéns sinceros à Carina Rosa pelo dom da escrita e por acreditar nela ao ponto de nos dar o prazer de conhecer as suas histórias.

domingo, 9 de agosto de 2015

UMA COLEÇÃO QUE APETECE...

Há momentos (muitos?!) em que sinto uma vontade de voltar a ter em casa um bebé...
Não é que queira que os meus pré-adolescentes voltem atrás, que esta fase está a ser uma (desafiante) descoberta para mim, mas sinto a falta daquele cheirinho, das primeiras brincadeiras e aprendizagens, das palavras e dos gestos simples... sinto a falta de agarrar ao colo, de mimar a toda a hora, de ler aquelas histórias infantis, fazendo sons e vozes, apontando imagens...
E, de vez em quando, surgem estímulos que me fazem pensar em tudo isto. Como quando recebi a coleção "Será...?" da Livros Gatafunho, do autor e ilustrador Guido Van Genechten.


"Será...?" é uma coleção de 4 livros fantásticos, cada um dedicado a um animal, que despertam nas crianças a curiosidade, a atenção e a previsibilidade, encantando-as com imagens simples mas divertidas e coloridas. É um livro sem texto, com imagens que vão aparecendo e se complementando ao virar de cada página e que podem estar na base de muitas conversas e brincadeiras.

Feitos de um cartão lavável e muito leves, estes livros são para ser usados em todas as ocasiões, recordando-me as fases em que andava sempre com livros na mala para entreter o Simão e a Matilde em diferentes momentos, tornando-os ao mesmo tempo menos aborrecidos e mais divertidos (como filas ou salas de espera, viagens, birras, etc).

Estão indicados pela Gatafunho para crianças de 2-3 anos, propostos no Plano Nacional de Leitura e encontram-se disponíveis à venda por 16,50€ (a coleção, em promoção no site da editora) ou por 5,95€ cada um, o que me parece um preço bastante acessível.

Eu acho que podem muito bem ser explorados com crianças mais pequenas, até para desenvolvimento da linguagem e do vocabulário (nomes dos animais). É por isso que a minha sobrinha Eva vai ganhar esta linda coleção!!


sábado, 8 de agosto de 2015

PRATOS DE VERÃO #02

Entre refeições fora de casa e outras mais tradicionais, a verdade é que não tenho tido oportunidades de aqui vir deixar algumas ideias para pratos de verão. Também nem sempre tenho vontade de preparar algo diferente, nem tenho imaginação todos os dias.
No entanto, agora que tenho 3 ideias diferentes, é tempo de mostrá-las a quem gosta de aqui passar, na continuação dos pratos de verão #01:


PRATO 4:
- Arroz branco com ervilhas e cenouras baby
- Panados de perú com fiambre e queijo (no forno)
- Feijão preto cozido
- Melancia


PRATO 5:
- Lombo de salmão grelhado
- Fettucinne com congumelos (massa)
- Clementina
- Brócolos cozidos


PRATO 6:
- Coxas de frango grelhadas (temperadas com pimentão doce, louro e sal)
- Maçã reineta cozida
- Lentilhas
- Batatas cozidas

E AS ALTERNATIVAS:

      

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

"A MINHA VIDA É UM FILME 1- A ESTREIA", DE PAULA PIMENTA

Há muito tempo que a minha filhota me pedia que começasse a ler a coleção "A minha vida é um filme", de Paula Pimenta e não podia deixar de lhe fazer a vontade, até porque estava mesmo com vontade de perceber porque razão estes livros têm sido um sucesso. (Ver post em que falo sobre a Matilde e a Paula Pimenta!)
Assim, aproveitei que estávamos juntas e com muito tempo disponível e foi na borda da piscina do Parque de Campismo da Galé que comecei a aventura nesta coleção: a filhota estava a ler o último e eu a ler o primeiro.

"A minha vida é um filme", editado pela Editorial Presença, tem como personagem principal a adolescente Estefânia Castellino
Belluz, que todos conhecem por Fani, e conta a história da sua vida desde os 16 anos até à idade adulta.
No primeiro livro, "A Estreia", Paula Pimenta apresenta-nos esta personagem e enquadra-a no seu mundo, pela voz da própria jovem e numa linguagem muito acessível e, penso que posso dizê-lo, muito "natural". Fani, que é uma jovem brasileira que frequenta a escola secundária e que está prestes a começar um grande desafio na sua vida: passar um ano no estrangeiro, num intercâmbio, fala-nos da família, das amizades, da escola, dos projetos de futuro e do amor, numa altura da vida em que sente estar a terminar uma e a começar outra nova fase da vida.

Antes de mais, quero dizer que o livro correspondeu bem às minhas expetativas e que percebo perfeitamente o efeito que tem no público juvenil. É um livro moderno, com uma linguagem atual e que mostra as suas personagens como sendo pessoas vulgares, que estão apenas a descrever a sua vida quotidiana. O mundo dos adolescentes aparece bem retratado e os temas que lhes interessam são abordados na perspetiva de alguém que está por dentro das situações vividas nesta fase da vida.
Também percebo que o pessoal mais velho goste de ler esta coleção, uma vez que traz de volta ao nosso dia a dia uma época em que tudo se vive com muita intensidade, sejam boas ou más situações, e que deixa marcas em todos nós, pelo que a leitura das aventuras de Fani acaba por nos fazer viajar até à época dos grande confrontos emocionais, das descobertas e dos sonhos. Eu fiz esta viagem e foi muito agradável.

A história não tem nada de muito especial e diferente, mas o enredo prende e a forma de escrever de Paula Pimenta é bastante acessível, cativante e carregada de emoções.
Ao longo do livro, são usadas diferentes formas de prender a atenção do leitor e de fazê-lo crer que está mesmo a "falar" com a Fani, como transcrição de listas, recados, e-mails e tabelas, usando-se, para isso, diferentes letras (fonts) conforme a situação.
Outro ponto a favor do livro é a forma como está organizado: tem muitos (e pequenos) capítulos, cada um deles iniciado por um diálogo retirado de um filme (supostamente dos preferidos de Fani, que é doida por cinema) e que introduz o assunto mais falado ao longo do capítulo.
Gostei também do equilíbrio entre narração e diálogos, das descrições breves e realistas (ainda que na perspetiva da personagem) e de ser escrito na primeira pessoa.

Confesso que fiquei com vontade de ler o segundo livro da coleção que, na opinião da minha Matilde, é o melhor. Desconfio que também vou gostar, até porque inclui a correspondência que a Fani trava com quem mais gosta.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

NOVOS AUTORES #05 - SUSANA ESTEVES NUNES

Conheci a autora Susana Esteves Nunes através do seu primeiro livro "A Força do Destino" e, enquanto não começo a leitura de próximo, formulei dez questões para esta rubrica e enviei-as para a escritora.
E gostei tanto das respostas!!!
Obrigada, Susana, pela simpatia que colocas em tudo o que fazes!
Obrigada por alinhares comigo neste cantinho


1- Quando sentiu que tinha em si uma escritora?
Bem, ainda não sinto que tenha em mim uma escritora! Sinto desde sempre uma vontade incessante de escrever. Quando era ainda uma adolescente, e sempre que alguma coisa me aborrecia, sentia vontade de desabafar no papel. No entanto, nunca pensei vir a desenvolver vontade de escrever livros. Essa ideia surgiu mais tarde, (já em adulta), embora na minha cabeça talvez nunca viesse a colocá-la em prática.

2- Quando começou a escrever “A força do destino” e como correu todo o processo de escrita?
“A Força do Destino” revela bem a minha inexperiência neste mundo literário. Reconheço-o sem margem para dúvidas. No entanto foi este livro que me transportou para aquilo que mais gosto de fazer “Escrever”. Respondendo mais diretamente à questão, comecei a escrever  no ano de 2011, numa altura em que a minha vida laboral entrou em ”Queda livre”. Tudo corria mal no meu emprego, foi então que decidi utilizar o meu tempo disponível para me dedicar à escrita deste primeiro livro. O processo não foi complicado, pois a vontade de escrever era sustentada pela força de vontade que me evadiu a alma. Tinha plena consciência de que não tinha a experiência necessária para editar uma obra literária, no entanto, no meio de tantas inseguranças, alguém me disse: “Só se aprende a escrever, escrevendo”. E de facto é uma realidade. Foi então que decidi, mesmo que fragilmente, seguir com a edição desta obra.

3- Quem serviu de inspiração para a história de amor entre Vasco e Maria Eduarda?
O meu marido e a relação extraordinária que temos. Não me imagino a viver sem amor. E não me refiro apenas ao amor entre casais. Mas também ao amor entre família e amigos. Sou daquelas pessoas que acha que o “amor move montanhas”.

4- Identifica-se com alguma das personagens do livro? (Se sim, com qual/quais e porquê?)
Sim. Na capacidade de amar como está representado na personagem de Maria Eduarda.

5- Porquê a escolha da Chiado Editora para publicar os seus livros?
A Chiado Editora tem como objetivo lançar novos autores Portugueses. Dando portanto mais oportunidades de edição. E como todos sabemos muitas das editoras mais “Populares” não dão essas mesmas oportunidades.

6- Como descreve a relação desta editora com os autores e as suas obras?
Vou sempre agradecer-lhes a oportunidade de edição dos meus dois livros, (até à data). Estão sempre disponíveis e não tenho qualquer razão para reclamar no que diz respeito à promoção dos livros, através de apresentações ou sessões de autógrafos. Mas tenho de ser franca, gostava que relativamente à revisão e distribuição das obras tivessem uma presença mais ativa.

7- Deu a alguém o privilégio de ler “A força do destino” antes de enviá-lo para a editora?
Por pudor não dei “A Força do Destino” a ler a nenhum familiar ou amigo. (Um erro que hoje reconheço). Apenas enviei para uma “Revisora”. O facto de colocar Revisora entre aspas, deve-se ao facto de a mesma ser uma nulidade, pois o meu primeiro livro está repleto de gafes e erros. Não estou a excluir a minha responsabilidade, de todo. No entanto, uma vez que paguei um serviço de revisão, achava eu a uma pessoa capacitada para o fazer, foi bastante desagradável confrontar-me com resultado final. Mas são contrariedades da vida, às quais temos de aceitar e aprender com elas.

8- Em que medida é que o lançamento deste livro mudou a sua vida?
Mudou muito e para melhor. Conheci pessoas fantásticas. Muitas delas desta forma. (através de blogs literários). Conheci pessoas e escritores fantásticos, que tal como eu, têm o gosto incessante pelas palavras. Descobri, no dia do Lançamento do meu primeiro livro, que tinha mais amigos do que alguma vez imaginei, pois muitos fizeram questão de partilhar esta minha aventura literária, fazendo-se notar com a sua presença. Éramos tantos, que mal cabíamos na pequena sala que escolhi para o evento. Foi muito gratificante. E por fim descobri que, embora ainda tenha um longo percurso pela frente, quero fazer da escrita a minha vida.

9- Descrevi a sua escrita neste livro como “um pouco imatura e ideológica”. Como comenta esta minha opinião?
Antes de mais quero concordar com a sua opinião. Antes de enviar o livro para as editoras, era essa a impressão que tinha a respeito deste livro. (O que me levou “quase” à desistência do envio do original para que pudesse ser avaliado pelas editoras). “ A Força do destino” é, e vai continuar a ser o meu “Bebé”. Foi o primeiro e tenho de aceita-lo com todos os seus erros e defeitos. No entanto acho-o muito fraco em termos de enredo. Se fosse hoje tenho a certeza de que faria melhor. Estando desde já a assumir uma evolução, despretensiosa, relativamente à minha escrita.

10- Qual o seu maior sonho como escritora?
Gostava muito de singrar neste mundo da escrita. Sonho em aprender a cada dia, a cada palavra, em cada livro, o suficiente para levar as minhas histórias ao maior número de pessoas possíveis.
Em suma…Sonho ser escritora de facto!