quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

NOVOS AUTORES #10 - JOSÉ CARLOS RODRIGUES

Conheci o escritor e pensador José Carlos Rodrigues através do seu primeiro livro "Ao encontro dos meus livres pensamentos", uma oferta do próprio autor, o qual tive muito gosto em ler e em comentar aqui no blogue.
José Carlos Rodrigues é um homem simples e com muitas vivências, apesar de ter apenas 29 anos. Homem do Norte, humilde e de grande coração, aprecia as coisas simples e belas da vida, deixando-se guiar por pensamentos muito sentidos e filosóficos.


Hoje trago as 10 questões com que o desafiei a dar-se a conhecer, apresentando o autor com as suas próprias palavras. Sei que vão simpatizar com ele tanto como eu!


1- A escrita sempre foi uma paixão para si?
Não, de modo algum. Simplesmente comecei a escrever muito de repente. Por vezes possuímos algo de muito grandioso, mas desconhecemos que possuímos. Hoje sei que possuo um dom.
2- O que o motivou e inspirou a escrever e lançar o livro “Ao encontro dos meus livres pensamentos”?
Considero-me um pensador que exprime tudo o que sente com alma e uma tremenda consideração à literatura. Seja no amor, na crítica ou na sabedoria humana, sei que, de alguma forma, todo esse contexto será a identificação do leitor. Algumas das passagens que estão no livro são certamente uma vivência para o leitor. Esse é o motivo que me inspira na escrita.
3- De entre todos os textos deste livro, qual o seu preferido?
O texto “Filhos de Deus”. 
4- Quais acha serem as cinco palavras que mais aparecem neste livro?
Preconceituosos aliciadores, amor, impossível, mar e coração.
5- Considera-se um “livre pensador”?
Sim, porque uma pessoa que é livre de um pensamento digno exprime o que sente na hora da verdade e não pensa no que vai exprimir. O sentimento sai pela sua própria naturalidade.
6- De que forma a sua vida mudou desde o lançamento deste seu primeiro livro?
Mudou a minha forma de enxergar a vida. Durante a vida tropeçamos em pedras de tropeço, mas aí está a grande diferença. Não devemos valorizar as vezes que caímos, mas sim as vezes que nos levantamos. Sempre a pensar positivo e fica o conselho que nunca devemos desistir dos nossos sonhos por mais difíceis que sejam.
7- Alguns dos seus textos têm uma carga algo depressiva. De que forma a sua experiência de vida contribuiu para este facto?
De um modo superficial já passei algumas situações menos agradáveis, mas quem é que por elas não passou, não é verdade? Seja no amor, na amizade ou outra situação tudo o que vivi eu exprimi.
8- Acha que os pensamentos presentes neste livro poderão ajudar (ou mudar) a vida de quem os lê? De que forma?
Não digo propriamente mudar a vida de quem lê, mas vão certamente identificar-se com os textos. Toda a gente, ou pelo menos quase toda a gente, já passou por este tipo de situações. O que eu sinto e exprimo é um ato privado sobre tudo que passei. Vai de certeza fazer lembrar todas as vivências de suas vidas. 
9- Há possibilidade de vir escrever um livro de ficção?
Tudo é possível, basta ter criatividade e descartar a palavra “não”.
10- Acha que ter lançado este livro sem revisão (e a necessitar dela) poderá condicionar a aceitação das próximas obra por parte dos leitores?
Penso que não! Quando tudo começa mal, tudo acaba bem. Óbvio que a minha próxima obra será corrigida, detalhada em todos os pontos de acerto, seja na gramática ou pontuação. Tudo é importante na construção de um livro, mas para mim, a humildade da expressão das palavras é o mais importante, quando rececionada pelo leitor.

Obrigada, José Carlos, por toda a simpatia com que me brindaste deste o primeiro momento!


E agora, sentem-se confortavelmente, coloquem auscultadores e fiquem de olhos fechados a ouvir as suas palavras e pensamentos. Sei que a experiência vai ser fantástica!


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