terça-feira, 15 de setembro de 2015

D.A.M.A. NA MOITA DO RIBATEJO

Ontem fui com a Matilde e as amigas à Festa da Moita assistir ao espetacular concerto dos D.A.M.A. e vim para casa mesmo de alma cheia, recarregadas as baterias com toda a luz e cor que preencheram o espaço à volta do Palco Super Bock.
Esta banda lisboeta de pop/rock, formada por Francisco Pereira, Miguel Coimbra e Miguel Cristovinho, três jovens bem-comportados e com belíssimas vozes, consegue mesmo encher o palco com uma energia contagiante, de amizade e de felicidade!!
Acompanhados por 5 músicos, entre os quais um baterista, um pianista e vários guitarristas, conseguiram fazer vibrar a plateia, não só com os seus temas mais conhecidos, mas também com a forma empolgante e motivante com que lidam com o público, puxando pela participação de todos, interagindo com simplicidade e simpatia, agradecendo, dando espaço para que todos cantassem os seus refrões, pedindo gritos, palmas, braços no ar...
Com concerto a começar pontualmente às 23h, o que, em Portugal, já se aplaude de pé, muito tempo antes já o espaço estava cheio de público entusiasmado e expectante, maioritariamente adolescentes e do sexo feminino, mas muito diversificado e igualmente predispostos a mais de uma hora de espetáculo.
Ouvimos temas como "Luísa", "Na na na", "Balada dos desajeitados", "Às vezes" e "Não dá", mas também um tema novo que sairá no próximo cd, bem como temas de outros artistas e que integraram no seu reportório, como "Re-tratamento" (Da Weasel), "I'm yours" (Jason Mraz) e "Torn" (Natalie Imbruglia). Esta última, quanto a mim, foi interpretada de forma espetacular e colocou todo o público a cantar em coro, numa sintonia arrepiante.
A meio, os vocalistas interromperam o concerto porque no público estava alguém a sentir-se mal (aparentemente com ataque de epilepsia) e o grupo decidiu que deveríamos todos esperar para lhe dar oportunidade de também assistir a todo o espetáculo, numa atitude de humanismo e humildade que colocou a plateia unida e solidária muito louvável.
Gostei bastante da relação de proximidade e cumplicidade entre todos, da forma como se relacionaram, como foram apresentados os músicos acompanhantes, da simplicidade do vestuário e da enorme dinâmica em palco.
Valeu mesmo a pena lá estar!!!


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