quarta-feira, 22 de julho de 2015

ANTESTREIA DE "CIDADES DE PAPEL"

Ontem fui com a minha filhota à antestreia do filme "Cidades de Papel" graças ao bilhete duplo que ganhei através do "Noite e Música Magazine", a quem agradeço bastante a oportunidade.

Este filme, do realizador Jake Schreier, baseado na célebre obra de John Green com o mesmo título, conta-nos um pouco da história de amor de Quentin Jacobsen, um íntegro, bondoso e excelente estudante finalista de secundário, por Margo Roth Spiegelman, a sua vizinha rebelde e sua amiga de infância, cuja personalidade e vida enigmáticas sempre o fascinaram.

Conta-nos também do que é capaz de fazer este rapaz quando percebe que, através de pistas e enigmas, a rapariga lhe está a abrir as portas do coração, ao mesmo tempo que o convida a viver de forma intensa e apaixonada.

(Podemos ler a sinopse, ver o trailer oficial e saber um pouco mais sobre o livro 
e o filme AQUI no site da Editorial Presença.)


Pode parecer mentira, mas fui ver o filme sem ter lido o livro nem, pelo menos, a sinopse, pelo que não levava nenhumas expetativas para além de saber como foi um sucesso a anterior adaptação de um livro de John Green.

Portanto, sem poder fazer comparações, digo que gostei bastante do filme. Penso que conseguiu dar muita vida e cor à história, transmitindo bem a sua mensagem e encantando-nos com personagens, diálogos e cenários muito bem escolhidos.

Não me pareceu uma grande obra-prima do cinema, mas foram quase duas horas muito agradáveis de risos, lágrimas e encantos, que me levaram de volta à época das grandes mudanças e das primeiras paixões, quando tudo parece possível e temos ainda (quase) toda a vida pela frente.

Gostei bastante da interpretação dos atores principais, que, juntos, formavam um grupo de amigos amoroso e divertido. 
Achei o Quentin um personagem lindo e encantador. Penso que as histórias de John Green fizeram nascer em Nat Wolf um promissor ator e que ainda vai dar muito que falar em Hollywood.
Também gostei de ver Cara Delevingne, que interpreta Margo, mas acho que a sua prestação acabou por ser mais secundária, apesar de ser a "causadora" do enredo.

Achei muito curioso terem conseguido duas atrizes tão semelhantes (Hannah Alligood e Cara Delevingne) com diferentes idades para representarem Margo na infância e na juventude (respetivamente). Foi muito bem conseguida esta escolha de atores!

A minha filhota também gostou muito de ver este filme, que penso estar também indicado para jovens a partir da sua idade (ainda que aconselhe que o façam com acompanhamento de um adulto) e acho que ganhei companheira para os livros e filmes de John Green.

Para finalizar, tenho de dizer que fiquei mesmo com vontade de ler as obras deste autor, das quais só tenho em casa "À procura de Alaska", e também ansiosa por ver "A culpa é das estrelas", para poder comparar os originais com as adaptações.



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