segunda-feira, 31 de março de 2014

MEALHEIRO LITERÁRIO DE MARÇO

DESPESAS:
LIVROS COMPRADOS: 5
(2 adquiridos pelo meu marido na promoção da Editorial Presença)
Valor gasto: 3,80 €
Valor dos livros: 27,25€ (12,61€ + 14,64€)
Poupança: 23,45€

(3 adquiridos em 2ª mão através do facebook "Páginas Tantas")
Valor gasto: 13,00€
Valor dos livros: 32,75€ (15,11€ + 7,57€ + 10,07€)
Poupança: 19,75€

LIVROS ENVIADOS:1
(Winkingbooks)
Valor gasto: 0,73€





POUPANÇAS:
LIVROS RECEBIDOS/EMPRESTADOS:1
(oferta de aniversário)
Valor poupado: 22,21€

LIVROS JÁ NA ESTANTE: 3
(lidos apenas este ano)
Valor poupado: 42,52 € (10€ +14,85€+17,67€)

GASTEI EM MARÇO: 17,53€

POUPEI EM MARÇO: 107,93€


domingo, 30 de março de 2014

"OS IMPROVAVEIS" NO TEATRO "A BARRACA"

Como dizia há pouco o meu maridão, "ainda me doem os maxilares de tanto rir". Parece exagero, mas é verdade, já que ontem rimos durante quase 2 horas e meia com o grupo "Os Improvaveis", em cena com a peça "A Fábrica", no Teatro "A Barraca".
Este grupo trabalha de improviso e faz pequenas peças de teatro, quadros cómicos e muitas brincadeiras em cima do palco. A peça leva-nos a todos (público) a entrar na magia do criar, da imaginação e do brincar ao faz-de-conta, pegando em jogos de improvisação para dar origem a grandes momentos de gargalhadas e boa disposição.

Graças ao "Centro Comercial Alegro Alfragide" eu e o meu Hugo ganmos nova energia ao viver aquele tempo com os 3 atores do grupo (Pedro Borges, Telmo Ramalho e Marta Borges), os seus "staffs" e os convidados de ontem: os Mad Stunts e o pianista Ruben Alves.
Não pensei que fosse gostar tanto, mas a verdade é que os 3 são atores formidáveis, com o dom de fazer rir e de gerar alegria em quem os ouve e vê.

O espetáculo é todas as noites diferente, conforme as dicas que o público vai dando para construção das cenas. Assim, pegando em palavras que surgem do público (nomes, situações do quotidiano, ideias, vivências) criam enredos, partem para a construção de momentos hilariantes.
A sala estava completamente cheia e a energia que se criou entre todos foi indescritível. Nunca imaginei que tal fosse possível daquela forma... mas a capacidade de dramatização, expressão e improvisação dos atores tornou tudo numa realidade e eu adorei.

Tenho também de referir que foi a primeira vez que entrei neste teatro e que adorei o ambiente que por lá se vive. "A Barraca" é um teatro com ares de anos 70, onde se respira autenticidade e liberdade de ser e de estar, com salas de espetáculo simples mas acolhedoras, onde parece que tudo é possível de ser criado, e um café-bar muito acolhedor e com energias muito positivas.
 
 
http://www.osimprovaveis.com/
Imagem do facebook de "Os Improvaveis", tirada no final do espetáculo

Obrigada "Centro Comercial Alegro Alfragide" pelo bilhete duplo!
Obrigada "Improvaveis" pelas horas de boa disposição!

sexta-feira, 28 de março de 2014

QUE PRESENTE!!!

Desconfio que hoje vou dormir muito bem!!!
Fui "usar" a minha prenda de aniversário e só posso dizer aos meus filhos e marido: "ESPETÁCULO!"
Sinto-me a pairar sobre uma nuvem graças à maravilhosa massagem de relaxamento e aromoterapia que recebi no "Shambhala Day Spa". Que mãos de fada, que poder... O ambiente estava ótimo, a receção foi uma simpatia e a massagem de boas-vindas promissora do que viria a seguir: quase uma hora de puro prazer em que a minha alma viajou num mundo mágico e as minhas energias sairam renovadas. Gostei mesmo muito!
Sinto-me outra e até a pressão na cabeça saiu bastante atenuada do gabinete "encantado".
E não podia vir mais a calhar depois desta semana desgastante.
E estou tão bem por dentro que queria ficar assim para sempre!

https://www.facebook.com/pages/Shambhala-daySPA/124422430908421
 (Clicar na imagem para conhecer a página de facebook)

quinta-feira, 27 de março de 2014

"FLASHBACK"

Ontem terminei a leitura da obra "Flashback", escrita por Artur Agostinho, onde este conceituado jornalista português nos fala sobre os meses em que esteve preso em Caxias após a Revolução do 25 de Abril de 1974.
Confesso que fiquei presa ao relato e que "não descansei" enquanto não terminei de o ler, pois gosto imenso de histórias verídicas e sou muito curiosa face ao que aconteceu no dia da revolução, bem como ao antes e depois da mesma.
Apesar de não ser ainda nascida nessa altura, acho que até conheço bem o que aconteceu no próprio dia... Em casa dos meus avós e dos meus pais sempre houve livros sobre a revolução, recortes de jornais, histórias reais contadas ao serão... Lembro-me de muitas vezes ter partido à procura de mais informações sobre o assunto e conheço vários documentos, apropriados para diversas idades, desde os mais pequenos.

No entanto, não conheço da mesma forma o pré e o pós, mas sei que há versões distintas, que houve sentires diferentes conforme a pessoa, o local onde vivia na época, o estrato social, as ideologias políticas... Sei também que houve muitos abusos de poder antes, principalmente, mas também depois, tal não era a vontade de ser livre e de querer justiça... Sei que em busca da democracia ou em nome dela, muitas atitudes erradas (ou exageradas???) também foram tomadas, tal não era o desejo de igualdade e de expressão...

Este livro reune dois num só, daí o nome da obra, publicada pelo jornalista pouco tempo antes da sua morte e 37 anos depois de ter sido preso em Caxias.
Na primeira parte, surge a história contada pelo próprio em 1976, quando se encontrava no Brasil a tentar recomeçar a vida, com base nas memórias daqueles meses de prisão. São relatos claros desse tempo, episódios diversos.
Na segunda parte, aparecem os testemunhos de Artur Agostinho escritos na prisão, carregados de sentimentos, emoções e vivências, os quais estiveram "desaparecidos" durante anos, desde que foram "confiscados" numa rusga à cela em que se encontrava prisioneiro.
São duas partes diferentes, que se completam e que nos ajudam a visualizar os acontecimentos, acreditemos ou não na inocência deste homem.

Neste livro pude conhecer um dos lados do pós revolução, aquele no qual houve pessoas a se aproveitar da liberdade e da democracia para, em nome dos dois chavões, tentar consertar o que não tinha conserto e castigar alguém, mesmo sem se saber que culpa tivera.

Gostei bastante do que li, da forma como está escrito, da objetividade com que, apesar dos pesares, conseguiu falar de alguns assuntos. Gostei que os relatos não tivessem mudado a opinião que já tinha do grande profissional que foi Artur Agostinho, que o homem por detrás da profissão não tenha causado em mim sentimentos controversos capazes de confundir o que já conhecia dele (apesar de não ser muito) com o que fiquei a saber. Gostei de ter lido outra opinião, outras vivências... Gostei da atualidade do assunto, apesar dos quase 40 anos decorridos, ou não estivessemos todos nós, de momento, sedentos de nova democracia e liberdade...
Pelo menos eu estou... e sabe-me bem escrever o que me apetece, sem censura, apesar de já ter sido vítima, por aqui, de lápis azuis e vermelhos apontando o que "não devia escrever", o não politicamente correto.
Aconselho a leitura, principalmente a quem não for muito fundamentalista!

quarta-feira, 26 de março de 2014

SALADAS SIMPLES

Desde que comecei a tentar mudar os meus hábitos alimentares que tenho descoberto novos ingredientes, diferentes ligações entre eles e novos sabores.
Quero muito continuar esta busca, pois ainda estou numa fase muito básica e sinto que há muito por descobrir no vasto mundo dos alimentos. Saliento que não estou em posição de fazer escolhas muito caras e que, talvez por isso, ainda não parti para alternativas que não se vendem em supermercados comuns... mas já vou conseguindo convencer o resto da minha malta cá de casa a alinhar em algumas refeições, o que, pelo menos para os dois homens carnívoros com quem vivo, é quase um salto de gigante...

E hoje apetece-me partilhar três receitinhas simples que criei esta semana e que estavam muito saborosas!


 1/3 de embalagem de delícias do mar
queijo ralado
1 lata (pequena) de cogumelos
1 iogurte grego natural

Cozer as delícias do mar ao vapor. Deixar arrefecer numa tigela ou prato fundo.
Cobrir com queijo ralado (a gosto) e com os cogumelos.
Deitar o iogurte grego por cima e misturar.


folhas de alface
feijão preto (cozido)
1 requeijão
azeite e oregãos para temperar

Lavar bem, secar e rasgar as folhas de alface (com tamanho a gosto). Colocar num prato fundo.
Cobrir a alface com o feijão e temperar com um fio de azeite.
Colocar o requeijão no prato, temperando com oregãos. (Pode comer-se assim ou partir o requeijão aos pedaços e misturar).


couve roxa
1 pera
1 clementina
sumo de 1 limão
sementes de girassol (sem casca)

Cortar a couve e a pera em pedaços pequenos e finos.
Separar os gomos da clementina e cortá-los ao meio.
Juntar tudo num prato fundo e temperar com o sumo de um limão.
Colocar sementes de girassol por cima e misturar tudo muito bem.

terça-feira, 25 de março de 2014

UM ANEL DE VOLTA AO DEDO

Há muito tempo que não o usava no dedo, apesar de ser das peças de que mais adoro.
Há mais tempo ainda que não pensava no porquê de gostar tanto dele.
Mas a verdade é que adoro e que gostei de o ter no dedo hoje... tanto que talvez não o volte a tirar por muito tempo.
Estou a referir-me ao meu anel de curso.
É lindo, mas não é (só) pela sua beleza, nem pelo valor material que lhe possa ser dado, que gosto dele... mas pelo que representa, pela fase da vida que me faz recordar, pela profissão que escolhi e que, apesar dos pesares, não trocaria por outra.

Escolhi ser professora num ano difícil da minha vida.
Tinha 18 anos, estava doente, terminava o secundário com um ano de notas mais baixas do que de costume, estava muito baralhada em relação ao que era e queria ser no futuro...
Sempre fui de muitos gostos, de um leque diversificado de interesses, de facilidade nas várias disciplinas...
E naquele ano ingrato, não porque era 1996, mas porque demasiadas condicionantes mexiam com o meu íntimo de jovem, tinha de escolher um caminho, de entre tantos que me estavam abertos...
Ainda me inscrevi noutra faculdade, mas a minha mãe fez-me recordar as horas que passei a fazer da porta um quadro onde escrevia com pedacinhos de giz que trazia da escola, a ajudar o meu irmão nos TPC com a maior das paciências, a ensinar as bonecas e a explicar à minha irmã conteúdos um ano mais à frente, a ajudar com as crianças quando a minha mãe tinha um infantário... e não foi preciso pensar muito para perceber que sempre quisera ensinar. E vi o futuro à minha frente... eu rodeada de "miúdos", dando-lhe o que tenho e o que sou. E soube exatamente em que curso queria entrar.

Parece que estou a ouvir a "senhora" que recebeu a minha candidatura à universidade a comentar quando olhou para os meus impressos e viu a primeira opção:
"- Com estas notas e vai para professora?"
Logo aí devia ter percebido como estava (já) despromovida a minha futura profissão... E que despromoção temos sofrido!! (E com muito pesar digo que, infelizmente, muitos de nós contribuem para esta imagem menos positiva!)

Sou professora com orgulho e este anel que hoje trago no dedo serve para me recordar do gosto e do empenho com que me dediquei ao curso (e, desde aí, ao que faço), mas também para recordar o esforço que os meus pais fizeram para que hoje "fosse alguém", tanto quanto o apoio que me sempre me deram em todos os 16 anos de estudos... serve para recordar o orgulho que vi nos seus olhos quando me formei, para abençoar as lágrimas que vi rolar na face da minha mãe quando, enormemente orgulhosa, mo ofereceu e me viu com ele no dedo! Ela que foi sempre a minha guia, orientadora e apoiante, que sempre viu o que eu ia gostar de fazer, mesmo quando nem eu própria via...

Pode até ser que esteja fora de moda, que lhe tenham deixado de dar valor após vários anos em que tê-lo no dedo servia para abrir muitas portas (passou-se do 80 para o 8...), mas eu gosto do meu anel e do que ele representa... gosto e tenho orgulho nos símbolos que nele estão desenhados.

E recordo com saudade uma parte do hino da ESE de Setúbal que sempre me levou à emoção:
"Porque é na ESE de Setúbal
Onde o sonho maior é fazer gente feliz...
Vale a pena estar aqui!"

segunda-feira, 24 de março de 2014

IMPRESSIONÁVEL, EU?

Hoje fui com a Rosinha à veterinária para tirar os pontos.
Já 16 dias passados da operação, parece que a costura não estava ainda tão cicatrizada como devia... Mesmo assim, a médica achou que estava em condições de retirar os pontos e, após limpar tudo com betadine, fê-lo cuidadosamente.
Não costumo impressionar-me com estas situações, mas não gostei nada do que senti. Mal a médica começou, estando eu a segurar a minha bichanas patas, comecei a sentir umas tonturas e a faltar-me a força nas pernas... (Ainda volto a senti-lo quando falo no assunto!) Continuei a segurar a gatinha, fazendo-lhe festas e transmitindo calma, mas na verdade estava ansiosa que terminasse e de sair dali.
E só percebi como estava realmente incomodada quando cheguei à rua e senti o corpo todo a tremer e a cabeça a andar à roda.
Será isto da idade?
Eu que sempre me cheguei à frente em tratamentos próprios, dos filhos e outros familiares, fico assim de ver tirar os pontos à Rosinha? Não pode ser!!!
Oh oh... parece que começo mesmo a ficar mais impressionável...
E não é uma situação nada boa!

Saudades de vê-la assim...

sábado, 22 de março de 2014

"VASTO MAR DE SARGAÇOS"

Hoje terminei a leitura da obra "Vasto Mar de Sargaços", de Jean Rhys.
Este livro conta a história de Antoinette, uma herdeira criola que vive em Jamaica e que casa com um jovem inglês que por ela se apaixonara perdidamente.
A história começa por nos apresentar os primeiros anos de vida desta mulher e a forma como a sua infância e juventude fica marcada por diversos infornútios familiares, na voz da própria Antoinette.
Após o casamento com Edward, por quem se deixa também fascinar, um conjunto de mudanças ocorrem na sua vida, as quais, aliadas ao passado traumático e ao progressivo desprezo por parte do marido, a levam à loucura.
Para escrever este livro em 1966 , a escritora baseou-se no livro "Jane Eyre", de Charlotte Bronte, pretendendo apresentar Antoinette como sendo a primeira mulher da personagem masculina principal, conhecida como a "louca do sótão".

Confesso que a minha opinião acerca deste livro é um pouco complicada de explicar.
Se, por um lado, fiquei fascinada com a primeira parte do mesmo, onde Antoinette nos conta as suas experiências de vida, apresentando personagens que aparecerão ao longo do livro e envolvendo-nos no enredo, a segunda parte, já contada por Edward, necessitou de muito maior concentração da minha parte para conseguir acompanhar a relação dos dois.

Penso que a doença e os sentimentos de Antoinette poderiam ter sido mais explorados e claros na segunda parte, uma vez que nos prendemos à personagem logo no início da história, facilitando a compreensão dos acontecimentos que ocorreram após o casamento.

Descobri que este livro foi adaptado ao cinema em 1993 e, mais tarde, novamente em 2006, numa versão mundialmente conhecida. Fiquei com vontade de ver o filme, na esperança de, ao contrário do que é costume acontecer comigo, ficar a gostar mais da história.
E assim, consegui também, sem ser de propósito, colocar mais uma estrelinha no meu loto literário de 2014:


Deixo os traillers das duas versões:



segunda-feira, 17 de março de 2014

9 ANOS DE TI, PRINCESA!

Amanhã vai ser um dia e tanto...
A minha princesa faz 9 anos!!! Parece que foi ontem que a recebi nos meus braços e que disse, chorando de emoção: "Que linda é a minha filha!!!"
Neste momento já tem a roupinha preparada para vestir, a festa organizada e está ansiosa que chegue o dia de amanhã... Anda a arrumar o quarto para deixar tudo ao seu gosto, pois terá festa desde as 15h30 e até aguentar, apesar de ser um dia de semana!
Este ano está envolvida como nunca e quis participar em tudo e já de uma forma muito responsável e madura. Está mesmo a crescer, é o que é!!!

E esta fase é tão maravilhosa!
Não há crianças perfeitas e ela tem os seus azedumes e defeitos, mas é uma menina muito doce, inteligente, persistente, alegre, simpática, divertida, organizada, amiga, carinhosa, honesta, perfecionista, hábil, ágil, prática, carismática... é uma filhota querida, que tem tornado a minha vida infinitamente mais colorida.
E eu sou a sua rainha...
Que bom! Que felicidade!!



domingo, 16 de março de 2014

PASSATEMPO - 2.ºANIVERSÁRIO

No próximo dia 3 de abril, o meu "Faces de Marisa" faz 2 anos de existência.
Foram muitos e muitos dias de desabafos, conclusões, dúvidas, alegrias, desilusões, novidades...
Foram muitos post em que falei do que me apeteceu, sem tentar agradar a este ou aquele público...
A ideia sempre foi agradar a mim mesma, escrever o que me estava na alma, dar largas à minha imaginação e descobrir-me e amar-me mais em cada dia.

Todos os aniversários são motivo para celebrar e para dar presentes (e então eu, que adoro dar...)!
Por isso, contactei algumas páginas das quais sou fã e consegui arranjar 11 parceiras ao meu estilo: 11 pessoas lindas, por dentro e por fora, com a arte nas mãos e a mente disposta a crescer.
E como me juntarei a elas, este passatempo terá o total de 12 prémios e 12 vencedores.
Que acham?

Como participar?
É fácil! Só terão de seguir os seguintes passos:
1- Ser seguidora das 12 páginas de facebook (links no título junto às imagens dos prémios);
2- Fazer uma partilha pública deste passatempo;
3 - Preencher o formulário abaixo.

Podem fazê-lo mais de uma vez, até às 23h59 do dia 3 de abril, desde que sigam todos os passos e deixem um tempo mínimo de 12 horas entre cada participação.

AS PARCEIRAS E SEUS PRÉMIOS:













"OS CANIBAIS", EM PROJETO ADAMASTOR

Bom dia!!!
A minha humilde primeira participação no Projeto Adamastor já está disponível para download. Isto quer dizer que já podem usufrui gratuitamente do livro "Os Canibais", de Álvaro do Carvalhal, fazendo o download da mesma. Podem usar o link, basta clicar na imagem.

http://projectoadamastor.org/os-canibais-alvaro-do-carvalhal/

E assim se concretiza a minha primeira meta desde que aderi ao Projeto.... apenas fiz revisão do texto, mas gostei bastante. É ótimo descobrir os autores clássicos da literatura portuguesa e perceber como têm tanto para nos oferecer e como escreveram magnificamente sobre temas sempre atuais.

Porque não arriscam a conhecer esta obra que conta com mais de 150 anos? Acho que vão gostar!

sábado, 15 de março de 2014

"TARDE DE CHUVA E CHOCOLATE"

Ontem terminei a leitura do livro "Tarde de chuva e chocolate", de Amalia Decker Márquez.
Foi a primeira obra que li desta autora e não fiquei com uma opinião muito completa da sua arte. Acho que preciso procurar mais bibliografia sua e voltar a experimentar.

O livro conta-nos a história da vida de Fiore e a saga da sua família na Bolívia.
Os bisavós, italianos de origem, emigraram para este país sul-americano, em busca de uma vida melhor e o seu futuro e das gerações seguintes acaba por ser marcado pela História do país, suas tradições e mudanças políticas.
Fiore acaba por nos contar muitas histórias das várias gerações de antepassados, nas quais as mulheres assumiram um papel primordial e marcante no quotidiano e futuro da família.
Um livro que nos fala de História, de Erotismo e de Utopia, que nos leva até à Bolívia do século XX.

Gostei de ler este livro, apesar de ter demorado mais tempo a fazê-lo do que é costume nas minhas leituras preferidas. A linguagem apresenta-se simples mas cativante e as histórias contadas são muito realistas e ricas em conteúdo, o que faz com que consigamos imaginar os diferentes episódios.
Contudo, sinto que me teria envolvido mais se conhecesse melhor alguns dados da História da Bolívia, os quais marcaram bastante a vida das personagens que vão surgindo.
Gostei bastante do protagonismo que é dado às mulheres daquela família, sem descurar os grandes homens que junto a elas foram vivendo, mas deixando bem clara a ideia de que não é neles que a "nossa" felicidade deve residir, mas em nós próprias e no que para nós faz sentido e dá prazer.
No entanto, penso que a leitura teria sido mais envolvente se houvesse maior sequencialidade temporal, já que os factos vão sendo relatados sem ordem cronológica, o que, pelo menos para quem pouco conhece da Bolívia, se torna menos fácil de acompanhar.

quinta-feira, 13 de março de 2014

A PACIÊNCIA DE UMA MÃE-PROFESSORA

Hoje estou sem paciência. Ou melhor, agora estou sem paciência!
Acordei com ela nos picos máximos ou, como costumo dizer, com a garrafa da paciência cheia, mas fui gastando, gastando durante o dia e agora está vazia.
(Vá, há uma hora atrás é que estava mesmo, que agora já encheu uns 10%).
E esta é uma das desvantagens de ser uma mãe professora: há dias em que às 16h30, quando vou buscar os meus filhos, já não tenho qualquer paciência porque a fui gastando na escola desde as 9h da manhã!
Normalmente, mesmo em dias "maus", consigo reenchê-la à hora do almoço ou no caminho para casa... Mas quando ela está mesmo nas últimas, lamento filhotes, mas não dá!!!
E hoje foi assim...
Os miúdos estão elétricos, falam pelos cotovelos (e outras articulações), pulam e correm, querem espaço e tempo, exigem, não ouvem e levam-me a repetir muitas e muitas vezes a mesma coisa, brigam, aborrecem-se, precisam de carinho e atenção, querem rir e ser felizes e (como hoje) até fazem birras... E estas acabam com a minha paciência! Com 10 anos a fazer birrinhas??? Oh God!!!
Outras vezes são os pais que, apenas um e em minutos, terminam com uma percentagem maior da paciência do que os vinte seis alunos da turma... pessoas complicadas, pessoas que complicam, pessoas que não conseguem entender-nos (ou aos filhos)... pessoas que são super porreiras e ótimos parceiros de trabalho na escola, mas que precisavam de mais paciência do que aquela que sobrou dos miúdos. (Por acaso não foi este o caso hoje!)

E hoje foi mesmo dia de acabar com a minha paciência (de santa, diz o meu homem) e chegar (atrasada) junto dos meus filhos com a garrafa completamente vazia.
E como eles têm uma daquelas pontarias género centro de alvo, hoje vinham ambos com MUITO por dizer e MUITA energia... e eu? Sem paciência!!!
Oh crime, que eles não têm culpa... mas é uma desvantagem de ter estes dois papéis e passar quase 24 horas por dia a "educar".
A ver se mais logo ou amanhã compenso...
Se alguém souber de um sítio onde a garrafa se encha rapidamente, avise-me, por favor!!!
É que há dias de desespero!!!

domingo, 9 de março de 2014

UMA EMENTA... DIFERENTES DAS OUTRAS

Domingo (9/3/2014)
- Prato único: Lasanha vegetariana

Segunda-feira (10/3/2014)
- Prato principal: Strogonoff de perú com arroz branco
- Dieta: Salada mista com pedacinhos de perú grelhados

Terça-feira (11/3/2014)
- Prato principal: Lombos de pescada cozidos com todos
- Dieta: Beringela grelhada com todos

Quarta-feira (12/03/2014)
- Prato principal: Empadão de carne
- Dieta: Esparregado com carne picada

Quinta-feira (13/03/2014)
- Prato único: Sopa de agriões e Tarte de ovo e legumes legumes

Sexta-feira (14/02/2014)
- Prato principal: Rissóis de carne com puré de batata e cenoura
- Dieta: Puré de batata e cenoura com bife de novinho grelhado

Sábado (15/03/2014)
- Prato principal: Bacalhau espiritual
- Dieta: Salada de bacalhau com sementes

Notaram alguma diferença em relação às outras ementas???

CAMINHADAS

Uma das minhas resoluções para 2014 é conseguir perder peso, com o objetivo de me sentir melhor comigo própria. Não é que não acredite que possamos ser felizes com peso a mais, nada disso! Mas para mim é importante gostar do que vejo quando olho ao espelho e, para isso, preciso mesmo de pesar menos e de ter menos volume corporal.
E se o ganhei com (muita) facilidade, também graças à (grande) ajuda da medicação que fiz, agora resta-me muita força de vontade, pois é uma tarefa bem difícil e que teve de incluir várias mudanças na minha vida. (Nunca consegui, deixem-me que vos diga!)
Posso dizer que já atingi (e até superei) o objetivo que queria alcançar até dezembro, mas o que mais me tem agradado nem é a mudança no ponteiro da balança, mas a forma como as alterações que fiz na minha vida têm tido resultados positivos no meu bem-estar (físico, psicológico e mental).

Uma das estratégias que adotei foi começar a fazer caminhadas, que é o tipo de exercício físico que, para além da dança, mais se adapta à minha forma de ser e de estar na vida.
Umas vezes vou sozinha, outras acompanhada (pelo marido, pelos filhos ou por uma amiga), nunca faço o mesmo percurso (e quem me conhece bem sabe porquê!), converso ou ouço música durante o caminho, às vezes dou uma corrida durante uns metros, acelero e abrando conforme me sinto confortável... vou sem um objetivo muito bem definido (para além de me ir superando e ganhando resistência), mas levo como incentivo a aplicação MapMyWalk no telemóvel, que vai cronometrando o tempo e registando o percurso e a distância.
Comecei as caminhadas em fevereiro e não vou mais do que 2/3 vezes por semana, mas a verdade é que já sinto que me canso muito menos e que vou tendo outra agilidade e resistência, para além de um bem-estar muito grande e de conseguir dar importância a pormenores lindos pelo caminho.
E não resisto a tirar-lhes algumas fotos...
Já estive para alinhar naquelas caminhadas organizadas, mas ainda não foi desta. Será o próximo passo, talvez. Afinal, grão a grão enche a galinha o papo... e eu já subo de novo as escadarias da escola a correr sem me cansar! (Oh yes!!!)



sexta-feira, 7 de março de 2014

DÓI VÊ-LA ASSIM...

Tenho o coração super apertadinho!!!!
Nunca pensei que ver a minha princesa felina assim me deixasse tão tristonha e com este aperto... gosto tanto dela!!! (Muito mais do que imaginava, apesar de saber ser muito!)
Sei que esta operação foi para o bem dela, que tinha mesmo de ser esterilizada para não ter novas infeções no útero, mas está a custar-me bastante!!
Ontem foi o deixá-la na clínica, onde passou a noite... Custou tanto!!
Confesso que chorei um pouco e que foi duro despedir-me, após assinar a autorização para a anestesia. "Não está doente e é para a sua saúde!", dizia o meu lado racional. "Tadinha da minha princesinha, que vai passar a noite sozinha!", dizia o meu lado emocional.


Mas hoje... hoje está a custar mais ainda!
O maridão foi buscá-la e está tão tristonha e magrinha!
Ainda está desorientada da anestesia, não pode comer nem beber, queixa-se com algumas dores... não sabe onde estar e "chora" quando lhe fazemos miminhos e falamos de forma doce com ela. Está queixosa e triste... E parece tão magra... Sobra-lhe espaço no ventre, onde se vê uma costura bem feita mas dolorosa... falta-lhe pelo... Não sabe como se posicionar e eu, toda emocional e pouco racional, estou despedaçada!
A Isla está preocupada com a amiga e espreita-a... mas não as queremos muito juntas, para não correr riscos. Temos de dar mimos em separado, para nenhuma sentir.
Nunca pensei que me custasse tanto!!!
Quero vê-la correr pela casa, saltar por cima dos sofás... mas agora só mimos e calor lhe posso dar.
Ai ai...

quinta-feira, 6 de março de 2014

GRANDE REVISTA À PORTUGUESA

Ontem fui ao Teatro Politeama ver a peça "Grande Revista à Portuguesa", que está em cena há mais de seis meses e tem sido um sucesso de bilheteiras.
Fui com a minha mãe e não podia ter encontrado melhor companhia! Jantámos juntas, pusemos a conversa em dia e terminámos a noite com muitas e muitas gargalhadas. Foi tão bom estarmos juntas sem precisar de pensar em rotinas nem em assuntos para resolver!!!

E gostei imenso do espectáculo!
O elenco da peça, dirigido pelo mestre Filipe La Féria, é fantástico e os "quadros" teatrais são muito diversificados e atuais, lançando "bocas" poderosas à situação do nosso país e brincando com tudo o que nos tem acontecido por cá.
Achei o guarda-roupa magnífico e os cenários simples mas muito realistas e enquadrando bem cada rábula.
Fiquei maravilhada com a energia contagiante do João Baião, o carinho da Maria Vieira, a sensibilidade e poder vocal da Vanessa e a expressividade e profissionalismo da Marina Mota.
Os bailarinos e os restante elenco também me agradou imenso e posso dizer que passei com todos três maravilhosas horas da minha vida.
As rábulas que mais me fizeram rir à gargalhada foram, sem dúvida, a do "Prédio de Lisboa" e a da "Joana Vasconcelos"... que maravilha, que imaginação!!!

Tenho de agradecer aqui publicamente à página DEZANOVE, que divulga eventos e notícias culturais por me ter proporcionado esta noite fantástica: Obrigada, pelos bilhetes! Vocês são o máximo!!
(Espreitem a página e façam como eu, subscrevendo a newsletter e seguindo diariamente as atualizações!)

E, para terminar, deixo-vos uma curta apresentação de toda a peça.


terça-feira, 4 de março de 2014

3 DIAS JÁ CÁ CANTAM!!!

Sim, eu sei, 3 para 100 é pouquíssimo!
Mas já dá para ganhar entusiasmo, não??
Nos primeiros 3 dias dos 100 do desafio consegui partilhar as fotos de momentos de felicidade.
E deixo-as aqui, para verem também.
Para a próxima, junto mais para mostrar.

 O sol já brilha lá fora. O meu quarto está iluminado e quente. Tudo está arrumadinho e a Rosinha está melhor e a apanhar sol. Vê a dona tirar foto, mas não se importa e até parece que pousa. Felicidade!

 Uma tarde com os meus príncipes... ela mascarada bem ao seu gosto, com maquilhagem e sapatinhos de tacão, deixa fotografar... ele, já sem grande interesse na época, sem máscara, prefere não ficar na foto... muito diferentes, ambos os grandes amores da minha vida... comendo um gelado que adoram! Felicidade!

Um prato simples: courgete, cogumelos frescos e queijo ralado, uns minutos no forno. Um prato preparado só para mim, que mostra como estou a conseguir mudar a minha alimentação. Felicidade!

domingo, 2 de março de 2014

100 DIAS FELIZES

Há coisas que me cansam na vida, me deixam saturada, exausta ou simplesmente cansada.
Mas, pelo contrário, há outras das quais nunca me farto, mesmo tendo de procurar em vários lados, mudar de estratégia, de companhia ou de caminho. Uma delas é, sem dúvida, a procura da FELICIDADE.
Quero uma vida feliz, um caminho com sentido, muitos momentos de alegria e ir encontrando aquilo que verdadeiramente me faz bem.
Por isso, e dada que sou a desafios, aderi ao "100 HAPPY DAY".
Esta será apenas mais uma forma de valorizar os pequenos prazeres da vida, dando-lhes importância e impacto positivo no quotidiano, muitas vezes cheio de pequenas (ou grandes) contrariedades que me deitam abaixo...
Não vou usar a "desculpa" da falta de tempo, nem outra qualquer de igual importância. Aderi e vou conseguir...
http://www.100happydays.com/pt/#what

Por isso, durante 100 dias, irei partilhar um momento feliz no meu instagram e, aqui, deixarei também imagens desse momento, apenas com o intuito de inspirar quem por aqui passa e de levar mais gente a acreditar que é possível e que faz a diferença.