domingo, 5 de janeiro de 2014

IDA AO VETERINÁRIO

Hoje foi dia de ir com as minhas amigas felinas ao veterinário, para a vacinação anual.
De manhã, fui com a Isla, que se portou como uma princesinha: deixou cortar as unhas (parecia que estava na manicure!), ronronou quando a médica a auscultou, abriu bem a boca para tomar o desparasitante, não se queixou da vacina...
Enquanto esperava, esteve sempre deitadinha na caixa transportadora, em cima na nova almofada verde, a combinar com os olhos das duas amigas gatas. (E com a minhas sala, vá lá!!!)
A Isla era a única gata... de resto só havia cães na clínica, cada um de seu tamanho e feitio. (E preço!)
A Matilde foi comigo e andou a tentar fotografá-la, mas não foi nada fácil, porque já não se lembrava como era e estava com receio da reação da sua menina.


De tarde, voltei sozinha com a Rosinha.
Bem... que difícil foi colocá-la na caixa!
Enquanto esperávamos, durante mais de duas horas, esteve quietinha e eu a desesperar.
Tentei ler e ainda consegui umas 20 páginas, mas foi só até chegar uma senhora cinquentona que falava pelos cotovelos e se metia em todos os assuntos das outras pessoas que esperavam, para além de ter estado todo o tempo a tentar que a deixassem passar à frente. Como não conseguia entender nada do que estava a ler, acabei por desistir.

Sempre que vou à clínica, o que, felizmente, só tem acontecido uma vez por ano, penso na mesma coisa: há quem seja muito "maricas" com os animais, especialmente com os cães! Tanta gente que não tem filhos porque dá muita despesa e, em vez disso, tem bichos de raça (pelos quais pagaram um dinheirão) e os trata como se fossem pessoas, gastando imenso tempo/dinheiro em alimentação, passeios, acessórios e consultas... tanto quanto gastariam com um filho...
São opções... (e quem sou eu para criticá-las?)... mas há tanto cãozinho rafeiro por aí a precisar de um lar para não acabar os (poucos) tempos de vida com uma injeção num canil municipal!

Bem...
A Rosinha não gostou mesmo nada da visita à Dra. e não se portou como devia.
Estava assustadíssima, arrufou quando a médica tentou dar-lhe miminhos e só acalmou nos meus braços, tendo de levar a vacina embaladinha neles. O desparasitante terá de ser dado em casa amanhã, as unhas ficaram por cortar (que eu também não consigo!) e o caminho para casa foi atribulado porque fugiu da caixa e fez-me companhia a espreitar pelo vidro.
Agora está aborrecida comigo. A ver se me deito ainda uns minutos no sofá para fazermos as pazes!!!

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