quarta-feira, 31 de julho de 2013

UM PAPA MAIS PRÓXIMO

Durante a minha semana de férias em Milfontes, acompanhei mais de perto a visita papal ao Brasil (através da televisão, pois claro!) e não consegui ficar indiferente.

Desde que o Papa Francisco assumiu funções que tenho, discretamente, acompanhado algumas das suas diferenças em relação aos seus antecessores, através do que leio e vejo na comunicação social, saltando-me sempre à vista valores que penso indissociáveis das funções de "chefe", enormemente importantes quando nos referimos a uma figura que pretende ser seguidora de Jesus. A humildade, a simplicidade, a alegria, a autenticidade, o companheirismo, a tolerância, a franqueza, o otimismo, a generosidade... entre tantas outras, são virtudes e/ou valores de vida que nos levam à felicidade, à luz, à paz e ao amor e que terão de ser ensinadas ao mundo através de exemplos de vida.
E todos os relatos, imagens e notícias que me chegam sobre o Papa Francisco trazem exemplos e mostras de que este é, de facto, um grande senhor e que marcará a diferença na vida de muita gente.

Para mim, crente, mas atualmente pouco praticante (no sentido dado pela Igreja a este adjetivo), tem sido uma imagem de fé e de esperança num amanhã melhor, uma figura que se aproxima do Bem a toda a hora, que não é de vaidades e dá valor ao que é essencial e prioritário.
O Papa Francisco, com o seu exemplo e (também, mas não só) com as suas palavras, tem feito com que volte a acreditar que Jesus usa muitas vezes a minha voz e as minhas mãos para chegar a alguns recantos e ajudar quem precisa.

Espero, do fundo do coração, que a força deste homem se mantenha por toda a sua vida e que outros "poderes" e "poderosos" não abafem nem destruam o que naturalmente parece ser a sua missão.


terça-feira, 30 de julho de 2013

LEITURAS EM FÉRIAS

Na terça-feira, já de férias com a família, terminei a leitura do livro “Apaga a luz e abraça-me”, de Isabel Wolff, que adquiri no ano passado numa campanha da Editorial Presença.
Foi a minha primeira leitura desta escritora, mas fiquei com vontade de procurar mais obras suas, pois gostei imenso da forma simples mas interessante como escreve.
Este livro agarrou-me durante uns dias e conseguiu ir me surpreendendo à medida que as páginas foram passando e a história de amor entre Laura e Luke, aparentemente a única e a mais importante de todo o livro, se foi cruzando com as histórias de vida das suas duas irmãs, das pessoas que com ela trabalham e dos anteriores casamentos dos dois.
Um texto que nos põe a pensar nas partidas que a vida nos prega e na importância da sinceridade e do diálogo nas relações amorosas. Recomendo a leitura.

Entre terça e quarta-feira dediquei-me à leitura da obra “Fica comigo esta noite”, que reúne 10 maravilhosos contos de Inês Pedrosa.
Numa escrita absolutamente absorvente, estes contos de amor encantaram-me. Todos eles são diferentes e contam histórias únicas, passadas em distintos cenários e com personagens com quem me fui familiarizando, e exploram diversos tipos de amor (fraterno, físico, emocional, proibido, eterno…), muitos dos quais fazem parte do nosso passado e/ou presente, ou relembram a vida de alguém que conhecemos.
Arrisco-me a dizer que alguns dos contos estão escritos de uma forma sensual, quase que (dissimuladamente) erótica, e valorizam os sentimentos que melhor definem o “amar”, na sua verdadeira intensidade.
Normalmente não gosto de livros de contos ou, quando gosto, não os leio de seguida, intercalando com outras obras, mas, neste caso, não consegui parar sem tudo ler e fiquei com um agradável sentimento colorido, como se o mundo, de repente, parecesse muito mais intenso.


De quarta a domingo deixei-me encantar pelo livro “Caídos da mesma árvore”, de Carlos Porfírio, cuja história envolve amor e mistério, num misto de suspense e romance muitas vezes de cortar a respiração.
Este livro conta-nos a história do relacionamento entre um grupo de amigos que vai terminar a comemoração de um aniversário num monte alentejano e um trio de presidiários que fugiu da cadeia e que escolhe o mesmo recanto para se esconder. Envolvendo tramas diversas e as histórias pessoais de cada personagem, num misto de emoções contadas a várias vozes, este livro prendeu a minha atenção quase do início ao fim, deixando no ar a vontade de conhecer melhor o perfil de algumas e de dar continuidade ao relacionamento de outras.

Durante o dia de domingo, li e gargalhei com “Pai também há só um”, de Francisco Abelha, que nos apresenta a opinião do autor sobre a paternidade e nos conta episódios ao mesmo tempo hilariantes e reais do quotidiano das famílias, numa escrita bem-disposta e atual. Não me ria tanto com um livro desde o “Cocó na fralda” e da coleção “Baby Blues”…
É bom ver a vida das famílias retratadas de formas tão descontraídas e divertidas!



segunda-feira, 29 de julho de 2013

CHINELAS ENVIADAS E RECEBIDAS

Estou de volta!
E como é bom chegar e receber mensagens novas que nos vão ao coração!

A Sara, que foi vencedora do passatempo das chinelas, já as recebeu e mandou-me estas palavrinhas por mail:

"Boa noite :)
As chinelas já chegaram, ficaram muito fofas, a minha mãe gostou tanto que até tentou 'roubá-las' ..
Muito obrigado pelo miminho e pela simpatia, para retribuir gostava de lhe enviar um pequeno mimo também feito por mim :)
Se me puder enviar a sua morada aproveitava a minha semana de férias para fazer o envio :)
Beijinhos"


Fiquei curiosa e muito agradecida.
Sarita, não precisa!!! Mas não vou recusar, que seria má educação!!! LOL
Obrigada, minha querida!

Tive muito prazer em fazer as chinelas, que agora posso mostrar por aqui!



Amanhã volto para passar pelos meus blogues preferidos e deixar algumas novidades e muito boa onda!

sábado, 27 de julho de 2013

DE FÉRIAS E SEM NET

Estou de férias com a minha malta...
Eu, o maridão e os filhotes estamos de "retiro" e estou sem internet. Claro que tive de arranjar uma escapadela e vir até a um cibercentro ver mails e matar saudades, mas estou de "fugida".
Já tenho saudades deste cantinho e lá para 3.ªfeira estarei de volta.
Tenho ido muito à praia, continuando a evitar as horas de mais calor, tenho descansado, dormido, lido imenso, namorado e aproveitado tudo o que de bom há no litoral alentejano.
Está a saber bem, apesar das saudades.
Até tenho conseguido estar sem pensar!

Boas férias para todos!

sábado, 20 de julho de 2013

AMIGAS ANDORINHAS

Este é o terceiro ano que nos visitam e só no primeiro é que construíram o ninho.

No início fez-nos alguma confusão que andassem a usar o aplique (candeeiro) da varanda, por cima das portadas da sala, para prepararem a chegada das crias e, com receio, o homem cá de casa derrubou a construção inacabada, que andava a ser feita com todo o cuidadinho pelos progenitores.
Mudaram de aplique, recomeçando pacientemente por cima da janela da cozinha e esta persistência deixou-me rendida... o amor e obrigação de pais parece mesmo capaz de mover montanhas ou, neste caso, confrontar dois gigantes desta espécie animal tão "superior"!
O ninho ficou maravilhoso e a primeira família ficou por aqui até ao outono, para grande entretenimento das felinas da casa, que, sendo o seu lar também na varanda, passavam minutos a (inutilmente) tentar apanhar as andorinhas durante os seus voos e horas paradas a admirar a vida familiar das aves, atentas a tudo o que lá ocorria.
Nesse ano, não houve mais interação e ponderámos a limpeza do local após a partida no outono. Mas não o fizemos. Já nem sei bem porquê, mas até evitávamos o ninho quando limpávamos a varanda mais a fundo e a verdade é que, surpreendentemente (pelo menos para quem, como eu, nada percebe de andorinhas) elas voltaram em março do ano seguinte.
Não sei se eram as mesmas, se outras. O meu instinto diz-me que uma das aves-filha ganhou este cantinho de herança e voltou para cá com a sua nova família. No entanto, a relação connosco já foi mais pacífica e mesmo as gatinhas receberam-nas de outra forma. Por cá ficaram e nem demos pelos hóspedes... Estudámos os prós e contras de ter ninhos na varanda e descobrimos que é muito positivo!



Este ano, as coisas foram já diferentes.
Ficámos ansiosos quando começámos a ver andorinhas nas redondezas e muito contentes quando vimos um casalinho a fazer ajustes no ninho. Reconstruíram algumas partes, trouxeram pequenas folhinhas para dentro do ninho e iniciaram o ciclo. Adotámo-las como "animais de estimação selvagens", nome dado pelo Simão, que tem relação próxima com todos os animais.
Enquanto não houve ovos, circulavam à vontade e nem nos evitavam. Depois, apenas uma ia e vinha e ficámos pacientemente a aguardar que bocadinhos de ovos aparecessem no chão.
Um dia, ouvimos piar e fomos ver... A mãe começou a andar atarefada e a evitar passar na varanda quando nos via por lá, fazendo grandes travagens e mudanças de direção no ar, em pleno e veloz voo, para não encarar connosco.
Mais tarde, a medo, as crias foram espreitando e familiarizaram-se com a nossa voz. Chamávamos por elas, espreitavam. Difícil era apanhá-las em fotos! (Talvez se achassem pouco fotogénicas!)
Aos poucos, pai e mãe perceberam que não fazíamos mal às crias e já andavam cá e lá, piando e trazendo alimento, mesmo connosco na varanda. As crias de cabeça de fora e eles meigamente dando-lhes de comer ao bico.
Os miúdos iram algumas vezes à varanda só para apreciar os rituais e rotinas, pelo que vimos algumas das primeiras tentativas de voo por parte das crias, com seus pais ajudando e mantendo-se por perto. E como ficavam felizes por cada avanço dos bebés, por cada fase das suas vidas, pelas etapas que foram acompanhando! (Os meus filhos, entenda-se!)

Já não dispensamos estas companhias. Até eu, que nunca fui de gostar de aves e nem me passa pela cabeça ter uma gaiola com aves de estimação (ao contrário de todos os mini bichos que por cá passaram e passarão!), gosto de beber o meu cafezinho na rua acompanhado do seu chilrear! São lindas e livres. São autónomas e com valores familiares. São uma companhia que fica porque quer e não porque precisa, que nos respeita e que respeitamos, que temos aprendido a conhecer, respeitar e valorizar e com a qual já contamos anualmente.
É verdade que, durante uns meses, o chão da varanda passa a ter de ser lavado todos os dias por baixo do ninho, pois desde restos de lama a dejetos de andorinhas bebés tudo compõe um montinho de alguns centímetros quadrados, mas isto também só acontece enquanto as crias não aprendem a voar e toda a ligação que se cria com esta família traz uma experiência sensorial e emocional única a nós os quatro. (E até às gatas!)
E os miúdos gostam e vibram. E os miúdos riem e descobrem.
E os mosquitos diminuem tanto!!!

sexta-feira, 19 de julho de 2013

DE VESTIDO A MALA

No ano passado fiz alguns vestidos para a minha filhota e para a sobrinha mais nova.
Usei tecido e croché, tendo sido quase tudo cosido à mão, pois ainda não tinha máquina.

Este ano, quando eu e a filhota andámos a fazer a mudança das roupas de inverno para as de verão, entre algumas das provas que fizemos, percebemos que um desses vestidos (este aqui!), que tinha inclusivamente sido feito a partir de uma fronha de almofada, já não lhe servia, estando apertado precisamente na zona do croché.
Estudámos várias hipóteses, experimentei a aumentar, mas não tive resultados satisfatórios.
Como a princesa não quis desfazer-se do vestido (por ter sido feito por mim), lembrei-me de o transformar e posso dizer que, após umas horitas agarra às costuras, fiquei satisfeita com a transformação.

antes - vestido

agora - mala

Que tal?
A filhota adorou e assim poderá usar o seu "vestido" até lhe apetecer, pois ficou uma malinha intemporal!

quinta-feira, 18 de julho de 2013

ORGULHO DE FILHA...

Só posso dizer que foi uma noite de sábado fantástica e que é bom ver o meu pai a concretizar sonhos...
A felicidade espelhada no seu olhar, asgargalhadas entre temas e os sorrisos entrelaçados com notas musicais, fizeram de mim uma filha muito mais feliz também e com o peito carregado de orgulho capaz de me fazer escalar qualquer montanha...
Até tenho dormido melhor!


E os filhotes cantam temas da nossa música cá por casa a toda a hora...

quarta-feira, 17 de julho de 2013

UMA ANTESTREIA TRISTE... "A LOJA DOS SUICÍDIOS"

Há 2/3 anos que tenho seguido alguns filmes em festivais de cinema de animação de várias nacionalidades (curtas e longas metragens). Por isso, fiquei na expetativa quando vi o anúncio da estreia do filme francês "A Loja dos Suicídios", baseado no livro de Jean Teulé.
Ontem tive, então, oportunidade de tirar as minhas próprias conclusões quando fomos à sua antestreia, na Zon Lusomundo das Amoreiras.
Quanto a mim, que não li o livro, a história está muito bem imaginada e original, tendo o filme grande qualidade cinematográfica. No entanto, não posso dizer que vim de lá a irradiar felicidade, apesar do desfecho de "final (quase totalmente) feliz", pois achei o filme pesado e deprimente.
Abordando o tema do suicídio e da forma como as pessoas desistem perante o mundo cinzento e as dificuldades, já traz uma carga de negativismo pouco favorável, mas a reviravolta poderia ter sido mais entusiasmante e convidar-nos melhor a reagir perante a adversidade. Fiquei sem aquela sensação dos filmes tipicamente dos EUA de que "tudo é possível" assim queiramos nós (ou os americanos!!!!)

Neste filme destaco...

O que menos gostei:
- O pouco ritmo do desenrolar da história.

O que mais gostei:
- De ouvir o filme em francês (ainda bem que não foi dobrado!);
- A expressividade facial das personagens.



Gostaria de saber a opinião de quem leu o livro. Confesso-me curiosa acerca da verdadeira história, a do livro. Normalmente gosto mais dos livros do que das adaptações ao cinema e espanta-me este estar incluído na categoria ficção/romance. Será que gostaria de o ler? (Tem é de ser numa fase da vida em que ande muito positiva, para não me deixar influenciar!)

terça-feira, 16 de julho de 2013

ANDAR DE TRANSPORTES PÚBLICOS

A maioria das minhas memórias de viagens na infância incluem uma viagem em transportes públicos.
Não tínhamos carro, o meu pai só tirou a carta de condução quando eu tinha aí uns 10 anos e só tivemos carro depois dos 14, pelo que associo facilmente as idas (curtas ou longas) a vários sítios usando o autocarro, o comboio, o metro, o barco...
Recordo com saudade os "festivais da canção" que eu e a mana fazíamos no autocarro para Setúbal, as idas à praia no ferry-boat para Troia, sempre a ver e contar as alforrecas, agarradinhas pela mãe para não cairmos, as viagens à capital de comboio e por lá no metro ou no elétrico... os táxis que apanhava com as amigas depois de sair à noite na adolescência ou quando o meu Simão era bebé e precisava vir de Palmela sem o marido...

Quando comecei a trabalhar, escolhia escolas nas cidades para ter sempre transportes públicos e, dessa altura, recordo os ficheiros que construí e os imensos livros que li nas viagens.

Hoje em dia praticamente não ando de transportes públicos, mas (apesar de eu própria não sentir propriamente falta) sinto necessidade de levar os meus filhos a experimentar todos os possíveis e acessíveis e fico encantada com o efeito que estas viagens têm neles.

Na semana passada, numa tarde de folga, aproveitando que tenho o carro na oficina e não podia dar crédito a comodismos, levei a minha malta pequena até Setúbal no autocarro. Vimos juntos os horários na internet, bem como o número da "carreira", fomos até à paragem e ficámos à espera, pagaram e verificaram o troco, fizeram mil perguntas sobre o caminho, botões e outras sinaléticas do "bus", tocaram para sairmos na Praça do Brasil e adoraram não usar cinto de segurança.
Lá por Setúbal, passeámos, lanchámos e preparámos a viagem de comboio para Lisboa, que acabou por não acontecer porque o tempo passado na estação foi tão ricamente aproveitado que se estendeu até tarde. E não só porque explorámos horários e máquinas de bilhetes, percursos e linhas, mas também porque bebi café num snack-bar gerido por um homem bom, que resolveu ajudar o Simão a fazer toda a coleção de pacotes de açúcar das Festas de Lisboa, deixando-nos procurar em todos os locais onde guardava os pacotes até ficarmos com os 42. Rimos tanto!!! E o rapaz que não sabia como agradecer mais ao senhor e fugiu a correr depois de lhe dar uma moeda de gorjeta ao comprar uma garrafa de água....
Ainda na estação, "brincámos" às fotos numa máquina de moedas e acabámos a tarde em diversão, sem ter de fazer grandes viagens, mas aproveitando as circunstâncias que foram ocorrendo.
E é tão bom largar as rotinas e as marcações e deixar-nos guiar pela imaginação, as pessoas e os ambientes à nossa volta!!!



segunda-feira, 15 de julho de 2013

RECEBER PRESENTES DE CONCURSOS

Como muitos já se aperceberam, uma das formas que arranjei para tentar contornar a crise e continuar a ter alguns prazeres a baixo preço foi concorrer a alguns dos passatempos que estão disponíveis na internet.
É preciso ter sorte, mas também há um grande trabalho de pesquisa e persistência que ajuda e facilita a tarefa. Muitos dos passatempos a que concorro são de blogues ou sites que me agradam e gosto de oferecer aos familiares e amigos alguns dos presentes.
Há 3 tipos de prémios para os quais mais concorro:
- Bijuterias
- Antestreias
- Livros

Apesar de não me considerar uma pessoa de sorte, já ganhei alguns prémios, o que, em conjunto com as compras em segunda mão, me permitiu nunca mais comprar bijuteria, aumentar significativamente as idas ao cinema e melhorar a minha biblioteca pessoal e a dos filhotes, gastando muito menos dinheiro.

 Livro "O aprendiz de guerreiro", ganho no blogue "Livros Junior e Juvenil"

 Livro "Uma aventura no Porto", ganho no facebook da "Leya na Feira do Livro"

 Coleção de livros "O Lobo", ganhos no site da "Meo Kids"

Claro que também há algumas regras e disciplinas que sigo, para melhor rentabilizar esta minha "terapia dos concursos":
- Concorro a prémios de que gosto ou que sei que vão agradar a algum familiar ou amigo (e uso o prémio como prenda);
- Tenho uma tabela simples com as datas de final dos passatempos, para acompanhar a saída dos resultados e fazer mais entradas (quando o passatempo permite) e vou atualizando-a;
- Não deixo de reclamar os prémios, nem que tenha de ir levantar o bilhete e depois oferecê-lo;
- Mando feedback aos patrocinadores dos passatempos;
- Quando não tenho disponibilidade para concorrer, guardo o link nos "marcadores" e volto lá em tempos livres.

domingo, 14 de julho de 2013

GATAS EMBAIXADORAS DA "PURINA ONE GATO"

Há já algum tempo que a minha Rosinha foi aceite como embaixadora da marca "Puralina One Gato", uma campanha a que concorremos através do site Embaixadores.com.
No entanto, o kit que precisamos para testar este alimento durante 3 semanas ainda não tinha chegado e já começava a perder a esperança.
Ontem, sem estarmos à espera, eis que chega uma grande encomenda e as duas gatinhas, como que adivinhando que era para elas o seu conteúdo, não nos largaram enquanto não abrimos todas as embalagens. E era esta a composição do kit:


Não resisti e abri logo 2 amostras, para dar uma a cada gata, testando a sua primeira reação. Apesar de ter inscrito a Rosinha, não seria capaz de fazer distinção entre os meus dois amores felinos, por isso optei por dar o mesmo alimento às duas e observar quais as semelhanças e diferenças.
No início, apenas a Rosinha quis experimentar, limitando-se a Isla a cheirar.
Durante o dia de ontem, nenhuma das duas tocou mais na comida, talvez por estarem a estranhar e/ou ainda terem das outra marca na tigela (obviamente não deitei fora!).
Hoje já atacaram a nova comida. Ambas comeram, mas a Isla "abusou" mais um bocadinho. Veremos o que acontecerá nas próximas 3 semanas.



sábado, 13 de julho de 2013

EXPERIÊNCIAS COM FLORES

A internet é um mundo e é nele que tenho ido buscar inspiração para me manter entretida com trapos, linhas e agulhas, pesquisando ideias, pontos, formatos diferentes.
Domino o básico do coser e do tricotar, sei fazer croché e ajeito-me com a tesoura, pelo que, em tempos em que o sol andava muito por aqui, decidi experimentar alguns tipos de flores, inspirada pelas cores que havia à minha volta e por imagens que fui encontrando aqui e ali. Sem saber bem o que fazer com elas, fiz diferentes experiências e gostei bastante de alguns resultados.
Aqui ficam alguns modelos, que poderão vir a ser utilizados num destes dias:





sexta-feira, 12 de julho de 2013

A FESTA DO MEU FILHOTE

Tal como tinha acontecido desde 2010, a festa de aniversário do meu príncipe (no domingo) foi no monte alentejano dos meus sogros (o "Veado"), durou todo o dia e juntou o que ele mais gosta na vida: família, amigos, brincadeiras e jogos, campo e piscina, descontração, simplicidade e boa-disposição..
Os amigos foram escolhidos a dedo, que ele não é rapaz de convidar só por convidar, e quase todos aderiram, o que nos fez movimentar o maior número possível de automóveis para transportar os convidados até Montemor-o-Novo. Éramos 13 crianças e 12 adultos.
Todo o ambiente foi de tranquilidade e alegria, havendo tempo para tudo e muita vontade de passar um dia em beleza!
Foi bom ver a felicidade estampada no seu rosto durante este dia tão especial e agradecerei para sempre o excelente contributo de todos os avós e tios para que tudo fosse possível.

 2010
 2011

 2012

2013

quinta-feira, 11 de julho de 2013

VIROSE VS FOX

Desde terça-feira que uma maldita virose gástrica se apoderou das minhas gentes.
Na família, o primeiro alvo foi a sobrinha mais nova e cedo se alastrou em sua casa, na minha e na da minha mãe.
Atacou-nos o estômago e os intestinos, a uns de uma forma (mais ou menos intensa) e a outros de outras.
Os meus filhotes estiveram mais a vomitar e de diarreia, sem conseguir comer nada na terça e na quarta. Eu vomitei bastante ontem e hoje tenho estado com cólicas horríveis e com prisão de ventre. Nada sai, mas os intestinos dão voltas e voltas e dão dores horríveis. O normal está a ser durar um dia (muito intenso) e ir passando os sintomas. Com eles foi assim e eu espero estar bem amanhã...

Entre avarias do estômago e dos intestinos, tenho seguido a temporada 2 de uma série transmitida pelo canal FOX e que estou a ver pela primeira vez: Prison Break.
Em poucos dias, vi a primeira temporada e agora estou seguindo a segunda, para intenção de continuar até ao fim. Há muito tempo que ouvia falar desta série e cheguei a ver um ou outro episódio ocasionalmente, mas não conseguia entender a história. Agora, que a sigo na totalidade, estou a adorar e não posso deixar de sublinhar a enorme amizade entre os dois irmãos protagonistas.

E agora vou deitar-me que já não aguento as dores... e vai mais um episódio na caminha!


quarta-feira, 10 de julho de 2013

"REFLEXO PERDIDO"

Há uns dias que ando a ler o livro "Reflexo Perdido", de Marta Carvalho, que conta a história de uma adolescente que perde a sua irmã gémea e cuja vida vai mudar a partir desse momento. Terminei-o ontem.

Este livro foi escrito por uma jovem quando tinha apenas 13 anos e frequentava o 8.ºano, o que mostra um grande poder de comunicação e um enorme gosto pela escrita, marcando bastante o desenrolar de toda a ação.
A história, em si, é bastante interessante, mas pouco desenvolvida e muito rápida, sendo que os acontecimentos se vão desenrolando demasiado colados uns aos outros, não chegando a deixar-nos na expetativa e ansiedade sobre o que vai acontecer a seguir. Outro aspeto é que se nota bem a maturidade e as vivências da escritora, excelentes para a idade, mas ainda muito "verdes".
Aconselho vivamente a leitura deste livro a adolescentes, pois o argumento é muito interessante e todo o desenrolar da ação se encontra bem encadeado.

Os meus parabéns a esta jovem escritora, de quem, de certeza, iremos continuar a ouvir falar.
Este livro chegou-me através do Winkingbooks e já seguiu viagem para as mãos de nova leitora!

segunda-feira, 8 de julho de 2013

10 ANOS DE TI, FILHOTE!

Ontem foi dia de comemorar o 10.º aniversário do meu filhote mais velho.
Acordei bem cedo, com uma ansiedade enorme e todas as memórias do 7 de julho de 2003 se apoderaram da minha mente: a inexperiência perante as primeiras contrações, a ida para o hospital, a noite de solidão passada à espera dele, numa sala sozinha e (praticamente) às escuras, as dores bem fortes no início da manhã (quando a epidural dada à meia-noite já não fazia efeito), a palmadinha do médico que me seguia, chamando "apressado" ao meu menino, para depois desaparecer e não mais o ver (até hoje!), o meu pedido constante pela presença do meu marido, não ouvida nem respondida, as dores do nascimento e a força feita em locais errados, o corte e a costura mal feitos, a vacina que não lhe deram logo...
Tudo isto senti à flor da pele no primeiro instante do dia, enquanto tudo ainda dormia e uma festa grande de aniversário se avizinhava pela frente.
Ansiosa, porque isto de reviver momentos marcantes tem a (por vezes) desvantagem de nos trazer também os sentimentos que nos invadiram nesses instantes, vim ao computador procurar uma foto do meu amorzinho para olhar para ele sem ter de o acordar (e ao amigo que também dormia no quarto dele).
Corri pastas e pastas de fotos e as memórias foram sendo substituídas por outras incrivelmente melhores,  misturadas com a fantástica imagem dele nos meus braços, naqueles breves instantes em que, depois de nascer, ainda sujo e ligado a mim, o colocaram em cima da minha pele e senti o maior prazer de sempre: olhá-lo, tocá-lo, senti-lo!
Jamais esquecerei a primeira carícia,  as primeiras lágrimas de emoção, o toque suave da sua pele, o (nosso) choro de alegria por estarmos juntos, por finalmente nos conhecermos com todos os sentidos. Era um bebé lindo, pequenino, com uma manchinha rosa na testa que memorizei para ter a certeza que não o trocavam, que devolviam o MEU bebé, o meu grande amor, a minha "pipoquinha" linda que tanto desejei e que mudou significativamente (para melhor) a minha vida.
Escolhi quatro fotos que representam a sua primeira década de vida e enchi-me de alegria e orgulho por tudo aquilo que ela tem sido e valido. Têm sido dez anos de amor verdadeiro e companheirismo único, nos quais descobri a minha verdadeira vocação de vida.
E o dia foi de arromba para comemorar. Foram mais de 12 horas de festa, de animação, de amigos e família, de brincadeira e jogos, de emoções e sensações. No monte dos avós, com tudo o que mais amas nesta vida e com esta mãe profundamente feliz.


Parabéns, Simão!

quinta-feira, 4 de julho de 2013

VALORES ANTIQUADOS????

Quando olho para mim, para o que sou e faço (uma coisa em coerência com a outra, diga-se), fico muitas vezes a pensar se não serei uma pessoa de valores antiquados. São valores que me foram transmitidos, que fui adquirindo ou ajustando, mas que, muitas vezes, me parecem desajustados no quotidiano atual ou escondidos/disfarçados por outros que nada me dizem, ou pouco...
Continuo a acreditar que são os certos, mesmo que fora de moda, mas muitas vezes têm o preço da tal solidão no meio da multidão, da desilusão ou do desequilíbrio na autoestima.

Para mim:
- Um "bom dia" diz-se a toda a gente que se encontra, mesmo que não se conheça...
- Um sorriso oferece-se a qualquer hora do dia, mesmo que seja um sorriso triste...
- As amizades verdadeiras duram para sempre e tudo superam...
- A família é o pilar da nossa vida e deve ser tratada da melhor maneira que conseguirmos...
- O "próximo" é, em primeiro lugar, aquele que vive, trabalha, comunica, se relaciona connosco, mais do que os "pobrezinhos"ou os "doentinhos"...
- Os dons são para rentabilizar e partilhar...
- A aprendizagem faz-se durante toda a vida...
- Não há ninguém perfeito, todos erramos, todos magoamos sem querer, todos temos qualidades e defeitos, todos temos algo de bom para oferecer...
- O diálogo e o carinho são a base das relações...
- Toda a gente precisa de toda a gente...
- As crianças e os adultos precisam de conversar, mas principalmente que as ouçam...
- As expetativas positivas e a motivação são essenciais na vida de todos...

quarta-feira, 3 de julho de 2013

E AS CHINELAS VÃO PARA...

Após ter encerrado o passatempo "Chinelas por medida", que teve 41 pessoas a concorrer, elaborei uma lista de 54 participações válidas, que incluiram as entradas extras de quem partilhou o passatempo.
Saliento que quem não é seguidor do blog, apesar de ter participado, a sua entrada foi considerada inválida, não tendo sido contabilizada.
E o random ditou o número vencedor:
A participação vencedora foi a 51, correspondente à entrada extra (partilha) de Sara Carvalho, a quem irei enviar mail já de seguida. Peço à nossa seguidora que me responda até às 8h de sexta-feira (dia 5) para combinarmos os pormenores das chinelas e eu poder "pôr mãos à obra!".


Obrigada a todos os que participaram!!!
Espero que a vencedora goste do seu prémio e, daqui a algum tempo, nos envie foto com as chinelas calçadas.
Aos novos seguidores quero dizer: Bem-vindos! Espero que gostem do que leem por aqui!

terça-feira, 2 de julho de 2013

E NÃO É QUE ME DEU PARA ISTO????

Em momentos de descompressão ou de descontração, dá-me para fazer umas coisinhas!
E já usei os dois colares.
Lindos ou feios, são meus e tive tanto prazer ao fazê-los!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

MEU PRIMEIRO STEPHEN KING

Hoje terminei a leitura do meu primeiro livro de Stephen King, o mestre do suspense e do terror: "Chamada para a morte".
Gostei bastante da história e da forma como o livro está escrito, mas fiquei um pouco desiludida, talvez porque criei uma grande expetativa. (Nunca mais aprendo a deixar-me de expetativas!!)

O livro conta a história de Clay, um escitor de banda-desenhada, que escapa ao "Impulso", um fenómeno energético que transforma as pessoas em máquinas assassinas, através de uma chamada telefónica.
Ao longo de toda a história, Clay procura a sua família, sempre com esperança de encontrar a ex-mulher e o filho a salvo da desgraça que assombra a terra.
Na viagem que faz em busca das pessoas que ama, cruza-se com diversas outras personagens, em situações arrepiantes e assustadoras, criando mesmo um grupo de amigos que também escaparam e que o ajudam nesta saga: Tom, Alice e Jordan.

Consigo compreender porque é Stephen King um mestre na sua arte e porque são as suas histórias transformadas em ótimos thrillers cinematográficos, pois toda a narrativa está repleta de pormenores arrepiantes e enredos de suster a respiração.

No entanto, penso que deveria ter escolhido uma melhor altura do ano para ler este livro, pois fiz muitas interrupções nas leituras, por cansaço e "falta de tempo" (ou de disponibilidade mental!!), o que atrapalhou o meu envolvimento na história e a proximidade com as personagens.