quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

3 LIVROS A CAMINHO...

Tristonha,um pouco cabisbaixa e exausta, penso muito nos momentos em que estou sossegadinha a ler...
Têm sido tão bons!
E aguardo ansionamente a chegada destes 3 livros... cada um ao seu género, cada um dedicado a uma das minhas faces...



terça-feira, 29 de janeiro de 2013

2 DOCES AO FINAL DA TARDE

Ao dar volta aos armários da cozinha, dei com dois ingredientes que estavam mesmo a precisar de ser usados: um frasco de mel e favos (oferecido pela mãe de um aluno) e um frasco de doce de gila que a minha sogra nos ofereceu no Natal, feiro por ela mas que estava a ganhar algum bolor.

Decidi que iria fazer dois doces usando-os, para não se estragarem e aqui ficam as receitas, que não são minhas, mas que agradeço às fontes: o site "Mundo de Receitas Bimby" e o livro-base da Bimby, respetivamente e com pequenas alterações.

 

BOLO DE MEL E LIMÃO

Ingredientes:
200 gr de açúcar
casca de 1 limão (só a parte amartela)
100 gr de mel (incluíndo favos)
2 ovos
150 gr de leite
60 gr de margarina
300 gr de farinha
1 colher de chá de fermento em pó

Preparação:

Pulverizar o açúcar com a casca de limão, durante alguns segundos na velocidade 9. Juntar todos os ingredientes, excepto a farinha e o fermento, e marcar 5 min., Vel. 4, Temp. 37ºC.
Juntar a farinha e o fermento e bater durante 2 min., Vel. 4.
Deitar numa forma redonda, de buraco, untada com margarina e levar ao forno durante cerca de 40 minutos.


TORTA DE GILA

Ingredientes:
130 gr de açúcar
1 pitada de sal
4 ovos
150 gr de leite
60 gr de margarina
170 gr de farinha
2 colheres de chá de fermento em pó
açúcar em pó
1 frasco de doce de gila

Preparação:

Colocar a "borboleta" na lâmina e deitar no copo os ovos e o açúcar. Programar 2 min., Temp. 37ºC, Vel. 3.
Deixar sem programar a temperatura e bater outros 2 min. à mesma velocidade, para que fique um creme fofo.
Incorporar a farinha, o fermento e o sal e programar 30 seg., Vel. 3.
Deitar a mistura num tabuleiro, untado com margarina (ou forrado com papel vegetal), tendo o cuidado para que fique bem espalhada.
Introduzir no forno pré-aquecido a 180ºC, durante 10 a 15 minutos.
Desenformar sobre um pano coberto de açúcar em pó, cobrir com o doce de gila, sem deixar arrefecer, e enrolar, apertando e dando-lhe forma.
Deixar arrefecer enrolada com o pano e depois desembrulhar.      
 
 

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

LEILÃO DO BLOGUE NO FACEBOOK

Há uns tempos atrás, a minha cunhada vendia algumas peças de bijuteria, mais por prazer do que por negócio.
Sobraram-lhe algumas, que tinha em casa à espera de nova oportunidade de lhes arranjar um dono.
Ofereci-me para as tentar vender e trouxe-as para casa.
Algumas já têm novo dono e foram muito bem recebidas. Outras tenho-as em leilão na minha página de facebook e estão a baixos preços para quem as quiser adquirir até ao dia 30, quarta-feira, pelas 20h00.

Espreitem e deixem a vossa opinião:


É só clicar na foto e "gostar" da minha página. Depois, podem licitar!

"NO TEU DESERTO"

Tenho andado a ler Miguel Sousa Tavares, pela primeira vez numa escrita para adultos.
Na escola costumo trabalhar o "Segredo do Rio" e "O Planeta Branco" com as turmas de 3.ºou 4.ºano e conseguido trabalhos muito interessantes, pois considero-as duas excelentes obras intanto-juvenis.
A escrita para adultos não conhecia e não tinha muita motivação para conhecer, pois não sou especialmente fã da pessoa que é este escritor, mais mal tratada ainda na minha cabeça desde que disse que os professores "são os inúteis mais bem pagos"...
No entanto, há 3 anos que "No teu deserto" ocupa lugar numa prateleira cá em casa, por coincidência oferecido por um aluno ao meu marido, e arrisquei a experimentar.
Fiquei agradavelmente surpreendida, pela positiva, claro!
Muito a um jeito que também se revela nos livros que conhecia, este livro captou a minha atenção, tendo uma história envolvente de "quase amor" que explica o sub-título "quase um romance" que se vê na capa.
A história conta-nos a relação entre um fotógrafo/jornalista e a sua co-piloto numa viagem pelo deserto do Saara... sem envolver palavras que indicassem amor físico, mas num plano muito espiritual, onde a solidão e o silêncio levam ambos por caminhos desconhecidos e imprevistos de autoconhecimento e profundidade.
Gostei bastante e fiquei com votade que houvesse um segundo volume, onde a história se prolongasse.
Fez-me pensar em como é, também para mim, muito mais difícil viver calada e só, mas também como, mesmo assim, já o faço com mais facilidade e com menos medo de estar comigo mesma...

domingo, 27 de janeiro de 2013

MANA...

Já me tinha apercebido, mas ontem confirmei de novo.
Por mais próximo que alguém esteja de nós, não há quem nos compreenda melhor do que nós, uma à outra.
Falamos a mesma língua, amamos com o mesmo coração, agimos com a mesma alma...
Compreendes-me e aceitas-me melhor que ninguém.
És a minha companheira de vida e não há relação como a nossa.
Amo-te!

Tenho dito!!!
(Tinha de o escrever!!!)

sábado, 26 de janeiro de 2013

COMPRAR ROUPA COM O SEU PRÓPRIO DINHEIRO

Como já referi anteriormente, os meus filhotes têm sido sempre envolvidos na"situação financeira" cá de casa... Temos sempre tentado que percebam o valor (relativo) do dinheiro e a forma como pode (e/ou não) alterar a nossa vida.

Como eu e o meu marido temos a mesma forma de encarar o dinheiro e as compras, não tem sido nada difícil gerir o tema com as crianças, pois todos temos desejos e necessidades muito simples e básicas e uma enorme capacidade de adaptação. (Pelo menos até ao momento!)

Este ano, após o Natal, como os avós paternos lhes deram dinheiro para comprarem o que precisavam, tivemos mais uma hipótese de conversar e partilhar ideias acerca do valor do dinheiro e os miúdos chegaram facilmente à conclusão que não precisavam de brinquedos porque têm muitos e que seria muito importante gerirem bem o valor que lhes tinha sido atrabuído. Assim, cada um colocou uma parte no mealheiro para a Eurodisney (que andam a fazer deste sempre), comprou um brinquedo que não tinha e compraram algumas peças de roupa que lhes fazem falta, aproveitando os saldos.

O Simão aproveitou para comprar na Zara as suas calças preferidas (vermelhas e verdes) e um blusão mesmo ao seu género...

A Matilde comprou um vestido/túnica e umas calças já muito à adolescente...
Também já tinha comprado umas galochas muito giras no Jumbo, que lhe custaram 5 euros e que combinam em pleno com o seu "kispo" rosa...


E é tão bom vê-los a apreciar o que querem comprar, a olhar as etiquetas, a comparar preços, a pensar se gostam mesmo e se vão usar, a lembrarem-se do que já têm em casa e a ver as combinações, a fazer as contas para ver se o dinheiro lhes chega e já a pensarem na próxima estação e nos próximos tempos!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

IR AO CINEMA

Ir ao cinema é algo que adoro.
Gosto de filmes de todos os géneros, apesar de ter as minhas preferências.
No entanto, já me vi completamente vidrada no écran em filmes com histórias simples e em grande êxitos de bilheteiras... E também já me aconteceu adormecer no cinema em filmes galardoados!
Gosto de boas histórias, de efeitos especiais bem feitos e de atores que pareçam que estão a viver em vez de representar.

No entanto, o cinema está cada vez mais caro e irmos ao cinema os quatro pode ficar uma saída pouquíssimo acessível.

Assim, temos apostado em algumas alterações e evitado ir, como antes, a todas as estreias infantis. Subtituimos por sessões caseiras, onde estamos confortáveis no sofá, também podemos comer pipocas e o leque de escolha é mais variado. Acima de tudo, fica muito mais barato.

Na última sessão, na semana passada, os meninos construiram os seus pacotes de pipocas, personalizados e muito ao jeito de cada um, usando materiais de desperdício e a imaginação, e foi um regalo vê-los orgulhosos a comer as pipoquinhas caseiras, feitas por eles numa máquina que ofereceram há uns anos ao pai, dentro das suas obras de arte, que estão agora sempre preparadas para os próximos filmes:



Quanto ao cinema "para crescidos", as últimas duas vezes que saimos de casa para um filme, eu e o maridão, não pagámos bilhete, pois aproveitámos os que ganhámos nas salas de cinema locais, em passatempos do facebook.

Amanhã, se tudo correr bem, iremos aproveitar mais uma dessas minhas "vitórias" em passatempos e, graças ao Setúbal na Rede, iremos assistir ao filme "As voltas da vida", no Auditório Municipal do Pinhal Novo.
Espero que seja tão bom quanto os últimos dois.
O trailler promete:

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

PEÇO: MAIS BOCADOS COM GOSTINHO ESPECIAL

Hoje estou num dia NÃO.
Não se passou nada de especial que me tenha colocado neste estado, não há uma razão para me sentir hoje mais cansada e triste do que nas outras quartas-feiras, mas não estou nos meus dias, não me senti bem durante todo o dia... tenho estado com um aperto no peito, com uma sensação de falta de ar...

Avisei toda a gente que não estava bem e fui pedindo compreensão. Houve muita gente que se cruzou comigo e que respeitou este meu pedido... houve quem não desse por isso. Os meus amiguinhos do dia a dia aturaram um adulto de birra toda a manhã, com pouca paciência e muita necessidade de silêncio e até se esforçaram, mas a coisa não foi tão pacífica como deveria. Eles também têm dias maus e eu, que também sou humana, falei neste meu dia mau com a mesma naturalidade com que às vezes "dou um desconto" aos que não vêm bem... compreenderam e esforçaram-se, mas para bem de todos tivemos de alterar os planos de dia e fazer algo mais criativo. (Que até teve um ótimo resultado, por acaso).

Mas não me apetece acabar o dia a pensar nas últimas horas, pois sinto que preciso mesmo é de memorizar os momentos bons e trazer à ideia (pequenos ou grandes) bocados que me dão um gostinho especial à vida. E nada como uma imagem para substituir muitas palavras...

Há três coisas que não dispenso diariamente: café, leituras e óculos de sol.
Não sou exigente nas marcas (de nenhum dos três amores), passo de uns para outros quando acabo ou me farto (no caso dos óculos, claro!), gosto de variar... mas preciso destes bocadinhos e ontem, depois de almoço, juntei os três depois de almoço, numa meia-hora só minha, fugindo às rotinas de às pessoas...
Num novo espaço, um café cheio (para variar), o primeiro livro de Miguel Sousa Tavares a começar (que me tenho recusado a lê-lo por ter ofendido tanto a "minha classe"), os óculos na cara, e depois na cabeça, apesar da chuva a espreitar. E fez-me bem!!!!
Devia repetir. Preciso repetir que a vida faz-se bem quando temos bocadinhos tão gostosos assim!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

OS COCÓS DOS CÃES

Quando fui trabalhar para a Moita, em setembro de 2010, fiquei muito espantada com algumas diferenças entre a aldeia onde moro ou a vila mais próxima (Palmela) e a vila da Moita. As tradições, as gentes, os costumes, a forma de falar... tudo muito diferente, apesar de serem concelhos limítrofes e da minha casa ficar apenas a 13 kms de distância da escola.

Aos poucos fui-me habituando às diferenças, percebendo os porquês e respeitando-os, até ganhando novos gostos e preferências, pelo que acho que tenho hoje uma vida mais rica porque mais vivida.

E é aqui que entram os cocós.
Esta foi uma das coisas que estranhei, pela negativa, na tal vila à beira-rio construída: muitos cocós nas ruas, muita gente passeando os cães e deixando-os fazer as necessidades onde lhes apetecesse, muitos animais "à solta"... Sair com os miúdos a qualquer lado era sinónimo de caminho com minas e armadilhas. Não gostei, não gosto e não me convenço de que não se faça algo contra.
Consegui que os miúdos percebessem que era errado e que eles próprios começassem a reparar (pois evitar já faziam inconscientemente) e a sentir a necessidade de passar palavra. É que não há mesmo necessidade nenhuma!!!!
Reparei que a Moita não tem tantos "contentores" prepositados para o efeito, com saquinhos para os donos usarem e atribui no momento, confesso, alguma responsabilidade à câmara. Mas, pensando bem, se os cães têm dono, terá de ser a autarquia e, consequentemente todos nós enquanto contribuintes, a pagar para os donos dos cães apanharem os cocós dos animais? Pode haver uma ajuda nesse sentido, uma sensibilização para a preservação da limpeza dos espaços, mas cada um de nós tem uma responsabilidade civil que não pode descurar. Eu não atiro papéis para o chão, por exemplo, e os meus filhos (ou alunos) também não. E não preciso que haja um balde do lixo em cada esquina. Se não houver, guardo no bolso até encontrar.

Nos últimos meses tenho vivido bem (ou melhor, mal) com os cocós dos cães dos outros que moram aqui bem perto, na mesma urbanização, e que passeiam os seus bichos por algumas horas diárias e que deixam rasto em tudo quanto é sítio. Entre eles há incluve um vizinho, felizmente de outro prédio, que passeia 3 enormes cães pela trela e que deixa cocozões por tudo quanto é espaço. Para além dos pobres bichos estarem presos num apartamento, ainda sujam tudo de cada vez que vêm à rua, deixando porcaria no local onde as crianças poderiam jogar à bola à vontade, brincar na terra, jogar ao berlinde, fazer descobertas... tudo atividades saudáveis que tentavam fazer no verão e que tiveram de passar a evitar, sob perigo de encontrarem presentes mal-cheirosos.

O meu homem, muito prático nestas questões, pregou um cartaz grande mesmo nos sítios onde os lulus e os bisontes (donos e/ou animais, entenda-se) vão fazer as necessidades, sob o olhar atento de quem os prende pela trela:
"O cão deixa no chão 
o que o dono tem na cabeça."

Achei um pouco forte demais, mas percebo-o perfeitamente. Chateia que as pessoas não pensem nos outros e achem que a rua é só delas, que podem fazer o que bem entendem e deixar sujo o que é de todos. Será que custa assim tanto levar uns saquinhos de casa, apanhar os ditos dos cães e deitá-los no lixo? Bolas! Afinal a Moita progrediu em 2 anos e "nós" regredimos uma década.

E atenção que não culpo, de todo, os animais! Os cães só fazem o que lhes permitem, pois estão satisfazendo as suas necessidades básicas. Acho é que já deveríamos estar todos mais sensibilizados para a ideia de que somos responsáveis por um espaço comum e temos nós (e não só os municípios) de ajudar a mantê-lo limpo. Imaginem que agora todos nos lembravamos também de ir à rua fazer as necessidades! Haveria de ser lindo e ficar cheiroso, o ambiente!

domingo, 20 de janeiro de 2013

SÉRIES POLICIAIS

Gosto de histórias policiais, de detetives, de crimes, de advogados... Deve ser o meu lado oculto a aparecer por aparecer por entre a meiguice e bondade do dia a dia. Ou então é porque gosto de ver os maus a serem apanhados pelos bons. Não sei.

Houve uma altura em que devorava os livros da Agatha Christie. Comprei edições "de bolso" e encantei-me com Poirot... fazia esquemas em papel, tomava notas, sublinhava frases que achava importantes... tentava adivinhar os culpados e as razões, desconfiava de todas as personagens e, normalmente, não adivinhava o final.

Agora ando mais numa de série de televisão.
São várias as que gosto de seguir (graças às gravações da box), quase todas com mulheres de força e garra, homens charmosos, um misto de romance, crimes e mistérios.

Gosto de ver:

Com o qual me divirto e encanto. Aposto que o Red John será apanhado na última temporada (talvez até sendo alguém bem conhecido na série) e a Lisbon acaba por fazer Patrick voltar a amar.

Sigo deste a primeira temporada e estou a adorar ver, finalmente, Castle e Kate a assumir uma relação que já se adivinhava há muito.

 Adoro esta equipa. Divirto-me muito com o charme brincalhão de Dinozzo e encanta-me a maturidade de Gibbs. Gostava de ter o carisma de Abby e acho Ziva uma mulher linda. Apesar de ter um ar muito bonzinho, gosto especialmente do jeito de McGee. Todos juntos, são fantásticos.

Tentar entrar e compreender "Mentes Criminosas" tem sido fantástico e aliciante. Em cada temporada, um maior êxito na transmissão da visão do assassino... tem episódios de cortar a respiração e leva-me a pensar como só uma pessoal mentalmente muito doente é capaz de crimes hediondos.

Ansiosa por amanhã para começar a ver a temporada 3, segui com muita satisfação as outras 2 temporadas ficando a admirar esta mulher de meia idade mas cheia de poder e classe, capaz de se mostrar independente e implacável. Se fosse advogada, queria ser assim...

Estas são apenas algumas das que me lembro e que sigo atualmente, mas houve e haverá tantas... Lembro-me ainda de "Perception", de "Ossos", de "Inesquecível", de "Medium", de todas as séries e temporadas de CSI, de "Franklin and Bash", de "The listenner", de "Sem escrúpulos"... Podia continuar, mas queria antes descobrir novas que me prendam desde a primeira temporada.

Também adoro filmes de suspense, de crimes e de perseguições, apesar de estar já há algum tempo sem ver um que me deixe a pensar nele durante tempo infinitos, prova de que me prendeu durante muitos minutos e me fez "entrar" na história e vivê-la como se o meu dia estivesse em risco de terminar.

sábado, 19 de janeiro de 2013

NOVO CACHECOL DA PRINCESA

Como já referia algumas vezes, tenho uma princesa que gosta muito de pormenores e acessórios.
Nas suas gavetas abundam bandoletes e ganchos, chapéus e gorros, cachecóis e lenços, colares e pulseiras... gosta de ter de várias cores e feitios, para poder fazer as suas combinações.
Não minto se disser que não gasto muito dinheiro nesta sua "preferência", pois não lhe compro peças caras, apenas de bom gosto e duradouras e, como tem muitas, aguentam vários anos. A coleção que tem atualmente tem algumas peças que adquirimos há 5/6 anos e que continuam a fazer as suas delícias.

Uma dessas peças é um cachecol muito fofinho, cor-de-rosa, de tipo polar, que guarda desde muito pequena mas que praticamente não usou porque era muito "simples". Uma peça que ela nunca quis dar, mas que também nunca quis pôr, sempre na esperança de que surgisse algo que a fissesse mudar de ideias.
E foi mesmo o que aconteceu quando vi este vídeo do youtube (AULA FLOR MARGARIDA) e me lembrei que tinha linha cor-de-rosa em casa e que poderia usá-la para dar um novo ar ao cachecol.

A margarida deu muito trabalho mas também muita satisfação a fazer. Foi um projeto feito com tempo, aos bocadinhos, que foi crescendo ao som do sotaque brasileiro da minha "professora" do vídeo. Optei por usar apenas uma cor, já com ideia de completar com outra aplicação e foi o que acabei por fazer.

Hoje montei tudo e a minha princesa pousou para a fotografia, orgulhosa do seu "novo" cachecol!




Acho que ficámos ambas satisfeitas com os resultados e amanhã ela quer já usá-lo. (O que é bom sinal!).
E assim, praticamente a custo zero, conseguimos melhorar uma peça e enriquecer as suas roupinhas, já com a promessa de fazer mais flores (pequeninas) para dar brilho a outra que comprámos por 3 euros em 2.ª mãe e que precisa de algo para ser mais ao estilo da Matilde.

"UM COMPANHEIRO INESQUECÍVEL"

Esta noite foi atribulada e, para mim, nada como uma boa leitura para sossegar a alma e deixá-la flutuar até ao espaço e tempo em que retoma a calma e a tranquilidade e volta ao sono. (Melhor só se for o calor do corpo dos meus filhos adormecido junto ao meu!).
Assim, e porque estava ansiosa por saber como terminava a história de amor que Susana Tamaro conta em "Um companheiro inesquecível", aproveitei-me do sabor das palavras e devorei o resto o que me faltava do livro.
Posso dizer que adorei... a história, a escrita, o encadeamento dos acontecimentos...

Neste livro, a autora leva-nos ao mundo mágico do amor entre uma senhora idosa e um animal que encontrou e que se tornou o seu grande amigo: o Luisito, um papagaio. Anselma representa uma professora aposentada, viúva, a viver sozinha, contando apenas com os telefonemas semanais e alternados dos dois filhos que fizeram as suas vidas longe dela. O papagaio representa o amor sincero que pode uma pessoa realmente sentir, desinteressado e puro, quando todo o resto parece representar o fim.
A história leva-nos a pensar no poder do amor e em como as novas vidas podem (ou não) tornar-se ocas e meros passar dos anos. A mim, confirmou-me mais uma vez que o amor é o ingrediente principal de um caminho que tem de ser recheado de momentos e pessoas que nos fazem felizes, pois viver só por viver é sobreviver e todos merecemos mais do que isso.

Além de todo o prazer que me deu esta leitura, estiveram também sempre presentes as pessoas que me ofereceram este livro, que pensaram em mim quando o compraram. Uma amiga especial, com duas filhas igualmente especiais, que foram 2 alunas meigas e atentas com quem tenho uma relação única. Uma amiga que ultrapassou limites, mantendo-se sempre dentro deles, que juntou e separou ao mesmo tempo três das nossas faces. Ontem amiga-encarregada de educação-amiga, hoje amiga-professora-amiga, muito bem me conhece e escolheu esta história por isso mesmo.
Beijocas especiais para a Aida, a Isabel e a Matilde. Adorei, amigas!!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

PLANEAR PARA PRESENTEAR

2013 promete ser um ano difícil em termos económicos. Já se perspetivam duros meses de contenções e restrições, contando os tostões até ao final do mês. O dinheiro não vai chegar para extras e terá de ser bem organizado e rentabilizado, de forma a conseguirmos fazer uma vida com alguma qualidade.
E, bem vistas as coisas, se tivermos trabalho e saúde, já estaremos bem melhores do que muita gente neste país. Eu considero-me sortuda... apesar de sentir alguma desmotivação face a outros anos e épocas, sinto que sou uma pessoa de sorte por ter um trabalho mais ou menos seguro e por não ter problemas de saúde graves nem dispendiosos.

Contudo, sei que vou sentir já uma grande diferença no orçamento familiar a partir deste mês ou do próximo e estou a organizar-me para poder continuar a ter alguns momentos dedicados ao que me dá prazer, pois se disso prescindir por completo sei que a coisa correrá bem pior. (E aí terei problemas de saúde...)

Há coisas que ADORO e que quero poder continuar a fazer e, para isso, estou já alterar a forma de viver e de organizar a vida. Claro que isto implica um plano e alteração de rotinas, mas acho que vale a pena, pois não temos muitas soluções para além de encarar a crise de frente e procurar dar-lhe uma volta inteligente. Penso que há formas diferentes de agir, quando a necessidade/interesse é grande e as condições mudam. Se calhar temos de voltar a valores já pouco usados por muita gente, apostando na partilha, na união, na troca, na rentabilização dos dons de cada um, no prazer a longo prazo...

Uma das coisas de que gosto de fazer ao longo do ano é de oferecer presentes e vai ficar mais complicado, por isso estou agindo assim:

- Fiz uma lista dos aniversários dos familiares e amigos especiais (IMPORTANTE!).

- Tenho um saco cá em casa onde vou guardando presentes de aniversário, à medida que os vou adquirindo.

- Quando vou às compras, ou estou online, se vejo uma boa promoção (como as dos 75% de desconto do continente, por exemplo) ou outras que me chegam mail (através das newsletters) e ao feed notícias (facebook), vejo se posso investir esse dinheiro, a quem quero oferecer esse produto e compro, guardando no saco à espera da data do aniversário.

- Claro que concorrer a alguns passatempos (nos blogues que sigo e no facebook) também ajuda a encher o saco, a custo 0, com presentes bem bonitos e que não conseguiria adquirir de outra forma.

- Como ganhei uma máquina de costura no Natal (obrigada sogrinha!!!!), também conto poder usá-la e, tal como faço com a Bimby, fazer trabalhos artesanais para oferecer, como compotas, bolinhos, conservas, pulseiras, sacos de cheiro, bonecos, entre outros. Uma ideia é aproveitar tecidos que já tenha em casa e dar-lhe um novo uso, bem como a bijuteria que já há anos que está no armário sem ser usada.

- Um presente que adoro oferecer é livros e aconselho a visitarem as lojas Continente pois têm à venda, no momento, livros a 60% de desconto imediato (até 27 de janeiro) e, segundo me apercebi, são diferentes de loja para loja, o que permite um leque vasto de hipóteses para adultos e crianças. Também a Editorial Presença está em saldos e tem alguns livros bons e de aproveitar.

- Depois dos saldos e promoções, vão continuar a aparecer algumas feiras nos hipermercados, com preços mais acessíveis do que de costume, para além das habituais promoções pontuais que todos eles fazem ao longo do ano e, com um olhar atento sobre elas, com a lista de presentes no papel (ou na cabeça) poderemos sempre aproveitar uma ou outra.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

OS MEUS OUTROS DOCES MENINOS

Ontem estive doente e o meu Simão também. Dormimos mal. Ele aflito porque foi aumentar uma parte do aparelho, doia-lhe a boca toda e tinha dificuldade em comer. Eu com uma enxaqueca daquelas que me visita sempre que a noite corre mal e o cansaço já se anda a instalar há dias. Não fomos à escola.
Recebi mensagens queridas de melhoras dos pais, em nome deles e dos meninos.Também da professora do meu filhote, que estava preocupada com o "nosso" menino.

Hoje, depois de uma torrada e uma meia de leite num café simpático aqui da Moita, luxo a que me entrego às quintas de manhã, como aqui já referi, cheguei à escola e fui recebida com abraços e sorrisos. Mostraram preocupação e alegria por me verem de volta. 20 caras meigas de dentes à mostra a receberam a sua professora!

Na secretária, uma nota da colega que me substituiu, referindo como tinha corrido a aula e os trabalhos realizados. Terminava assim:
"Trabalharam bem e portaram-se bem. São uns doces!"

Que bom que é receber estes mimos... sinal de que fizemos alguma falta e de que têm carinho por nós (os miúdos, os pais, as colegas...), sinal de que não sou apenas eu que vejo doçura nos "meus meninos", os outros tais que não nasceram de mim, mas que passam muitas horas na minha companhia, ao ponto de nos influenciarmos mutuamente, não só nas aprendizagens como nas atitudes e nas posturas. 
E se, em alguns dias e situações, isso se torna assustador, quando os meus defeitos aparecem refletidos neles, noutros servem de consolo e alegria, quando percebo que, para além de crescerem no conhecimento, há um conjunto de valores que estão a ser trabalhados, em parceria com os pais, que estruturam atitudes e ações, que moldam estes homens e mulheres do amanhã. E nota-se as diferenças nas turmas, pois nós, adultos com um papel tão importante nas suas vidas, somos um exemplo para eles e um modelo que tendem a seguir, mesmo que inconscientemente.
E que bom haver colegas que admiram os nossos meninos, salientando as suas qualidades e esquecendo o que de pior possa ter acontecido (o barulho, por exemplo)!!!
São reguilas, são faladores, mas muito meigos e doces. Acredito no futuro deles!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

THE VERSATILE BLOGGER AWARD

Começar este blogue foi uma decisão que tomei para ter um local onde colocar as minhas ideias e todas as palavras que me apetecesse. Não pensei em quem iria lê-lo e, sinceramente, não sei ainda bem quem costuma visitar-me. Não vou dizer que não me importo com isso. Claro que, se escrevo, gosto de "me leiam"... mas não vivo para receber comentários ou para agradar a um determinado público. O blogue é um cantinho meu, que poderá agradar a alguns, mas o que quero dele é mesmo poder registar o que me vai na ideia.

No entanto, já vou conhecendo outras bloggers que faço gosto em visitar e que sei que me visitam.
Uma delas é a Marina, do blogue "LIVE YOUR DREAM". Não a conheço pessoalmente, mas gosto do que escreve e gosto que me visite.

Ontem a Marina deixou-me um mimo no seu blogue, que eu adorei. Obrigada, Marina.... Adorei! E vou seguir o teu desafio. Beijocas

  
As regras são:
- Agradecer à pessoa que te deu esta nomeação e incluir um link para o seu blog;
- Escolher 15 blogs e nomeá-los com o “The Versatile Blogger Award”;
- Escrever 7 coisas sobre ti;

  Os blogues que escolho:

1- Hora da Mãe;
2- Caminhando Juntos;
3- A filha mais velha;
4- Dolce Far Niente;
5- 4D;
6- Vida Maravilha;
7- Mum's the boss;
8- Esta flor;
9- A economia cá de casa;
10- Os tostões cá de casa;
11- Arco-iris na cozinha;
12- Bricolar e poupar;
13- Pais criativos, filhos felizes
14- Borboleta caracoleta;
15- Miau miau.

E agora sete coisas sobre mim:
1- Sou mãe de 2 crianças lindas: o Simão de 9 anos e a Matilde de 7 anos;
2- Sou professora desde 1999;
3- Sou casada há quase 12 anos;
4- A família é o que mais valorizo na minha vida;
5- Tenho poucos, mas bons amigos;
6- Sou simples, organizada, simpática, meiga e conversadora;
7- Sou teimosa, independente, autoritária e sensível.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

AS NOSSAS MANHÃS

Não estaria sendo verdadeira se dissesse que as manhãs em nossa casa são muito pacíficas e bem-dispostas. É mentira. Já foram bem piores, é certo, mas acho que estão longe de ser as ideais e que precisamos todos trabalhar para que se modifiquem.
Normalmente acordo bem disposta, uma hora antes de ter de sair de casa. Normalmente não me custa a levantar, até porque há necessidades biológicas que não deixam ficar nem mais um minutinho na cama. Já pensei acordar mais cedo, mas não vale a pena. Primeiro porque não consigo deitar-me suficienemente cedo para não me custar a acordar de manhã e depois porque está visto que o tempo chega e que, por mais cedo que acordemos, o resultado acaba por ser o mesmo.
Levanto-me e abro as portas dos quartos dos meninos. Chamo-os com jeito e ternura e sigo para o WC, onde junto necessidades fisiológicas com culturais e leio durante uns minutos.
Volto a chamar as crianças. Fazem ronha. Normalmente já estão a despertar, mas há dias muito difíceis.

Por volta das 7h50 começa a aquecer e a insistência com eles aumenta.
Nos dias bons, fazemos concurso para ver qual dos três se despacha mais depressa. O pai já está vestido e prepara o pequeno-almoço para todos. Ouve-se de minuto a minuto: "Já só me faltam 3 peças!!!"... "Mãe, os sapatos também contam?". Depois vem a corrida para os últimos preparativos: maquilhagem nos meus olhos, super penteadelas no cabelo pelo Simão, detalhes na roupa da Matilde...
Todos vamos para a mesa e o relógio da cozinha vai dando os sinais de aceleração ou calma...
No fim, mesmo faltando ainda tempo, há sempre qualquer coisa que falta: os bonecos da Matilde, o livro da bibloteca da escola, uma última passagem com a escova pelo cabelo... Isto depois de dentes lavados e já de casacos vestidos. Há sempre qualquer coisa que falta, por mais que arrumemos as malas na véspera... e a conversa é sempre a mesma.

O pior são os dias menos bons. Como hoje:
- Não há forma de os fazer levantar.
- Não gostam da escola, dizem os dois.
- "Está frio e a cama tão quentinha!!!!...",
- "Onde está a minha roupa?" (Quando ficou exatamente no mesmo sítio de sempre, na véspera, arranjada com/por eles).
- "Posso tomar banho? (Quando faltam 30 minutos para sair de casa!
- "Oh mãe, ficamos em casa. Eu já sei aquilo tudo! Prometo que não brigo com o/a mano/a! (Como se isso adiantasse e eu acreditasse!)
Nestes dias, comço com mimos, passo aos jogos, tento as histórias e depois (oh God!) segue-se a cara de mãe-bruxa que não dá para contrariar mesmo! E despacham-se contrariados e aborrecidos, implicam, precisam de ajuda para arranjar as camisolas que picam, ou estão largas/apertadas, ou não se lembram que são deles... Os atacadores passam muitos minutos pendurados nos ténis do rapaz, a arrastar pelo chão (tal como o dono se arrasta pela casa) e o risco no cabelo da miúda está irreverente e não fica direito (como a dona, que hipersensível passeia-se mil entre o wc e o quarto).
O pequeno-almoço demora, ou parece que sim, o casaco não entra e saio apressada, já com pouca paciência e a desejar também eu não ter de ir trabalhar.

O que vale é que as traquitanas da Comercial me põem bem-disposta e dou umas gargalhadas pelo caminho. O que vale é que amanhã é outro dia e pode começar com uma manhã das boas.

E pergunto-me: será que os homens têm manhãs destas? O meu não tanto, porque se mete na cozinha e trata (graças a Deus, pois é uma grande ajuda!) das nossas barrigas... E quando ele se junta a nós... regime militar, trombinhas e muitas vezes a expressão "Oh mãe!!! Oh mãe!!!!"

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

SAUDADES DE COMER...

Não é que ande em dietas, se bem que preciso bastante, mas há comidas que me deixam cá umas saudades...!
Lembro-me de dois pratos que adoro e que não como há imenso tempo. Os miúdos e o marido não gostam, por isso nunca os incluo na ementa semanal. Nunca os inclui em doze anos de casamento, mas acho que está na hora de dar um presente a mim mesma e dar a volta à questão para bem do meu próprio paladar.

Um dos pitéus que adoro e que não como há imenso tempo é COZIDO À PORTUGUESA.
Que saudades!
Nunca fiz cá em casa porque a malta ainda não é muito dada a estes pratos, mas acho que vou fazer pela primeira vez ainda esta semana... veremos como corre. Ainda ontem o meu homem comentou com os filhos que foi o prato servido na primeira vez que foi comer a casa dos meus pais e que não sabia como dizer que não era grande adepto. Sei é que me tem andado mesmo a apetecer e vou tentar dar o meu cunho pessoal à refeição e apostar na decoração dos pratos como incentivo (principalmente) da malta pequena. Há coisas que não posso mesmo deixar de fora, porque são o que mais me agrada: carnes diversas e legumes cozidos, enchidos a acompanhar, toucinho para "molhar" o pão...

(Imagem da Internet)

Outro dos meus pratos preferidos é, normalmente, pouco do agrado dos meus conhecidos: ISCAS fritas de cebolada, com batatas cozidas!
(A minha mãe sabe tão bem como adoro este prato que, quando o faz, liga-me sempre para me convidar para o almoço.)
Os miúdos ficam logo a torcer o nariz mal se fala no assunto e o pai reforça um pouco (porque também não gosta), mas penso que até iam gostar se experimentassem. É que nem consegui ainda convencê-los a provar! Mas acho que vou arriscar, nem que sobre muito e tenha de andar a comer os restos durante dias!

 (Imagem da Internet)

domingo, 13 de janeiro de 2013

FOTOS EM PAPEL

Na passada quarta-feira chegou a minha encomenda de fotografias, que imprimi no novo site SERVIÇO DE FOTOS, do qual já tinha falado. Foi a primeira vez que o utilizei e fi-lo seguindo a sugestão de outro site que anteriormente usava (snapfish), que está a encerrar. Este site oferece as primeiras 100 fotografias e eu aproveitei a promoção para atualizar os meus albuns, o que não fazia desde julho de 2011.
Assim que as fotos chegaram (tendo pago apenas 3, 95€ de portes), resolvi ir logo organizá-las no último albúm que adquiri, tendo a ajuda "preciosa" da minha princesa mais pequenina, a sobrinha Margarida.




Tudo organizadinho, agora vou experimentar a imprimir as fotos logo num album digital, tentando evitar o pagamento de albuns em papel e aproveitando as promoções que os sites de fotos me enviam ocasionalmente para o mail.
Hoje comecei a fazê-lo usando o FOTO.COM, que já uso há alguns anos.

Está a ser muito interessante organizar online as melhores fotos e vou tentar encomendar um album por mês até conseguir atualizar todas as fotos, escrevendo logo as legendas e procurando rentabilizar ao máximo as promoções e o número de folhas de cada album.

sábado, 12 de janeiro de 2013

"UM PEQUENO GRANDE AMOR"

Ontem à noite adormeci depois de terminar a leitura deste livro de Fátima Lopes, que nos fala dos sentimentos de duas crianças que, após o divórcio dos respetivos pais, são obrigadas a viver os conflitos interiores dos seus progenitores, acabando no meio de uma guerra de amores que deixa marcas nas suas vidas.
Num discurso muito claro e próximo de nós, Fátima Lopes aborda bem o tema, colocando-se no lugar das duas crianças que acabarão por construir uma amizade baseada nesta circunstância comum das suas vidas e que acabam por ajudar-se mutuamente.

Eu gostei do livro e da história, apesar de não o ter considerado excelente.
Confesso que, até ao momento de entrada em cena da segunda criança, achei que o discurso da autora era muito de quem dá razão à mãe da criança. Até determinada altura da história, achei que houve uma tentativa de denegrir muito a imagem paterna, sem prejuízo de achar erradas as atitudes do pai do Gonçalo, mas achei que, sendo a perspetiva da criança a mais importante, poderia ter sido mais explorados os sentimentos desta. Nessa altura, fiquei curiosa em relação às próprias vivências da escritora/jornalista (as quais desconheço mesmo), pois achei que Fátima Lopes se identificava com a personagem Margarida.
No entanto, à medida que a história foi evoluindo, dissipou-se mais esta subjetividade de discurso e fiquei mais presa ao livro, o que muito me agradou, pois é um tema que me deixa sempre a refletir e com o qual me debato muitas vezes nas turmas com as quais vou trabalhando.

Para primeira leitura do ano, acho que foi uma boa escolha, mas estou já a pensar nos "novos" livros que coloquei na mesa de cabeceira, os quais irei ler em simultâneo. Aliás, um deles, "Canja de Galinha para a Alma", que contém mais de 100 histórias, será para ir lendo e refletindo...

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

MAIS MEIAS???

Gostei tanto da experiência de transformar meias em bonecos que acho que estes projetos serão realizados em breve:




(Depois vou atualizando com imagens dos meus e datas de realização. LOL)

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

EXPOSIÇÃO DE BRINQUEDOS ARTESANAIS

Eis uma exposição que quero (re)ver.



Os brinquedos que Simão Bolívar faz a partir de materiais de desperdício e inspirados nos que existiam no tempo dos nossos avós, são FANTÁSTICOS. Fiquei contente por saber que os posso rever... e afirmo convictamente que VALE A PENA!
O artista é uma pessoas simples, simpática e talentosa, que coloca muita paixão no que faz e que consegue resultados brilhantes. Cá por casa temos um jogo feito por ele, que o meu Simão comprou. Gostaria de comprar uma pecinha para a Matilde, pois acredito que devemos preservar o que é antigo e artesanal, como memória de tempos de outrora.

ESTARÁ PORTUGAL VOLTANDO PARA TRÁS?

Ontem sai do cinema às 11 da noite com esta pergunta na cabeça.
Com o meu companheiro de conversas filosofico-politico-sociais regressei a casa a discutir a questão, pois ver o filme "Operação Outono" deixou-nos tema forte de conversa.
O nosso país não está bem... ninguém dirá o contrário, penso eu. Quer dizer, uma tal classe (essa sim) privilegiada há de dizer que sim, mas a maioria de nós, humildes humanos contribuintes, está de facto muito cansada de pensar no Portugal dos nossos filhos.
Tenho algum receio dos que se conformam, dos que se acomodam, dos que ficam sempre à espera. Tenho receio porque acho que são muitos e a célebre frase do "têm a faca e o queijo na mão" que ouvi tantas vezes enquanto me formava sair da boca de alguns colegas relativamente aos nossos professores, deixou-me um pouco preocupada com o que farão daqui para a frente as pessoas da minha geração com o que nos está constantemente a ser apresentado como retrocesso num processo de democracia.
Fiquei preocupada, mas hoje estou mais esperançada. Apesar de não muito!

O tempo do Salazar foi bom para uma minoria... o do Passos não está a caminhar para lugar diferente.
Eu não me considero uma privilegiada, ao contrário do que li noticiado ontem relativamente à minha "classe", mas uma mulher ativa, proativa, que sabe o que quer, com bons valores morais e sociais e que tem desempenhado com profissionalismo a sua função de professora... mas tenho receio do que aí vem, porque muitas vezes me senti (e sinto) desajustada, em pensamentos e ações, em relação a alguns dos meus pares, nas várias facetas que assumo, nas minhas várias faces de uma só pessoa.

Espero que seja apenas mais um período de reação a um filme de que gostei muito e que me prendeu do princípio ao fim, deixando-me a pensar e a refletir sobre a vida.

Foi ontem, numa noite fora da rotina, num espaço de Setúbal remodelado e bem decorado, usando convites que não esperava receber, que assisti ao filme "Operação Outono", que recomendo a quem, como eu, dá valor ao que se faz em Portugal...

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

TARTE DE CÔCO

Tenho andado a evitar os doces e outras comidas menos saudáveis, mas ao fim de semana às vezes calha fazer qualquer bolinho, até para ter umas fatias para os miúdos levarem para o lanche. Neste momento 8 fatias congeladas, para quando for necessário: 4 de bolo de cenoura e laranja e 4 de bolo de iogurte.

Da última vez que fiz um docinho, experimentei esta Tarte de Côco, com as devidas alterações, para usar a Bimby e aproveitar um pacote de côco ralado que tinha no armário (quase a terminar o prazo). Deu para pouquíssimo tempo (nem deu para tirar foto!), pois a malta despachou-a em menos de nada. E eu a pensar que era a única cá em casa a gostar de côco!

TARTE DE CÔCO

220 gr açúcar
5 ovos
1 pct natas
1 pct côco ralado
1 base massa folhada
Colocar no copo da Bimby os ovos inteiros, o açúcar, o côco e as natas. Bater durante 2 min., à Vel. 5.
Com o forno já pré-aquecido a 180.ºC, estender a massa envolvida no papel vegetal numa forma redonda para tartes e picar a massa com um garfo (para ajudar a cozer).
Deitar o preparado dentro da massa e levar ao forno por 20/30 minutos.

domingo, 6 de janeiro de 2013

O DESIGNER SOU EU.... IMORTALIZAR DESENHOS DOS MIÚDOS

Ando encantada com a página do blog e do facebook d' "O designer fui eu".
O conceito é fantástico e único: criar bonecos a partir dos desenhos das crianças.
Tenho visto transformações incríveis e por cada novidade que aparece fico um um pouco mais de vontade de imortalizar desenhos dos meus filhos pedindo à artista que os transforme em bonecos. É mesmo um trabalho de artista!!
Aqui ficam alguns exemplos:



E para tornar o boneco mais barato, que tal concorrer a este passatempo do blog Ervilha Coscuvilha?
É só clicar na imagem e tentar. Boa sorte!!

(Ah, se for algum dos meus "leitores" a ganhar, quero ver como ficou o vosso boneco!!!!)


JAZZ EM PORTUGUÊS

Há anos que conheço e frequento o Centro Cultural Malaposta.
Sou completamente fã das suas peças de teatro infantil, das melhores a que anualmente tenho assistido, e das exposições que costumam estar patentes no átrio.
Tenho lá passado bons momentos em família e ontem passei lá duas horas maravilhosas com o meu homem.

Fui assistir pela primeira vez às "Sextas de Jazz", que esta semana teve como artistas  musicais o "Quarteto Moderno".
Não imaginei que fosse passar um serão tão agradável! Fiquei agradavelmente surpreendida e vim de peito cheio, por várias razões, que envolvem muito do que sou e do que gosto.



O Quarteto Musical encantou-me completamente com a sua postura e música.
Do seu repertório fazem parte temas da Música Ligeira Portuguesa dos anos 50 e 60, que sofreram arranjos e uma transformação que lhes deu uma nova musicalidade e dinâmica. Gostei de todos os que ouvi, muitos dos quais conhecia o original, e o encanto dos ritmos de jazz aliados a poemas na nossa língua, nos quais o amor é sempre o ingrediente principal, fizeram-se regressar a várias épocas da minha vida, batendo o pé e de mãos dadas com aquele que escolhi para multiplicar este sentimento.

Fez-me lembrar uma fase da minha infância em que ouvia repetidas vezes uns LP's que a minha avó Delmira tinha e que cantava enquanto fazias as coisas da casa. Eu e a minha mana adorávamos as músicas daquela coletânea e cantámo-las tantas e tantas vezes, dando grandes concertos em cima da cama do tio. Já as sabíamos de cor. Eu ainda sei a maioria e ouvi algumas ontem, com saudades.

Fez-me lembrar algumas das minhas viagens de carro, em que, apressada, ligava o rádio na Smooth FM, desejando encontrar músicas que me dessem tranquilidade interior e torcendo para que algumas delas fossem em português.

Fez-me perceber como gosto destas saídas inesperadas a dois e como o amor nos tem mantido unidos, por vezes de forma desastrada e conturbada, noutras numa amizade e companheirismo honestos e verdadeiros, mas sempre numa profundidade que causa marcas e não nos deixa indiferentes...

Obrigada, Malaposta!
Obrigada, Quarteto Moderno!


sábado, 5 de janeiro de 2013

11 HORAS...

... e 19 textos depois, está tudo corrigido.
Foi uma experiência agradável, mas gostaria de ter percebido melhor o que me esperava e ter tido mais tempo para a tarefa. Gosto de fazer tudo bem feitinho!

Quem sabe se não começa aqui a minha colaboração com esta grande instituição que tem um caráter tão cultural e social quanto humanitário?
Tenho orgulho no papel que os meus pais têm por lá assumido nos últimos meses...

Obrigada paizão, por te lembrares deste meu gosto pelas palavras e me "ofereceres" como "revisora" de textos!!!!

REVISÃO DE TEXTO

Hoje estou a estrear-me numa atividade que me está a dar um prazer imenso: revisão de textos de adultos.
Habituada a textos de criança, mas detentora de um elevado gosto pela escrita, que foi sempre uma das minhas áreas preferidas, aceitei o desafio de rever textos para uma revista que promove uma instituição local.
São textos escritos por adultos, não profissionais nesta área, que precisam de um "olhinho" meu... um trabalho discreto e que aceitei com humildade, mas de que estou verdadeiramente a gostar.
Espero que gostem do resultados, pois são um grupo que merece a melhor promoção!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

"BERRAR MENOS" - UM DESAFIO...

Há tempos que sigo o blogue Mum's the boss e gosto imenso. Penso que posso dizer que sou fã. Não uma daquelas conhecidas e já "amigas" da bloguer, mas das que gosta muito do que lê e que aprende imenso com o que por lá se escreve.
Sou também de gostar de desafios e este mês aceitei o que foi proposto nesse cantinho mágico que visito:



Será que me vou aguentar?
Já tive 2 situações em que tive de levantar a voz (gritar, pronto!) com o meu rapaz... mas acho que teve mesmo de ser. Não resolveria de outra forma... não me senti culpada. Mas confesso que pensei: "Já estarei a falhar ao desafio??"

Hoje voltei à escola e lembrei-me de que também poderia aplicar o desafio no me local de trabalho. Acho que será mais difícil, mas vou tentar. Quem disse que os desafios eram para ser fáceis?

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

CAIXA DE TEMPO

Há já algum tempo que ouvia falar neste jogo, mas apenas há uns meses comecei a pesquisar melhor os conceitos que estão por detrás dele. Cedo me certifiquei de que os seus pressupostos fazem todo o sentido para mim e na relação que tenho (e quero manter) com os meus filhos...
O jogo "Caixa de Tempo" é uma forma de pais e filhos terem bons momentos juntos, num tempo escolhido pelas crianças e negociado com os pais. Nesse tempo, livre da maior parte das regras, é obrigatório estar completamente disponível para os filhos que, ao nos entregarem uma carta com o que querem fazer connosco, nos estão a pedir que sejamos "totalmente" deles.
As propostas, organizadas por meses, são de diferentes níveis de facilidade e de tempo de utilização, indo de simples "adormecer ao colo" ou "ler um livro" a uma "ida ao cinema" ou a um "acampamento (nem que seja na sala)".
(clicar na imagem para saber mais e comprar)
 
Gostando da ideia e curiosa sobre a forma de o usar, e apesar de achar que não somos uns pais pouco disponíveis, resolvi comprar a "Caixa de Tempo" para oferecer aos meus filhos este Natal.
No início, eles não acharam que fosse algo de extraordinário, mas quando no 1.º dia de janeiro a foram explorar em conjunto, foi maravilhoso ver a forma como encararam o "poder" que lhes estavamos a oferecer. Em conjunto (e sem brigas!!!!!) riram com sonoras gargalhadas, correram pela casa a tirar dúvidas connosco, organizaram-se e fizeram contas e esquemas de utilização... escolheram a primeira carta e vieram combinar quando a podiam usar. Ah, mas primeiro assinámos os quatro uma declaração de compromisso que vem no jogo!!!
Assim, aprovámos a primeira tarefa logo para essa noite e foi um final de dia super divertido.

A carta dizia:
"Ficar acordado mais uma hora e ouvir uma história graaaaaande!"

E o nosso serão ficou mais rico. Uma hora a mais a brincarem um com o outro, muito divertidos e encantados com o "negócio" e depois escolheram uma história gigantesca, contada em 4 livros. Quiseram a mãe e o pai a contar a história a 2 vozes e deitámo-nos os 4 na cama dos pais. Lemos os 2, fizemos vozes e rimos às gargalhadas com as peripécias (não das personagens mas) dos leitores, da forma de deitar para cabermos todos (o pai só lê sentado e a mãe deitada, oh God!), de livros a baterem em cabeças e dos suspense que ficava de um livro para o outro, da felicidade de estarmos ali, unidos e sem pensar em mais nada.
Foi muito agradável!!

É lógico que isto poderia ter ocorrido sem qualquer espécie de jogo. É lógico que temos a obrigação de nos darmos em tempo aos nossos filhos. É claro que não foi um tempo fora do comum, mas foi diferente e único. E o poder que ambos sentiram e a forma como se uniram, foi algo de mágico. Aconselho!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

O NOVO EU...

As reações foram diferentes, mas ninguém me ficou indiferente.
Eu avisei que iria cortar como bem me apetecesse e que esta minha atitude irá representar um pouco daquilo que eu quero para 2013: amor, confiança e poder sobre mim mesma e as minhas resoluções.

Tive um 2012 difícil ao nível pessoal e, por incrível que pareça, estou confiante neste novo ano.
Apesar de todas as perspetivas do país, que irão influenciar negativamente as nossas vidas (a minha também, claro!), tenho uma sensação de esperança que algo está a mudar e que poderei ser mais eu própria. Não que não pudesse sempre, mas eu própria impunha-me alguns limites e não aqueles que seriam (ou deveriam ser) normais e saudáveis, como a felicidade. Medo de falhar, insegurança, necessidade de pertença ou de corresponder às expetativas dos outros mais do que às minhas próprias, vergonha de ser como sou... nada que me desse muita força para levantar a cabeça.
Posso dizer, sem vergonhas, que a minha felicidade se tem baseado essencialmente em fazer os outros felizes, mesmo tendo de me diminuir. Não querendo desiludir ninguém, tentando provar que sei ou consigo isto ou aquilo...procurando aprovação em cada gesto e em cada palavra. Pensei que os outros me ajudariam a ser feliz... e ajudam. Às vezes, ajudam. Mas a felicidade vem de dentro para fora e isso já percebi há muito tempo. Somos nós os responsáveis pela nossa felicidade e, às vezes, aqueles que mais amamos, ficam mais felizes só porque nós também o somos. Percebi isto e foi a reviravolta na minha vida, mas a mudança é algo que custa, que dói muitas vezes e que demora, mesmo quando estamos muito predispostos para ela.

E 2013 vai ser um grande ano neste sentido, no caminho para a coragem de pensar mais na minha felicidade.
Apercebi-me que aquilo que vai faltar em 2013 pouco tem a ver com a minha felicidade, ainda que me sossegasse. Vou ter menos dinheiro no bolso, irei ter aulas assistidas por alguém que não me conhece de lado nenhum, vou voltar a ter o meu marido no desemprego, nem que seja apenas por alguns meses, vou ter de fazer alterações nas rotinas e nos hábitos. Mas vou ser a mesma por dentro: uma pessoa simples, com facilidade em adaptar-me a novas situações, com força de vontade e empreendedorismo, como uma dose favorável de aventureira e sonhadora, acreditando em valores como a solidariedade, a partilha, a aprendizagem, a amizade... com força para lutar e com o coração como guia de uma cabeça que ainda funciona com inteligência.
Só preciso de acreditar sempre nisto e aceitar os meus defeitos com naturalidade, sem me culpabilizar e me punir, assumindo o que tenho de diferente do mundo à minha volta como "único" e não como "estranho".
E acredito que, em 2013, apesar de toda a crise e do que de mau aí vem, vai haver um novo paradigma que se instalará e todos conseguiremos perceber e aceitar a felicidade em pequenos feitos e em pequenos momentos.

E assim, volto ao corte radical de cabelo.
Fui sem medos, cheguei e disse o que queria, escolhi a cor no momento. Gostei do resultado. Sinto-me leve e mais confiante. Sinto-me única e diferente. Sinto que consigo mais e melhor, com menos esforço.
A minha mãe adorou, o meu filhote chorou de tristeza. Todos tiveram um choque. Mas, no final, perceberam que fui EU quem escolheu e isso, para quem bem me conhece, é já um sinal de diferença e de fé.
E não precisamos todos de fé para seguir em frente?
Não percebo ainda muito bem o que pensam os outros. Mas também não é preciso saber. Uns gostarão, outros não. Uns acabarão por se habituar. Uns não dirão que não gostam, apelando apenas ao choque e à diferença, outros dirão que sim porque calha bem. Mas todos acabarão por perceber que, quando me apetecer, volto a mudar, pois sou eu que mando nos meus passos e, desde que nunca passe por cima de ninguém nem faça ninguém infeliz, sou dona do meu cabelo, como do meu caminho.


"O GOSTO AMARGO DA TRAIÇÃO"

Antes de terminar o ano de 2012, conclui uma leitura fantástica, pouco ao género do que costumo ler, mas que me prendeu desde o primeiro capítulo: "O gosto amargo da traição", de Saskia Noort.

Não conhecia a escritora e ganhei este livro num passatempo que decorreu durante algum tempo no facebook da Editorial Presença, no qual tínhamos de juntar amigos e, com isso, adquirir pontos que nos permitirião trocar gratuitamente por livros. Bem, tive de pagar portes de envio, mas a verdade é que consegui 5 novos livros por um preço muito, muito em conta.

Este foi o primeiro que li e adorei.

Num enredo envolto em mistério e intrigas nas relações, página a página vamos conhecendo as personagens e fazendo suposições sobre o que os próximos capítulos nos revelarão.

O livro conta a história de 4 casais amigos, todos novos habitantes de uma aldeia, que se juntam num "grupo de refeições", que partilham momentos agradáveis uns com os outros.
Tudo parece correr bem até que um dos homens do grupo morre num incêndio na sua própria casa, iniciando-se um rol de descobertas que põe em causa a hipótese inicial de suicídio e de tentativa de hominídio da família, que também se encontrava na casa no momento do incêndio, mas que consegue escapar ilesa.
A história é narrada por uma das mulheres de outro casal e mostra-nos uma personagem forte e intrigante, que vai revelando aos poucos a sua personalidade e a dos restantes 7 adultos.

Eu gostei muito de tudo: da história, das personagens, da escrita de Saskia Noort e da forma como me fez abstrair da minha realidade para entrar numa outra.
Fico à espera de descobrir novos livros da autora, que terei todo o prazer em explorar.

Por agora, este livro ganhou asas até casa da minha mana e eu já estou noutras leituras, que se prevêm completamente diferentes. Agora é um livro que me foi emprestado há dias por uma grande amiga e que também já me prendeu nos primeiros capítulos.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

"BANGS" OFERECE-ME KERANOVE

Na segunda de manhã o carteiro trouxe-me um envelope pesado, que dizia "cuidado, frágil!".

Calculei logo o que seria, mas não consigo nunca esconder a satisfação de receber correio sem ser contas para pagar (as quais, felizmente, já quase todas chegam pelo mail)...
Mesmo sabendo, gostei de receber os produtos Keranove ganhos no blogue "Girls with or without gangs", neste passatempo.

E fiquei tão curiosa com o resultado que o conjunto de shampoo e máscara fará no meu cabelo!! Pelo menos o cheiro é delicioso e, a avaliar por outras gamas que já usei, aposto que terei uma boa experiência.

Agora é fazer o tal corte e começar a usar esta prendinha!
Que ansiedade!

PRIMEIRA MEDIDA....

A noite ontem foi simples mas de arromba, mas hoje já fiz a minha rodada pelos meus mails para ver as novidades e um deles veio de encontro à primeira resolução que tomei para 2013. Dizia:

"Ninguém manda no teu cabelo!"

E não é que tinha estado há minutos atrás a dizer ao meu homem precisamente que o que farei já mesmo amanhã é cortar o cabelo como eu quero! Coincidência ou confirmação subliminar de que estou no caminho certo, não sei. Mas a mudança vai mesmo ser radical! 
Sem medos e com ideias claras... é assim que quero estar em 2013 e o cabelo vai demonstrá-lo. Nem vou pedir conselhos! LOLOL