quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

PARA SEMPRE D.QUIXOTE

Há uns tempos atrás, com a preciosa ajuda dos meus amigos do facebook, ganhei 2 bilhetes para assistir à peça "D. Quixote", pelo Teatro Infantil de Lisboa, no Teatro Armando Cortês (Casa do Artista).
Foi através da página de facebook da "Bilheteira Online" que os ganhei e, como somos 4 a gostar de teatro cá em casa, resolvi comprar mais dois bilhetes, para irmos todos.
O pessoal da Bilheteira Online foi impecável e incansável e conseguimos que os lugares fossem todos juntos e ir num dia bom para nós: dia 1 de dezembro.
Obrigada Bilheteira Online!

A peça foi espetacular e, para mim, deu um novo brilho e cor a esta história tão conhecida do cavaleiro andante, que ganhou com os seus outros sentidos e ao se valorizarem nela aspetos muitas vezes relegados para segundo plano.
Bem capaz de prender a atenção de miúdos e graúdos, quer pela beleza dos cenários e guarda-roupa, quer pela excelência de interpretação e riqueza do texto, o TIL continua a marcar a diferença e proporcionou-nos uma tarde magnífica.
Confesso que me sinto sempre uma miúda privilegiada quando assisto a peças desta qualidade e que isso me dá anos de vida ou, pelo menos, torna os dias seguintes muito mais alegres e levados com mais força.
(Não estou a exagerar... é que ainda ando a cantar as músicas da peça e tenho as imagens e a história a aparecer-me na ideia em momentos diversos!)

Nesta peça fala-se mais do amor intenso de Quixote por Dulcineia do que das loucuras do homem... com tudo o que o amor deve ser e ter: paixão, aceitação, perseverança, ternura, respeito, sonhos e ideais.
Fala-se mais da amizade que tinha com Sancho Pança do que dos enganos e desenganos de tantas viagens e ilusões... um sentimento puro e desinteressado, uma perfeita cumplicidade entre dois seres tão diferentes, mas complementares... dois amigos que não só aceitam as suas diferenças como fazem delas um caminho de felicidade.
Gostei mesmo, mesmo!
Ri bastante, emocionei-me... cantei e dancei... deixei-me surpreender...
E, no fim, não podia ter o peito mais cheio de ar renovado...
Que pena não poder fotografar o momento, já que fui "rasteirada" pelas baterias!

Mas fica uma pequena amostra:

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