sábado, 30 de junho de 2012

O VESTIDO DA MARGARIDA

Este vestidinho já está terminado há 15 dias, mas ainda não tinha vindo aqui deixar uma imagem.

Foi feito para a minha sobrinha mais pequena, a Margarida, que é uma fofa e que quis logo experimentá-lo.

As linhas usadas e o tecido foram escolhidos pela minha filhota, prepositadamente para a prima do coração.

Nas alças usei um cordão prateado, envolvido por linha.

Quero dizer que me deu uma satisfação muito grande fazer este vestidinho, pois, pela primera vez, foi todo feito à mão. Não tenho máquina, não sei usar, por isso arrisquei e tentei o mei melhor.

Acho que resultou!

Está com um sorriso encantador, a modelo!

quarta-feira, 27 de junho de 2012

PRESENTE DE AMIGA

Hoje eu e a princesa recebemos um presente da amiga Susana: uns chinelos para cada uma, parecidos e (pois claro!) a combinar!
Como estavamos à espera deste miminho artesanal, que feito pelas mãos habilidosas de uma amiga do peito tem ainda mais valor, vestimo-nos de cor-de-rosa e esperámos de pé descalço.
Agora já estamos as duas de chineloca!!!!

TAG DE AMIGOS VIRTUAIS - 1.ªVEZ

Vi hoje esta brincadeira num blogue e resolvi tentar, interrompendo por minutos as imensas avaliações... Também mereço, acho eu!!!

1 - Se você quisesse mudar de nome, qual seria?Gostaria de me chamar "Matilde" ou "Leonor".

2 - Se você encontrasse um baú de tesouros, o que faria?
Venderia o suficiente para ir a quatro à Eurodisney nestas férias, guardaria um especial para cada um dos meus filhos e para mim (que desse para eu usar) e distribuiria o resto pelos meus familiares e melhores amigos.

3 - Se você descobrisse que seu maior inimigo estivesse na sua casa, o que você faria?
Cumprimentá-lo-ia cordealmente e depois ignorava a sua presença.

4 - O que você faria se tivesse o mundo só para você?
Ficaria super aborrecida e deprimida!

5 - Se você fosse no camarim da sua banda favorita, o que faria?
Não tenho banda preferida, mas adoraria visitar uns camarins à séria.
 
6- Se já viajaste para fora, em que países já estiveste?
Ainda só estive em Espanha, Itália (na lua-de-mel) e França (Paris).

7- Qual é o país europeu que achas mais interessante? Porquê?
Dos que conheço alguma coisa, nem que seja por fotografia, penso que o mais interessante é Itália, por todo o seu património histórico e arquitetónico. Mas adoraria conhecer a Suiça, a Holanda e a Suécia.

8- Preferes praia ou campo?
Campo, sem dúvida! (Mas com piscina e cidade por perto, que sou uma pessoa urbana!)

9- Quantos blogs segues? Usas algum tipo de organizador de feeds ou lês os blogs um por um?
Não sei quantos sigo. Há uns que vejo sempre que têm atualizações e há outros que visito em cada 2/3 dias.

10- Porque é que criaste um blog?
Porque adoro escrever e adoro internet e assim junto uma coisa à outra.

11- Qual achas ser a tua maior qualidade?
O tamanho do meu coração!

12- E o teu maior defeito?
Dar importância ao que os outros dizem!

13- Que livro mais te marcou?
"Veronica decide morrer", de Paulo Coelho.

14- Se tivesses o poder de alterar alguma coisa no Mundo, o que farias?
Colocaria à frente do governo português um conjunto de pessoas capazes de levar o nosso país para a frente honestamente e com bons valores e que influenciasse positivamente todos os outros governantes.

15- Preferes uma estante cheia de cds e dvds ou uma estante cheia de livros?
De livros! (Só mudo de ideias se não houver romances na estante dos livros)

16- Qual é o melhor: PC ou Mac?
Ainda só experimentei o Pc. Ah, também gostava do Spectrum! LOLOLOL

segunda-feira, 25 de junho de 2012

DO QUE MAIS GOSTO EM MIM

Pode parecer parvoíce mas hoje apeteceu-me escrever sobre aquilo de que mais gosto em mim, fisicamente falando.
É calro que, para isso, contribuiu eu ter acordado bem, mas ficado absolutamente à beira da loucura quando subi para a balança antes do banho! Oh my God!!! (Que coitado não tem culpa que esta cabeça me leve a aumentar de peso!)
De manhã pensei logo que iria começar a fazer dieta e que iria colocar no blogue daquelas barras que vão mostrando os sucessos da diminuição de peso. Fiz um pouco de step no aparelho (não aguentei muito, confesso), tomei o pequeno-almoço a pensar por onde começar e apeteceu-me mudar de capítulo no livro do "Cocó na fralda2 para ver como fez a Sandra...
Mas entretanto, sem tirar de ideia que tenho de tomar uma resolução em relação a isto (mais por motivos de saúde do que por estética), iniciei o meu dia em reunião com as enfermeiras da Saúde Escolar e passei a centrar-me nos problemas dos meus alunos... que são bem maiores!

Ao chegar a casa pensei: "Antes que a neura volte a espreitar, deixa-me cá pensar no que gosto mais em mim!". E cheguei a uma conclusão bem linda e surprendente: as duas partes de que gosto mais situam-se nas pontas do meu corpo... estranho?

Ora, do que mais gosto é dos meus olhos, que são de um azul estranho (como eu), entre o cinzento e o azul, com manchas esverdeadas e uma aurela castanha à volta do preto. Sempre gostei deles, mas desde que ouvi da boca do meu marido (então padrinho de curso) que eu tinha "Os olhos mais lindos do Mundo" então mudei de ideias. Melhor, intensifiquei-a depois dele, como pai babado que é da sua princesa maravilhosa, continuar a dizer que os meus são os mais lindos, mesmo depois de admirar os dela.

Depois dos olhos vêm os pés. São bonitos, sim senhor. Não são tratados como deveriam (erro meu), numa fui a uma pedicure, tenho muitas cócegas, raramente pinto as unhas, tenho dores neles quando ando demais e precisam constantemente de hidratate, mas, à parte disto tudo, são bonitos e ficam bem em qualquer sandália. Por isso adoro quando chega o tempo quente e posso andar com eles à mostra.


E porque continuo a querer não estar de neura até ao fim do dia, vou aqui fazer 2 promessas a mim mesma:
- Arranjar as sobrancelhas e tentar maquilhar-me mais vezes (sem ser só em dias de festa), salientando estes dois radares de que gosto tanto;
- Marcar para ir à pedicure, arranjar os pés e pintá-los de uma cor (discreta mas) bonita.
Depois passo para mostrar a diferença.

O que uma pessoa faz para não acabar com os restinhos de autoestima que tem!

domingo, 24 de junho de 2012

A IDADE DO MEU NETO

Tenho a minha Matilde doente...
Desde sexta que lhe dói a garganta e a cabeça. Ontem começou com febre. Com os antipiréticos e anti-inflamatórios não está a melhorar (pelo contrário), por isso vamos daqui a pouco ao Centro de Saúde pois acho que não se safa a antibiótico.

Isto tudo para explicar porqu estavamos nós as duas enroscadinhas e sozinhas do sofá, à espera que o brufen fizesse efeito. Sozinhas não, estava lá também o Francisco, o meu neto.
Parecendo eu que não tenho idade para ser avó, a verdade é que a minha filha tem um filho. E é para ela um filho à séria, pois cuida bem dele, dá-lhe muitos mimos, deixa-o tratado antes de sair de casa, leva-o connosco quando vamos de férias... o Francisco faz parte da família desde que ela nesceu e foi "nomeado" filho da Matilde há 5/6 anos.

Ora o meu neto não tem aspeto de ter mais de 2/3 meses, mas hoje a mãe, comó já seria de esperar na minha Matilde, quis saber quantos anos, na realidade, tem o Francisco e, assim, começaram as suas (nossas) contas:
- Mãe, quanto tempo achas que o Francisco esteve na fábrica?
- Não sei querida, talvez uns 2 meses! (digo eu, sem fazer a menor ideia de onde queria chegar!)
- Pois!!! E quanto tempo nas prateleiras do Jumbo antes da avó Mila o comprar?
- Epá.... sei lá.... uns 4 meses! (lanço, à maluca, sem saber o que me espera).
- OK! (Começa a pensar e a fazer contas) - Ah, e quanto tempo antes de eu nascer a avó o comprou?
- 2 dias! (Ai se me enterro, ai ai se me enterro!)

(Pensa e conta.... conta e pensa.... pensa e conta)

- Olha, o Francisco tem 9 meses e 8 dias a mais do que eu. Ajuda-me a ver em que dia nasceu!

Fizemos todas as contas e vimos a data: o meu neto nasceu no dia 16 de setembro de 2004.
Pois, é mais velho do que a mãe, mas não parece.
E como vou continuar a tratar o Francisco da forma que a Matilde prefere (como neto) lá chegámos a um conclusão que (por agora) também me pareceu (como a ela) a mais acertada: para os outros o Francisco tem 9 meses e 8 dias e no dia 16 de setembro comemoramos o 1.ºaniversário, para depois ele nascer de novo e começarmos do zero.

Tem ou não tem a sua lógica?

sexta-feira, 22 de junho de 2012

RI POR FORA, RI POR DENTRO...

Há pouco ri por fora, com riso rasgado, de divertimento e emoção, que até o Simão perguntou "Estás a gostar do que estás ler, não estás mãe?".
Ri por dentro, com a sensãção de que o peito crescia como balão a encher de ar e a aumentar em mim, com um rasgar de alegria e felicidade.
Ao mesmo tempo que lia, ouvia as gargalhadas dos 2, entre as páginas do livro, no baloiço de cordas gigante onde quase chegavam ao céu.
Ri por todos os poros, de contentamento puro, de felicidade genuína e doce: eles brincando no parque e eu (vigiando e) lendo o "Cocó na Fralda".
Fantástico!
Estou a adorar lê-lo. Comprei-o e passados uns minutos, como a oportunidade surgiu e o desejo era muito, ultrapassei a minha mania de não começar um livro sem acabar outro, comecei a devorar este mimo que ofereci a mim mesma.
Estou a adorar perceber e reconhecer felicidade em mim.
Já não me ria assim desde... bem, desde domingo quando, na Ludopolis, me atrevi a saltar à corda, sem preparos físicos para aguentar mais de 10/11 saltos de seguida e, ao sair, fiquei com a corda presa ao pé e cai esponjada no chão. Aí, ri às gargalhadas e ouvi os meus três companheiros de aventura a rir também, perdida e desavergonhadamente, satisfeitos por eu estar assim.
E rir é tão bom!
E ouvir rir também!
E então as duas coisas...

quinta-feira, 21 de junho de 2012

OS 3 SOZINHOS

Desde ontem que me sinto apenas a viver a 3/4. Estou a aguentar-me bem, porque a metade mais importante de mim está aqui muito presente.
Estou sozinha com os meus filhos, o que é raro. Serão apenas 2 noite e 3 dias, contas que o Simão faz desde que me lembro, mas serão diferentes dos outros. Serão bons para todos, mas incomuns e mexem comigo. Estou bem, mas aquele 1/4 que nos falta está realmente a faltar-nos. Foi de viagem de finalista com os alunos (de 4.ºano) e amanhã estará de volta. Entretanto ficam as mensagem e os telefonemas com mel, que, por acaso, até estavamos a precisar. O amor precisa de doces, precisa de banhos e mudanças de ares.

 
Por aqui, sozinhos os 3, temos continuado a investir na nossa saudável relação.
Estamos unidos e, em termos funcionais e racionais, a resultar da melhor maneira. Todos ajudam, todos compreendem, todos respeitam. Partilhamos tarefas da casa, momentos de prazer, saídas e a cama (à noite), que detesto dormir sozinha. Divimos o tempo, para ficarmos cada um com espaço para as suas responsabilidades e prazeres.

 
Ontem terminámos o dia a ler na minha cama. Eu no meio, com um de cada lado. Eu a terminar o "Olhos nos olhos", eles a iniciar um novo livro, que comprámos como "leitura de férias", já propositadamente para os pequenos continuarem a saborear a leitura... O Simão continua com a saga do Geronimo Stilton e a Matilde, fiel fan do irmã mas muito feminina, começou a coleção da "Tea Stilton" (e, apesar dos muitos marcadores que existem cá em casa, até marcam a página da mesma forma!). Lemos na cama depois de jogarmos às cartas, jantarmos, arrumarmos a cozinha e comermos um gelado no café, pago orgulhosamente pela minha princesa. Lemo depois de pijamas, dentes lavados e um tempinho de televisão (os filhos) e mais um relatório (a mãe). Lemos e adormecemos juntos e quase ao mesmo tempo.

 
 

Amanhã, vamos os 3 buscar o pai, de certeza que cheios de saudades, mas felizes por ele e por nós. Será um serão agradável, já em a 4/4. A família é para mim um conjunto, um grupo, mas de seres individuais que se amam e que treinam a vida. Obrigada, amor, por estares sempre connosco, mesmo sem estares aqui. Obrigada por seres o meu companheiro, o meu amigo, o meu confidente, o meu homem. Obrigada por entenderes a família como eu.

terça-feira, 19 de junho de 2012

FÉRIAS (FILHOS VS PAIS)

Contrariamente ao que (muito d') o senso comum pensa ainda, os professores não têm 3 meses de férias, nem nada que se pareça.
É claro que neste momento as aulas já terminaram e nós, professores, pelo menos os do 1.ºCiclo, já não estamos em tempo letivo, logo, já não trabalhamos com crianças (dos outros!).
É claro que conseguimos começar a pensar nas férias, a ponderar onde queremos ir, a fazer previsões, a decidir o que fazer com os 25 dias úteis (para quem não faltou) de férias que estamos autorizados a gozar... isto, como qualquer outro trabalhador.
É claro que os nossos horários são, em parte, mais flexíveis nesta altura. Há dias em que estou na escola 4/5 horas, noutros estou mais, conforme o tipo de trabalho que há para fazer. Há até dias em que não vou trabalhar (para a escola). No entanto, tal como em todo a ano letivo, são muitas as horas de trabalho em casa. E não falo das roupas, da cozinha e dos filhos. Quer na escola, quer em casa, os nossos trabalhos, durante mais de 1 mês, são avaliações, grelhas, relatórios, monitorizações, planificações, elaboração de planos para o próximo ano, inventários, arrumações, limpezas (ah sim, também as fazemos), registos, organização de dossiês, auto-avaliação, reuniões, contactos com parceiros (psicólogas, médicos, entidades)........
Podia continuar a lista, mas a verdade é que me apeteceu escrever este post para falar sobre o valor que dou a esta flexibilização e ao como ela me permite resolver o "problema" dos filhos estarem de férias (e não para "limpar a imagem" dos professores!).

Hoje pensei nisto porque foi o primeiro dia de férias dos meus filhotes e eu, por acaso, estive em trabalho autónomo em casa, que é como quem diz "estive agarrada ao computador a preencher papelada".
Uma das vantagens deste tipo de dias (que são raros, mas bons!) é que posso gerir o tempo à minha maneira e, por isso, posso ficar com os meus filhos. (O que é ótimo!)
Assim, como as crias já sabem que a mãe ainda não está de férias, apesar de estar "por aqui", pudemos fazer algumas coisas em conjunto e dei-lhes tempo para outras que fazem pouco durante as aulas: estar de pijama até ao almoço, ver vários episódios de séries da TV, brincar até desarrumar o quarto, enroscarem-se com as gatas, encomendar piza pela net, jogar computador, ler, fazer desenhos (o Simão começou uma BD).
A nossa manhã foi assim. Juntos nas mesmas divisões, eles a aproveitar as férias e eu a trabalhar no computador e nas papeladas (e com uma pen desaparecida a enlouquecer-me!).
Almoçámos juntos a tal piza, estendi a roupa enquanto comiam a sobremesa, ajudaram a arrumar a cozinha e valemo-nos, mais uma vez, deste dia para ir até ao parque, levando o primo que está na Pré e que fomos buscar no caminho.

Nessas 3 horas de parque, criei palavras na minha cabeça (pena não ter levado o computador) e aproveitei para olhar para a alegria com que os meus filhos brincavam. Sim, é bom vê-los brincar. Sim, fico feliz por ter dias destes e não estar fechada num escritório. Sim, sou a favor dos horários flexíveis e do trabalho por objetivos.




De volta a casa e às rotinas, seguem-se mais umas quantas horas de trabalho noturno, enquanto as crianças já dormem. Hoje foi o pai quem tratou do jantar e da cozinha, para a mãe estar no computador nos entretantos de banhos, jantar e conversas. Agora já dormem e eu continuo a marcar cruzes e fazer avaliações... mas estou confortável por ter estado com eles.

Amanhã, mais um dia de trabalho e eles de férias. Amanhã vão comigo para a escola. Levam brinquedos, aproveitam para estar com outros meninos na mesma situação, que vão com os pais para o trabalho. Às vezes juntam-se muitos... e de diferentes idades. Amanhã vão fartar-se de ouvir falar de escola, mas voltarão a almoçar comigo e talvez tire 2/3 horas à tarde para outra aventura com eles. Depois, volto às burocracias do ensino, que são mais do que as necessárias...

E alguns dias das férias deles serão assim...
Noutros, vão para o trabalho com o pai...
Noutros, ficam em casa dos avós maternos (que FELIZMENTE) moram perto, regressando a casa no final do dia ou após as reuniões. (Sim, porque nesse dia os horários são mais parecidos com os da escola, só que com brincadeira).
Noutras, vão pulando entre a casa de um tio (umas horas), a casa de uma tia (outras), a casa dos amigos... é preciso é haver onde ficar de férias.
Há ainda os dias passados com os avós do Alentejo (que não passam de 3/4 de seguida porque a Matilde não aguenta dormir longe de nós!)... esses são de contacto com o campo e a piscina...
E, claro, há os fins-de-semana e as escapadelas do trabalho para estarmos juntos.
Porque as férias a 4 duram 3 semanas e as restantes são passadas a 3, já que pai e mãe tentam desencontrar-se alguns dias nas férias (que só podem ser gozadas de 23 de julho a 31 de agosto).

Não me queixo. Pelo contrário.
Dou graças por poder estar na vida dos meus filhos desta forma e por ter tanta gente à minha volta a organizar-se para proporcionar as melhores férias possíveis ao meus meninos. E que felizes ficam!

sábado, 16 de junho de 2012

PRESENTES DE PAIS

Antigamente, mal chegava o Natal, o aniversário ou o final do Ano Letivo, pais e familiares dos alunos chegavam à escola com um presente para o professor, especialmente (mas não só) no caso dos de 1.ºCiclo (antigo ensino primário). Como agradecimento, como forma de mostrar carinho ou cumplicidade, um presente era entregue pela criança, contente e ansiosa pela expressão do seu professor ao abrir o presente.
Isto também já aconteceu comigo e é por isso que hoje escrevo este post.

Penso que o maior agradecimento de um professor é, sem dúvida, o prazer de ver a criança a aprender, a crescer enquanto aluno e ser humano, a ultrapassar as suas dificuldades e a aprender a valorizar as suas capacidades. Este agradecimento estende-se aos pais quando se mostram participativos, atentos, interessados, colaborantes e disponíveis para ajudar os seus filhos, independentemente da forma como podem e/ou conseguem fazer.

Não tenho experiência de ter pais/encarregados de educação contra mim, em lado oposto das aprendizagens dos filhos, mas não tê-los de forma alguma é uma sensação má e de maior impotência, porque acredito que escola e familia têm de estar de mãos dadas no processo educativo das crianças.

No entanto, não posso deixar de aceitar quando algum dos meus alunos se dirige a mim de sorriso aberto e de saco na mão, à espera que abra um mimo seu e que lhes dê um abraço (daqueles que recebem diariamente mas extra) demonstrativo de que senti o seu agradecimento.

Foi assim ontem quando o T., a I., o P. e a A. chegaram à escola e me ofereceram um presente.
De sorriso rasgado, tão rasgado como o meu (para esconder a lágrima da despedida por 3 ou mais meses), me ofereceram uma lembrança que teve enorme significado, principalmente nesta altura em que os nossos dias têm cada vez mais cortes e austeridade.
Recebi um perfume, que pus de imediato, uma pulseira (de um aluno que sabe como gosto de pormenores e que sempre me dá algo para me enfeitar), uma fotografia minha feita a lápis de carvão emoldurada e uma capa de livro com marcador, feita pelas mãos habilidosas de uma mãe que precisa de um empurrão para vender mais das suas obras de arte.


Adorei tudo e recebi os presentes ainda com mais alegria, pois senti na cara dos 3 um contentamento fora do normal.
Obrigada por me mimarem assim.
Obrigada por me mimarem quando me aceitam como amiga no facebook, quando me pedem com ternura por SMS que olhe pelo "nosso" menino que está aborrecido, ou ajudam os vossos filhos a entender algum conteúdo que nao consegui fazê-lo entender logo, no meio de mais vinte alunos e, às vezes, de alguma vergonha. Obrigada por aparecerem quando peço, por vasculharem a casa à procura de lixo quando peço para a expressão plástica e por fazerem esticar o orçamento quando temos visita de estudo e vos peço contribuição.
Nem todos o fazem, por um ou outro motivo, mas muitos estão lá e as crianças sabem, sentem e agem.

Para a mãe do P., que tem um jeito de mão especial, aqui fica o link do seu blogue, "CANTINHO AZUL", que espero que muitos visitem e que comprem o seu artesanato bonito.
Aqui fica a imagem de mais 2 mimos que ela me deu noutras alturas:


quinta-feira, 14 de junho de 2012

DE TOALHAS DE PRAIA A TOALHAS DE COZINHA

Quem se lembra de umas toalhas de praia que a DODOT oferecia, há uns 8 anos atrás, dentro dos pacotes maiores de fraldas?
Eu reuni 3, uma de cada cor, e os meus filhos têm-nas usado até há bem pouco tempo.

No mês passado, andei a dar volta a umas caixas, pois preciso de espaço e quero desfazer-me de algumas "tralhas" e encontrei-as: uma azul, outra laranja e outra amarela.
Pensei: "Deitar fora, dar ou aproveitar?"


Deitar fora nem pensar! Nem que fosse para servir de cama às gatas, que ficavam com um decór colorido.
Dar? A quem? Não conheço quem tenha bebés ou crianças pequenas e que precise delas.
Aproveitar: como?
Como vi que eram boas para a cozinha, pois gosto imenso de toalhas turcas para limpar bancadas, resolvi cortá-las em quatro. Depois, a princesa ajudou a escolher uma linha que combinasse com as 3 cores das toalhas e comecei a fazer um ponto à volta de um dos panos.
Gostei do aspeto e está tudo preparado para continuar. mas vou usar as férias para o fazer, com calma e tranquilidade. Assim, ganho panos novos, entretenho-me um pouco e dou uso ao que já era usado.


Quem tem por aí ideias de pontos para fazer a barra?

quarta-feira, 13 de junho de 2012

JANTAR DE BEM-APROVEITADOS

Na segunda-feira, ao chegar a casa, decidi experimentar a primeira receita do meu novo livro "Cascas, talos, folhas".
Só precisava usar as cascas das batatas e confesso que ter "batatas biológicas do Veado", que é como quem diz da horta do monte dos meus sogros, me deu muita coragem para o que fiz a seguir. (E que jamais pensaria ser capaz!)

Primeiro, fiz uma boa (modéstia à parte) sopa de cenoura com favas, na Bimby (pois claro), usando cebola, courgete, cenouras e batatas, com favas cozidinhas na Varoma e adicionadas no fim.

Até aqui, nada de estranho.
No entanto, quer as cascas das batatas quer as das cenouras não foram para o compostor, muito menos para o lixo. Foram lavadas diversas vezes... antes de descascar as respetivas, durante a operação e após, tendo ficado de molho, enquanto a minha amiga fazia a sopa.


Depois, como tinha carne de vaca descongelada, fiz uma espécie de bolonhesa. Comecei por picar alho e cebola com o azeite. Depois, juntei as cascas da cenoura e voltei a picar. Refoguei bem durante 8 minutos a 100ºC. Ao refogadinho, juntei a carne e temperei com sal, pimenta e louro. Por fim, deixei guisar durante 15 min. (Tudo na Bimby!!!)

Enquanto isso, experimentei então a primeira receita: cascas de batatas fritas. Que é como quem diz, fritei as cascas das batatas que tinha posto na sopa. Ficámos todos a olhar para a frigideira com receito do que iria dali sair. Depois de fritas, escorremos bem em papel absorvente e, por incrível que pareça, o Simão foi o primeiro a experimentar. Estava delicioso! Parece impossível, mas é verdade! E não, não estou assim tão pobre que TENHA de comer cascas. Foi mesmo porque me apeteceu experimentar.
E foi tal o sabor (para o qual, de certeza, contribuiu o facto das batatas serem biológicas) que, sendo em pouca quantidade, o maridão ainda pôs mais batatas a fritar, às rodelas finas, mas sem tirar a casca. (Ah, também juntámos as 5/6 batatinhas minúsculas mas saborosas que apanhámos hoje da nossa horta de varanda!)


E assim, fizemos uma refeição nutritiva e saborosa, com o mínimo de desperdício: sopa de cenoura com favas e carne picada estufada com batatas fritas com pele.

Conselho: Antes de torcer o nariz, provar!!!

terça-feira, 12 de junho de 2012

EXPOSIÇÃO DE BRINQUEDOS ARTESANAIS NO CCB

Quem me conhece sabe que adoro programas com e para os miúdos. Alguns dos nossos fins-de-semana têm passeios a 4, idas a quintas e cidades/lugares novos, atividades caseiras com todos, ou incluem idas ao teatro, cinema, museus e ateliês.
Já começava a achar que a coisa estava difícil neste último aspeto pois têm acontecido cada vez com mais frequência os telefonemas dos serviços educativos a desmarcar por falta de inscrições. Além disso, confesso, ouvi duas "bocas" que não me agradaram e que, por não ter respondido convenientemente na altura, acabaram por "mexer" comigo e me deixar dúvidas em relação à "excessiva estimulação cultural" dos meus filhos... (hoje já acho que é a Escola que não está preparada para miúdos com um nível cultural mais elevado!)

Não querendo ser mais chata, vou direta ao assunto: ontem estivemos numa fabulosa exposição de brinquedos antigos artesanais, feitos pelas mãos de Simão Bolívar, um artista brasileiro que a todos nos encantou.
Guiados pelo próprio autor, entrámos num mundo de magia, com brinquedos articulados, totalmente feitos de materiais reutilizados: latas, cápsulas, tampas, etc.

A exposição, patente no Centro Cultural de Belém até ao dia 15, é gratuita e merece o nosso tempo, pois tem "obras de arte" (como referiu a Matilde no trabalho sobre o fim-de-semana) que merecem o nosso aplauso.
O artista, com muita sensibilidade e simplicidade, duas qualidades que admiro no ser humano, mostrou-nos cada brinquedo, deixou as crianças mexerem neles, dando vida a um mundo imaginário, explicou como fez, falou sobre si e sobre a sua obra como se fizesse a coisa mais fácil do mundo...







 



Eu adorei. O marido adorou. Os miúdos adoraram.
E depois, já mais do que motivados, participámos em mais de 2 horas de ateliê, onde construímos 5 brinquedos simples e divertidos, que fizeram o imaginário das crianças e deram ideias profissionais aos adultos.




Foi uma tarde feliz, cujo cenário do rio Tejo, carregado de veleiros de variadíssimos tamanhos e feitios, ilustrou e fez crescer em nós um sentimento de fé e esperança no ser humano e no que de bonito consegue fazer com as mãos.

domingo, 10 de junho de 2012

COISINHAS CASEIRAS 2


Este foi ontem o nosso almoço: uma deliciosa salada com maçã, laranja, uvas, alface e atum, temperada com nectar de laranja com casca de maçã.
Parece tudo muito estranho mas nós adorámos e os meninos também.
Adorámos porque:
- As alfaces deliciosas eram da nossa horat de varanda;
- Estava calor e sabe tão bem comer saladas;
- Os meninos comeram sem reclamar das folhas (apesar do Simão ter posto as maiores à beira do prato, a verdade é que comeu imensas);
- Fizemos em conjunto (eu e o meu homem) um prato muito saudável e rico em vitaminas.

E como é bom terminar a refeição e, depois de todos os 4 ajudarem a arrumar a cozinha (que ficou pronta em 5 minutos), ouvir o mais velho dizer:
"Temos de almoçar mais vezes saladas destas!"



sábado, 9 de junho de 2012

COISINHAS CASEIRAS 1

Cá em casa andamos mesmo numa de aproveitar o tempo com os miúdos (que sempre foi uma das nossas máximas enquanto casal) e também de aproveitar muita coisa para reutilizar, renovar ou melhor a nossa vida.

Há uns 2 meses atrás, vínhamos nós de carro quase a chegar a casa quando, passando por perto de uns ecopontos, vimos, no chão, uma casinha de bonecas um pouco em mau estado, mas que parecia ter conserto. Provavelmente pertencera a alguma menina que a usara (felizmente) muitas vezes e que acabou por "gastá-la" com o uso.
O meu marido, que se vai ajeitando cada vez mais em bricolage, resolveu logo trazê-la e andou a melhorá-la para dar uma grande alegria à nossa filhota. A casa precisou de alguns encaixes novos, umas marteladelas, uma telhas novas no telhado, uma pintura, algum primor e ficou ÓTIMA para as brincadeiras com as Barriguitas.
Agora está no quarto da minha princesa e tem lá dentro, muito arrumadinho, tudo o que ela já tinha desta coleção, com a qual brinca muito ao faz-de-conta. E nós ficámos com um projeto novo: construir com eles o que falta de mobiliário...




Outra das nossas reutilizações prende-se com algumas frutas e legumes que costumavam estragar-se cá em casa, o que deixou de acontecer.
A fruta é toda comprada, mas nem sempre aguenta o tempo que queremos. Desde que tenho a Bimby, isso já não acontece tanto, poque faço muitos sumos naturais com tudo o que é pedaços de fruta.
Os legumes também smaioritariamente ão comprados, mas, em determinadas alturas, e porque os meus sogros têm um terreno de "agricultura biológica" no alentejo, recebemos alguns e, para além de cozinhar e congelar, comecei também a inventar compotas (ou doces, como quiserem chamar) com tudo o que há cá por casa e deixámos de comprá-los no supermercado.
Neste momento tenho 3 por abrir e 2 abertos, mas já ofereci outros 2.
E com o novo livro que ganhei (imagem ao lado) de certeza que ainda vou aproveitar melhor!


No outro dia, resolvi completar o meu visual com um dos colares de "trapilhos" que tinha cá em casa e que já não usava há muito tempo.
Apesar de não estar um dia muito quente, a verdade é que transpirei bastante e lembrei-me da razão que me levou a colocar 5 colares destes de parte: não gosto de andar com eles.
Então, lembrei-me de um trabalho de artesanato que vi estarem a fazer na Feira de Projetos da Moita e dei aos meus filhos um entretenimento que vai ocupá-los durante algum tempo e que é á um projeto de nós os 3: um tapete de trapilhos.
Comecei por cortar todos os colares em pedaços todos do mesmo tamanho (usando o estojo da Matilde como molde) e juntei-os num saco, Depois, usando um antiderrapante para tapetes, começámos juntos esta nova tarefa, ideal para tirá-los da frente da televisão no fim do dia, que consiste em atar com um nó os trapalhos na rede.
Já terminámos os trapilhos que tínhamos e agora vamos comprar um rolo de outra cor numa loja chinesa e usar outro que a tia Fafá nos vai dar, para encher todo o tapete.
Será que vai ficar giro?



sexta-feira, 8 de junho de 2012

GANHOS... COM A CRISE

Se há algo de positivo que vem com a crise que vive o nosso país, penso que seja a capacidade do ser humano se adaptar e de começar a dar valor a determinadas coisas simples que estavam a ser mal-aproveitadas.

Não me considero um bom exemplo, nem tão pouco sou das que acham que tudo está certo neste governo, mas acho que houve alguns abusos por parte de muita gente, que quis viver (ou viveu mesmo) acima das suas capacidades.

De um momento para o outro, quase toda a gente passou a poder ir a restaurantes, a andar de carro (2 ou 3 por casa), a ter casa própria, a comprar roupa nova em cada nova estação, a ligar a marcas e a conumir em exagero... nunca se viu tanta criança inscrita em atividades extracurriculares (que incluem mensalidade na música, no desporto, nos cursos de inglês, etc).... para além das 2 horas a mais que já passam na escola a ter (supostamente) enriquecimento curricular. Nunca se viu tanta gente entrar para a universidade, mesmo tendo revelado, desde o início da sua escolaridade, algumas dificuldades e pouco "jeito" para estudar... Nunca se viu mão-de-obra técnica tão pouco apta a trabalhar com a mão na massa e tão licenciada em papéis e teorias... Quase não havia casamentos sem ser em grandes quintas e, se possível, com aluguer de limusine ou se carroça super elegante... Nunca se vira tanta gente a passar férias em hoteis e/ou no estrangeiro...

Posso parecer "fascista" ou outra coisa qualquer deste género, que de política pouco percebo, mas a verdade é que, desde adolescente, que penso que se andou a cair em exageros que agora temos todos de pagar...

Como disse há algumas frases atrás, se calhar antes de deixar quem lê de boca aberta já contra mim, eu não me excluo de alguns erros, mas estou a tentar "aproveitar" a onde de crise para recuperar alguns hábitos mais saudáveis e. acima de tudo, fazer uma vida o mais económica possível.

Não quero descurar a educação cultural dos meus filhos, por isso continuo a apostar em idas a espetáculos e museus, aproveitando promoções e muitas atividades gratuitas dos serviços educativos, que, por enquanto ainda existem, mas que, temo, com tão pouca adesão tendem a mandar mais alguns para o desemprego. Continuamos a passear dentro do nosso país (com algumas aventuras de automóvel um pouco mais além), mas acampamos, o que é muito mais cansativo mas muito mais saudável e económico, e andamos muito a pé, falando sobre o que sabemos aos nossos filhos e ensinando-lhes um pouco sobre o que andamos a ver ou fazer. Continuamos a ajudar nos trabalhos de casa ou a estudar para os testes e a incutir-lhes essa responsabilidade, pois se têm ambos o dom de aprender com facilidade têm mesmo de o pôr a render e aprender a gerir o tempo de estudo.

Não quero descurar o tempo de brincadeira dos meus filhos, pois quero que da infância recordem, acima de tudo, dos momentos em que brincaram e das brincadeiras que tinham,,, mas já começámos a moderar-nos nos brinquedos, que são aos montes nos quartos, apesar de anual ou semestralmente fazermos limpeza e darmos o que já não faz parte das suas preferências.
Começo a deixar o mais velho brincar na rua, vigiado (é claro), com alguns companheiros de escola ou de urbanização, onde pode jogar à bola, andar de bicicleta e brincar aos Bayblades ou às caricas.
Quero arranjar forma de, no próximo ano, não necessitar de increvê-los nas aulas de enriquecimento, tendo de negociar os horários com a família e arranjar outras soluções que lhes deem tempo para ser e não só para "sentar e assimilar" que é o que se tem passado nas 2 horas extras gentilmente oferecidas pelo Estado, mas que só têm servido (pelo menos nas escolas que conheço) para ter os miúdos mais tempo fechados para os pais poderem trabalhar.
Quero que os amigos e os primos venham brincar com eles cá para casa cada vez mais vezes, para usarem o que cá têm e desarrumarem, pois não há brincadeira saudável arrumadinha, a não ser estar sentado em frente à televisão ou ao computador.
E não são deliciosas fotos como estas, tiradas nas últimas brincadeiras com 2 dos 3 primos?



Tenho procurado dar mais valor ao que é realmente importante, rentabilizando eu própria os "talentos" com que nasci e as aprendizagens que fui e vou fazendo, por isso quero aproveitar a época de crise para pôr cada vez mais os pés na terra e aproveitar tudo à minha volta.
- Dar valor à família e aos amigos verdadeiros (deixando de parte o que os outros dizem ou fazem)
- Cozinhar sempre em casa, utilizando tudo na alimentação, reutilizando o que puder, reduzindo os excessos e substituindo-os por algo mais saudável e económico (deixando o "comer fora" para ocasiões de festa);
- Rentabilizar o que as minhas mãos sabem e conseguem fazer, nas mais variadíssimas etapas da vida (sem me importar por não ficar profissional ou igual ao da maioria);
- Dar menos importãncia à minha faceta profissional (não trabalhando em excesso, como já aconteceu e "quase" acabou comigo), investindo na faceta pessoal e de descontração, que têm sido as mais prejudicadas;

(...)

Enfim... já desabafei um pouco!!!!

terça-feira, 5 de junho de 2012

EU E OS TELELÉS...

Hoje apetece-me falar sobre uma companhia com que ando sempre, vá para onde for (ou melhor, duas): os meus telemóveis.
Não sou de grandes modernices, nem sei quais os telemóveis topo de gama ou que mais funções possuem, pelo que não posso dizer se este ou aquele é caro ou barato. Tenho 2 Nokias (definitivamente a minha marca preferida), os dois já ultrapassados em termos tecnológicos, mas andam sempre comigo e não me vou desfazer deles enquanto se aguentarem "vivos".
Na realidade, uso o telemóvel para conversar e, principalmente, para enviar SMS's. Não jogo, não acedo à internet, praticamente não tiro fotos (só se a minha máquina canocha não estiver comigo e for urgente)... os que tenho servem bem, são leves e pequenos, estão esfolados e funcionam os dois exatamente da mesma maneira.

Porque tenho 2?
Porque comecei com Vodafone e toda a gente com quem falo mais também e aderimos à Yorn. Depois, um a um, os familiares começaram a mudar para a Optimus e alguns a aderir ao Tag e fiquei dividida, além de começar a gastar muito. Então, pedi um telemóvel mais velhote ao meu mano, que ele já não usava, e comprei um cartão Tag. Agora ando com 2: de um ligo para umas pessoas, de outro ligo para outras. E tenho andado a portar-me bem e a aproveitar bem cada um dos tarifários.
Se quero um telemóvel novo?
Claro que sim! Se me oferecerem! Se for selecionada para experimentar algum... Se não, usarei os pontos que tenho e arranjarei novamente telemóveis baratinhos que dê para escrever e falar. Acho que não sou exigente!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

RECEBER PRÉMIOS...

Há semanas atrás, concorri a um passatempo do TRALHAS GRÁTIS e, para grande surpresa minha (não, não estava mesmo nada à espera) fiquei em 2.ºlugar.

Não imaginam como se expressou a minha cara quando recebi um mail a dizer que tinha ganho o 2.ºcabaz do passatempo... nem queria acreditar! Consultei o blogue, para me certificar, fui ver o que estava incluído no 2.º cabaz e, confesso, fiquei tão espantada que quis esperar para ver antes de ficar completamente eufórica.

Hoje o 1.º momento de euforia chegou, quando o meu Hugo chegou a casa, vindo de Lisboa, com o maior prémio do cabaz: um maravilhoso grelhador!
E que bem que fica na minha cozinha!
Colocado estrategicamente ao lado do fogão, forno e Bimby, por baixo do exaustor, esta maravilha veio encher melhor a minha cozinha e terminar de vez com as desculpas do "dá muito trabalho" e "faz muito fumo" para não fazer mais vezes grelhados.
E estou desejosa de o experimentar....


Junto com o grelhador, chegou ainda outro dos presentes do cabaz: 5 deliciosos chocolates "Regina"!!!
UAU!!!!
Eu adoro chocolates e nem posso acreditar que ainda não os abri. Estou à espera de um momento em família para repartir o primeiro. Sei que é delicioso, não preciso experimentá-lo, pois eu sou "viciada em chocolate", como dizia o meu Simão há uns aninhos atrás!!!


Agora resta-me esperar pelos outros presentes, que poderão estar a caminho.
A verdade é que já recebi um postal para levantar uma encomenda a partir de amanhã e não sei o que lá vem dentro...

É tão bom receber correio!!! Já tinha saudades de abrir a caixa com ansiedade e não encontrar (apenas) faturas e publicidade.

PRÉMIOS do 2º Super Cabaz:
- 1 Grelhador de Placas Solemio EGC8000 Electrolux recebido
- 2 Garrafas Oliveira da Serra Vintage
- 2 Garrafas Oliveira da Serra - Herdade do Marmelo
- 1 Livro "Cascas, Talos, Folhas, e Outros Tesouros Nutricionais", de Alexandre Fernande, da Planeta Editora recebido
- 1 DISH DROPS™ Concentrated Dishwashing Liquid, Amway
- 1 Esfoliante de Chocolate e Óleos Amazónicos 250ml, Spausa recebido
- 5 chocolates Regina recebido

sábado, 2 de junho de 2012

HORTAS...

Ontem terminou a Ação de Formação sobre "Hortas Biológicas e Compostagem na Escola", a qual eu e o meu homem frequentámos durante umas semanas, às sexta-feiras, no final do dia.
Aprendi muitas coisas que me vão servir para a vida profissional e pessoal e senti-lo no final da formação é muito gratificante.
É sinal de que valeu a pena o investimento de tempo... É sinal de que posso continuar a acreditar que devemos investir em formações que nos levem a evoluir e não o devemos fazer apenas para subir na carreira (que até está congelada!) ou por ser "obrigatório"...
Aprender é algo mágico e outra das certezas com que fiquei foi que, seja com adultos ou crianças, quem ensina tem de acreditar viva e entusiasticamente no que diz para o transimir de forma motivante e envolvente. As burocracias associadas ao Ensino e a desvalorização dos professores pela Sociedade, está a levar os professores a perder este entusiasmo e é por ele que quero lutar...

Profissionalmente, os conhecimentos que adquiri deixaram-se com esperança no futuro da minha horta da escola e com muitas ideias para o próximo ano letivo. Já sei por onde começar e já trouxe ideias para envolver o trabalho prático nas disciplinas teóricas... fervilho de ideias e vou pô-las no papel, para entrarmos ainda mais a sério na "agricultura biológica" e aproveitarmos bem o que a terra tem para nos dar.



Pessoalmente, estamos (em família) a investir na nossa horta de varanda e há sempre novidades a aparecer no lado Este da nossa casa... vasos, garrafões e garrafas pet com morangueiros, couves, hortelã, cenoura, batatas, tomates, alfaces, coentros, poejo vão aparecendo... madeiras velhas, móveis recuperados, fitas... aproveitar o que há por aí e dar vida à nossa varanda é o que temos feito. Até as minhas plantas, que antes andavam quase sempre a morrer (ou secas ou afogadas) estão a ganhar ânimo no meio da horta. E começo mesmo a achar que até respiro melhor daquele lado da casa.