segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

«SÓ NÓS DOIS», DE NICHOLAS SPARKS

Há muito tempo que não lia um livro de Nicholas Sparks e ainda há mais que não devorava uma obra com mais de 500 páginas (e em tão pouco tempo).
Mas o meu romancista preferido é assim: capaz de me prender página a página, capítulo a capítulo, numa ânsia de conhecer cada vez mais e melhor a história dos personagens, surpreendendo-me, encantando-me e vivenciando os acontecimentos quase como se fossem reais.

«Só nós dois», o mais recente romance do escritor norte-americano, tem o publicitário Russell Green
como personagem central e principal.
Trintão e profissionalmente bem sucedido, Russ vê a sua vida mudar completamente quando tem de lidar com dois acontecimentos marcantes: um despedimento e uma separação.
Sem saber muito bem como tudo aconteceu tão rápida e inesperadamente, o protagonista vê-se sozinho com a sua filha de 5 anos e a necessidade de mudanças a vários níveis, o que constitui um desafio enorme e lhe permite um melhor conhecimento sobre si mesmo e sobre a felicidade.
E será o recomeço, a nova vida e as relações que nela (re)estabelece que mudarão para sempre o destino de Russell, intensificando o amor que sente por três mulheres únicas, para as quais é o homem mais importante das suas vidas.

Que poderei dizer mais sobre este livro?
Posso dizer que o adorei, que me perdi nas suas páginas esquecendo o mundo à minha volta, que sorri, que chorei, que me identifiquei com muitos momentos e emoções, que fui capaz de o visualizar como se se tratasse de um caso real e não de ficção...
Também posso dizer que achei as personagens principais encantadoras, cada uma ao seu jeito, e que, ao longo do livro, consegui estabelecer com todas elas uma relação de empatia, independentemente do papel que assumiram na história.
Posso ainda referir que gostei de sentir a força das personagens femininas e a influência positiva que todas elas tiveram na vida do protagonista e que me deixei encantar pela relação paternal entre este e a pequena e doce London.

Este livro trouxe com ele uma novidade no mundo literário de Nicholas Sparks: uma banda sonora exclusiva, disponível para DOWNLOAD, constituída por 4 temas musicais de JD Eicher.

Deixo-vos com um desses temas:

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

«O ESCULTOR DE ALMAS», DE MÁRIO DE MOURA (DeMoura)

Uma das editoras com quem mais gosto de trabalhar em parceria é a «4 Estações Editora», que publica os seus livros sobre a chancela «O Castor de Papel». cujos editores são Mário Mendes de Moura e Ione França, dois profissionais empreendedores e dois seres humanos encantadores.
Esta editora tem dado o maior apoio a este blogue e confiado nas minhas opiniões e sugestões, o que tem muito valor para mim. Sempre fui e serei sincera no que aqui escrevo e dá-me uma grande satisfação e orgulho ter do meu lado profissionais de qualidade que, com humildade, aceitam e valorizam o que penso e sinto sobre o seu trabalho. Um bem-hajam. 😍

E é sobre uma obra de um destes grandes editores que hoje vou escrever algumas palavras.
«O Escultor de Almas» é um romance de DeMoura, o pseudónimo literário do editor, que chegou às minhas mãos logo no início da parceria mas que, infelizmente, só li em outubro. (Não sei bem o porquê desta demora, mas quem me dera ter lido antes!)

Os protagonistas deste livro são duas pessoas muito diferentes, cujas vidas se cruzam ocasional e inesperadamente.
Filipe é um homem culto e charmoso. Empresário no ramo da publicidade, a sua carreira encontra-se em ascensão e o futuro prevê-se promissor.
Érica é uma mulher jovem, inteligente e bonita, que procura uma oportunidade de carreira e luta com garra pelos seus sonhos.
Apesar das diferenças entre os dois, Filipe e Érica têm também muito em comum e, ao deixarem-se encantar um pelo outro, vêm as suas vidas mudar completamente, tanto durante a relação amorosa que constroem, como quando uma gravidez interrompida voluntariamente acaba por separá-los.
Este livro conta-nos, a três vozes, o passado e o presente desta marcante história de amor, levando-nos a conhecer as versões dos dois apaixonados e a acompanhar o reencontro uns anos depois da separação.

Tenho mesmo de começar por dizer que gostei bastante de ler este livro e que fiquei agarrada a ele desde o início até ao fim.
«O Escultor de Almas» é um romance delicioso, que nos conduz por sentimentos bem fortes como a paixão, o amor, a angústia, o deslumbramento, a raiva, o ciúme, o orgulho... 
É uma história narrada, mas também contada na primeira pessoa pelos protagonistas, o que nos aproxima bastante de cada um deles, ao ponto de criar empatia e de (quase) conhecermos um pouco do seu íntimo, das suas razões e motivações, dos seus medos e sentimentos.
A forma como o livro está organizado facilita esta proximidade com as histórias e as personagens. Para além de ter capítulos narrados pelo autor (e escritos em letra preta) e outros pelos próprios protagonistas (em letra verde), também apresenta a história de forma não sequencial, o que desperta a curiosidade do leitor e proporciona algumas surpresas.
Bem equilibrada em relatos, descrições e diálogos, a escrita de DeMoura é cativante, leve, ritmada e de fácil leitura e compreensão, indo bem ao encontro do que o leitor precisa para se deixar envolver pela história.

Para terminar, só posso dizer que foi um enorme prazer conhecer «O Escultor de Almas» e a escrita de DeMoura, pelo que agradeço de coração à editora por esta oportunidade.

E como acredito que os meus seguidores também irão adorar este livro, deixo aqui a todos a possibilidade de o adquirirem com 20% de desconto.
Para tal, basta contactarem-me pelo e-mail lunamarisa91@gmail.com e fazerem o vosso pedido, recebendo comodamente o livro em casa, enviado pela própria editora.

domingo, 8 de janeiro de 2017

MEMÓRIAS DE INFÂNCIA... AO SOM DE UM FADINHO

Chove...
Vou no carro...
O tempo está frio, o céu está completamente nublado...
Estou a conduzir e ligo o rádio do carro. Procuro aleatoriamente uma estação e, depois de muito insistir, que a antena não encontra facilmente uma sem interferências e ruídos, paro na «Rádio Amália».
Toca um fado qualquer. Não o conheço. Não me diz nada, nem pelas palavras, nem pela voz do fadista que, cantando afinado, desconheço.
No entanto, o conjunto (o tempo nublado, a chuva a cair, o som do fado, a melodia, o som da guitarra...) me conduzem 30 anos para trás.

Estou em Palmela, em casa dos meus avós maternos. Era lá que se ouvia muito fado.
A minha avó Delmira acompanhava os que conhecia, cantarolava os que ia aprendendo.
Tinha lá ficado a dormir mais a minha irmã e brincávamos as duas, brincávamos com tudo o que havia. Passávamos sábados, domingos, dias de férias, tardes inteiras a brincar. Brincávamos com tudo o que podíamos brincar.
A minha avó tinha muitos lenços, echarpes e xailes e nós brincávamos com eles. Fazíamos dos lenços vestidos, tops com minissaia, usávamos os seus sapatos, que na altura ainda nos estavam grandes apesar de serem de um número pequenino, inventávamos...
Brincávamos com as malas e fingíamos que éramos crescidas. Às vezes fazíamos passagens de modelos... uma desfilava e a outra, que era a estilista, ia apresentando as suas criações, descrevendo-as uma a uma.
Fazíamos de conta.
Brincávamos aos escritórios. Uma era a gestora ou administradora de uma empresa e a outra era a secretária. Praticamente qualquer objetivo servia para fazer de telefone. Escrevinhávamos, mesmo quando ainda não sabíamos escrever.
Brincávamos aos médicos e passávamos receitas imaginárias ou escritas em folhas e bloquinhos que apanhávamos lá por casa.
A minha avó tinha um dossiê pequenino com uns cartões com que gostávamos de brincar (acho que de prestações de compras de atoalhados e afins feitas a uns comerciantes numas carrinhas). Eram antigos e já não tinham uso, por isso brincávamos com eles durante horas a fio.
Enquanto o fado tocava como música de fundo, a minha avó cozinhava ou fazia malha, costurava ou fazia tricô, mas sempre cantarolava e nós, felizes, brincávamos.
Lembro-me de brincar com os muitos botões da minha avó. Passávamos tarde entretidas a colocar fita-cola ao contrário em cartões para que os botões ficassem presos e organizados por cores e/ou tamanhos, parecido com o que víamos na retrosaria. Depois brincávamos às lojas, usando pedaços de papel de revista como notas e moedas. Nem sei como conseguíamos comprar e vender tantas vezes 😀, mas brincávamos e éramos miúdas felizes. Éramos companheiras.

A música que continuava a tocar no rádio, aqueles fados que não conhecia, a chuva continuando a cair, o frio lá fora... trouxe as saudades em tantas memórias de um tempo em que tudo parecia fácil, em que a vida, apesar de dura e complicada para os adultos, para mim era tão simples como brincar ao faz-de-conta.
Tenho saudades de ser criança. 💗


quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

11 CONSELHOS DE VIDA... PELO COACH MÁRIO CAETANO

Antes do final do ano, recebi uma newsletter que muito captou a minha atenção e que sinto que merece um espacinho aqui no blogue. O mail foi-me enviado pelo coach Mário Caetano, cujas palavras e ensinamentos sigo há já algum tempo no facebook, tendo já assistido a uma masterclass que adorei.
Deixo-vos com as suas palavras sábias sobre a vida e sobre como ser feliz.

- Segue o teu coração, mesmo que ele te leve para caminhos que nunca pensaste percorrer.

- Trata o medo com coragem. Ela está dentro de ti.

- Larga ambientes negativos e pessoas tóxicas. Tornas-te mais leve e mais feliz.

- Deixa os outros seguirem o seu caminho. Não estás cá para salvar ninguém.

- Para crescer precisas de ajuda. Reúne a equipa certa. Pede-lhes ajuda.

- Não esperes que os outros acreditem em ti. És tu que tens de o fazer. Por ti.

- Deixa cair as coisas que sentes obrigação em fazer, e abraça aquelas que te entusiasmam.

- Ilumina com a tua luz cada espaço onde entres. Acender o interruptor é da tua responsabilidade.

- A natureza cura. Usufrui dela um pouco todos os dias.

- Para viveres o teu Propósito de vida e seres feliz, precisas ser autêntico. Permite-te sê-lo.

- O momento para se viver é agora. Não existe outro.

Assistam AQUI ao Workshop Online Gratuito «Ganha Clareza na tua Mudança», de Mário Caetanto.

Foto de Mário Caetano.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

LEITURAS DE 2016

2016 foi um ano de poucas leituras e de pouco movimento aqui no blogue.
Sem desafios, com participações mal sucedidas em 2 maratonas literárias e com o envolvimento em novos projetos, os livros ficaram mais para trás, o que não vai acontecer em 2017. Vos garanto.
No entanto, sejam poucos ou muitos, é já tradição deixar aqui os títulos das minhas leituras:


31 - «A Minha Infância Roubada» - Diaryatou Bah
30 - «O Escultor de Almas» - Mário de Moura
29 - «Encontros Improváveis» - Fernando Pessanha
28 - «A Porta das Três Fechaduras» - Sonia Fernandez-Vidal
27 - «No Coração do Mar: A Tragédia do Baleeiro Essex» - Nathaniel Philbrick
26 - «Decubra a Cabra Secreta que Há em Si» - Elizabeth Hilts
25 - «A Casa Conselheira» - Ângela Ribeiro Constantino
24 - «Um Casamento de Sonho» - Domingo Amaral
23 - «Caminho Traído» - Susana Esteves Nunes
22 - «Hotel Anaidaug» - Fernando Pessanha
21 - «Diário de um Repolho» - Vanessa Cardoso
20 - «Paixão Alucinante» - Marta Velha
19 - «O Aroma da Criptomeria» - Ofelia Cabaço
18 - «Desassossego da Liberdade» - Coletânea de Conto
17 - «Começar de Novo» - Margarida Fonseca Santos
16 - «Precious: a Força de uma Mulher» - Sapphire
15 - «As Gotas de um Beijo» - Carina Rosa
14 - «A Devota e a Devassa» - Fernando Pessanha
13 - «Ao Som dos Tambores» - Susana Silva
12 - «De Negro Vestida» - João Paulo Videira
11 - «Percursos de Insanidade» - Lúcia José Gomes
10 - «Akabatota» - Inês Guerreiro Relvas
09 - «O Espelho do Monge» - Rosana Dias Vitachi
08 - «Apetece(s)-me» - Laura Almeida Azevedo
07 - «O Baloiço Vazio» - Carla Lima
06 - «Na fronteira de Timor» - Helder Tadeu de Almeida
05 - «És meu» - Rita Ferro
04 - «Ninguém morre de véspera» - Margarida Carpinteiro
03 - «Mestre Carbono, o cientista» - Filipe L.S. Monteiro
02 - «Não há lugar para divorciadas» - Francisco Moita Flores
01 - «Rendição» - Linete Landim 


Podem consultar AQUI as leituras de outros anos, bem como alguns dos desafios literários em que participei nos últimos anos.

sábado, 31 de dezembro de 2016

PARA 2017...

Este ano encontrei na internet uma imagem que traduz o que desejo para o meu ano novo.
Por isso, e porque o que quero de melhor para mim também quero para os outros, deixo-vos com as palavras que gostaria que surgissem diariamente nas nossas vidas.

FELIZ 2017


quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

DIZEM QUE SOU POSITIVA

Durante muito tempo (anos, mesmo) não entendia nem concordava quando me diziam que eu era uma pessoa positiva. Diziam que sim, mas eu achava sempre que o faziam para me alegrar ou para me transmitir «coragem» para deixar de lado os pensamentos mais negros sobre a vida. Outras vezes pensava que só me consideravam positiva as pessoas mais pessimistas. Cheguei mesmo a considerar que enganava toda a gente à minha volta, transmitindo aquilo que não sentia e camuflando as imagens negativas que enchiam a minha mente.
Hoje sei que nada disto é verdade. Hoje consigo ver positivismo em mim e perceber como esta minha característica tem ajudado o meu mundo a caminhar em direção ao sol.
Na verdade, quando acontece alguma coisa menos boa, quando me deparo com dificuldades e obstáculos, quando o «barco» começa a «ir ao fundo» ou as luzes se apagam à minha volta, a minha primeira reação, instintiva e imediata, é chorar. Dói no peito, sinto uma facada e choro... Parece que o mundo vai acabar (ou inundar-se?) naqueles minutos. Quanto maior é a «desgraça» mais ruidoso é o choro. Choro porque alivia e, ao que parece, o choro traz para fora a negatividade da situação. Posso chorar durante uns minutos ou durante horas... algumas vezes de seguida... noutras por «episódios» que regressam sempre que me lembro do que aconteceu ou prevejo o que vem aí. Mas depois passa. Passa sempre.
E depois do verdadeiro mar de emoções vem a disposição para seguir em frente, o arregaçar das mangas, o acreditar que tudo se vai resolver. Vem a reflexão sobre o que fazer para melhorar, a busca das ferramentas necessárias, a redefinição de objetivos e a escolha de novos caminhos. Porque há sempre uma solução e uma forma de dar a volta. (Até porque dizem que só para a morte é que não há mesmo solução. «Dizem» lol)
Ainda que não surjam imediatamente, muitas vezes por culpa do dito choro, as imagens das soluções vêm à minha cabeça e consigo seguir em frente com o olhar no horizonte. Muitas vezes ainda dorida, já vejo as cores lá em frente e sei que, fácil ou dificilmente, a elas chegarei para me pintar.
Não sou uma positiva otimista, daquelas que acha que tudo vai correr bem e que nada precisamos de fazer para isso acontecer. Não acredito na sorte nem tenho fé que algo ou alguém transforme o mau em excelente. Não consigo dizer «ainda bem» quando algo de mau acontece, acreditando que logo depois vem a bonança e resolve. Não fico parada a assistir às derrocadas da vida só por confiar que os pedregulhos um dia se irão transformar em castelos de sonho. Considero-me uma positiva realista, que tem a «simples» reação de seguir em frente sem paralisar e sem achar que «só me acontece a mim», não imortalizando as dores nem esperando que alguém venha resolver (ou ajudar a resolver) os meus problemas.
Acho que é o meu positivismo que faz com que veja sempre o melhor de cada pessoa e que, quando as de
silusões e os episódios negros acabam por acontecer, volte a acreditar na sua beleza. Porque o ser humano, tal como a vida, merece sempre uma segunda oportunidade e tem sempre um lado colorido e doce a valorizar.
Hoje acredito que sou positiva e sei, com toda a certeza, que esta minha forma de olhar a vida tem sido a corda que me tira do fundo do poço, a boia que me traz de volta à margem, o ar quente que me permite voar no balão dos sonhos e das ambições. Tem sido a luz que me tira do zero sempre que dele me aproximo ou nele tombo ou caio.
Se tornar consciente esta minha característica, até consigo verbalizar o que há de positivo em cada situação e, ao fazê-lo, acredito mais e faço acreditar também.
Dizem que sou positiva e eu acho que têm razão.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

«ARMANDINHO» E PASSATEMPO


O Armandinho é um miúdos de cabelo azul muito inteligente e interventivo, que fala pelos cotovelos e tem opinião sobre tudo. Da cultura à economia, passando pela educação e pela saúde, diversos são os assuntos que estão na base das suas conversas com os amigos, com o pai, com a mãe e, até mesmo, com o seu sapo de estimação.
As «tiras» de banda desenhada do «Armandinho» são críticas sociais atuais e oportunas feitas pela boca de uma criança desperta para o mundo. São «recadinhos» e desabafos que todos entendemos e que nos fazem sorrir (e mesmo rir) por ridicularizem ou ironizarem situações/acontecimentos do quotidiano de todos nós.


No ano passado tive oportunidade de conhecer pessoalmente o seu autor, Alexandre Beck, no lançamento dos seus livros em Portugal, sobre o qual escrevi AQUI no blogue. Para além de ser um ótimo ilustrador, Alexandre Beck mostrou ser muito «boa onda»... comunicativo, gentil e muito alegre, aproxima-se do público com uma energia contagiante e muito positiva.

Os seus livros, já à venda no Brasil desde 2010, chegaram a Portugal pela editora «O Castor de Papel», uma parceira que tanto estimo e que, gentilmente, me disponibilizou os 3 primeiros volumes da coleção para oferecer aqui no blogue.





PASSATEMPO

VAMOS GANHAR OS 3 LIVROS DESTA COLEÇÃO?

Para ganhar este conjunto de livros, basta cumprir os seguintes passos:
- Ser seguidor do blogue no Bloglovin ou no Google+ (link na coluna da direita);
- Ser seguidor da página de facebook do blogue «Faces de Marisa»;
- Ser seguidor da página de facebook da editora «Castor de Papel»;
- Ser seguidor da página de facebook do «Armandinho»;
- Partilhar publicamente o passatempo numa rede social, com a frase «Conheçam o Armandinho» e identificando 3 amigos;
- Preencher o formulário do passatempo.

O passatempo decorrerá até às 23h59 do dia 3 de janeiro.
São válidas 3 participações por seguidor/perfil, desde que sejam feitas 3 partilhas, identificando amigos diferentes e com 24 horas de intervalo entre elas (no mínimo).

 


VENCEDOR:

E o random lançou os resultados e escolheu o número.... 3.


Parabéns, Sandra Morgado Martins, de Lisboa :)


sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

É O MEU ADOLESCENTE... JÁ NÃO É O MEU BEBÉ...

Na quarta-feira, o meu primogénito trouxe para casa daquelas fotografias que (quase tradicionalmente) tiram na escola e que para nós constituem uma recordação dos tempos de escola e das amizades.
Para além da fotografia de grupo, trouxe também as suas, tiradas individualmente na mesma sessão fotográfica.
Como qualquer mãe, fiquei babadíssima a olhar para elas e senti mesmo que tenho o filho mais lindo do Mundo. Por minutos, fiquei fixa no seu olhar, no seu sorriso, nas covinhas das suas bochechas, no cabelo (que no dia anterior tinha ido cortar)... Encantei-me com o brilho que dele emana e que mostra que é um adolescente feliz.
Mas depois procurei nele o rosto de criança de outras fotos, de outros anos, e não o achei... Procurei aquela criancice e doçura de menino da mamã e descobri-as transformadas numa meiga rebeldia e num olhar divertido e confiante...
Tentei rever o meu bebé e percebi que hoje é já um jovem de personalidade vincada, que gosta de rir e de falar alto, que leva a vida descontraidamente, que se olha e se ama cada vez mais e que, apesar dos tumultuosos e inconstantes desafios da adolescência, mantém vinculados os valores que lhe transmitimos e o caráter de pessoa boa e que ama o próximo.
Fiquei feliz, mas com um nó de emoção na garganta. O meu pequenote já não o é e, daqui para a frente, será cada vez menos. O meu menino está a crescer e a sair de debaixo das minhas asas, voando por e para um mundo que não consigo controlar nem comandar. O meu miúdo reguila está construindo o seu próprio caminho, traçando objetivos, definindo prioridades, olhando em frente.
Já não decido o que veste, nem a música que ouve ou o tipo de filmes prediletos. Já não sou eu a pessoa que prefere ter consigo numa sala de espetáculos ou numa partida de ping-pong. Já não entendo alguns «calões» nem me identifico com as mesmas brincadeiras inocentes mas travessas.
Mas continuo (e continuarei sempre) do seu lado, acompanhando o voo, aconselhando de acordo com a minha experiência de vida e o meu pensar, sendo para ele exemplo de integridade, assumindo as minhas falhas e faltas de ser humano, alertando, despertando... E vou recebê-lo no meu colo como sempre fiz, embalando-o quando o dia for difícil ou a noite estiver a ser inquieta, fazendo-lhe «cafuné» no sofá ou dizendo-lhe «amo-te» e que tenho orgulho na pessoa que é.
E confio nele... porque sei que o seu «eu» estará sempre lá e manter-se-á bonito.
Estarei sempre aqui, atenta e presente se o voo não correr da melhor forma e as pedras teimarem em meter-se no seu caminho-
Orgulho-me do seu crescer... mas já não é o meu bebé...

O que significa ser mãe
Imagem retirada DAQUI.

sábado, 3 de dezembro de 2016

«AUSTRÁLIA», UM FILME QUE NOS TOCA

Há muito, muito tempo que um filme não conseguia prender-me assim ao ecrã. E confesso que, no início não achei que este fosse conseguir, mas o meu homem já sabia que eu iria gostar de o ver e lá me deixei por ele convencer.

A verdade é que ADOREI o «Austrália», um fantástico filme que surpreende e emociona durante quase três horas e que conta com as maravilhosas interpretações de Nicole Kidman, Hugh Jackman e Brandon Walters (na altura um pequeno ator australiano de 12 anos).

Este filme, que estreou já há 8 anos e foi realizado por Baz Luhrmann, conta a épica história de Lady Sarah Ashley, uma mulher de armas que parte de Inglaterra para a Austrália para impedir o seu marido de vender uma grande propriedade de criação de gado.
Assim que chega, Sarah conhece Drover, um vaqueiro encarregado de a levar até ao «racho», com quem antipatiza de imediato, mas que acaba por se tornar um aliado na luta por vender a enorme manada de gado ao exército australiano, salvando assim a propriedade da falência.
Conhece também Nullah, um rapazinho mulato, filho de uma aborígena e de homem branco, que presencia o assassinato do seu marido. Sarah estabelece com ele uma relação maternal e de cumplicidade, que marcará a vida de ambos.

«Austrália» é mesmo um daqueles filme da nossa vida, que nos marcam e nos põem a pensar.
É uma história de fé, de sonhos e de amor, que nos inspira a valorizar o que de melhor e mais sincero temos na vida, levando-nos a olhar o futuro com esperança e pureza.
Vale mesmo a pena vê-lo.👫

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

«ENCONTROS IMPROVÁVEIS», DE FERNANDO PESSANHA

Como sempre tem acontecido desde que conheci a escrita de Fernando Pessanha, comecei a ler a obra «Encontros Improváveis» com muito entusiasmo e motivação, já na expetativa de encontrar uma nova paixão capaz de me prender durante horas.
No entanto, não foi bem isto que aconteceu... a parte das horas (no plural)! É que, infelizmente, a leitura fez-se num ápice e menos de nada tinha devorado este pequeno grande livro do escritor algarvio. Digo infelizmente porque me apetecia (MUITO) ter continuado a ler e a desvendar mais histórias e enredos admiravelmente contados e entrelaçados.

Posso começar por dizer que foram 86 páginas de boa literatura portuguesa, condensada em 6 pequenos (mas intensos) contos que abordam diversos temas do nosso quotidiano. São pedaços da vida de pessoas vulgares, com histórias para contar e episódios que, de uma forma ou de outra, mais próximos ou afastados de nós, todos já vimos acontecer ou sobre os quais já ouvimos falar.
São contos que nos tocam e se tocam, com personagens que parecemos conhecer de algum lado e que, aos poucos, se vão tornando familiares para nós.

Tal como já tinha acontecido com «A devota e a devassa» e «Hotel Anaidaug», não posso (nem quero) contar muito mais sobre este livro, mas tenho de referir que é mesmo uma leitura a não perder.
Quanto mais obras de Fernando Pessanha conheço, mas apaixonada fico pela maneira como dança com as palavras e as transforma em imagens e sonhos.
E, com a dose certa de diálogos, descrições e narrações, com um quê de romantismo num realismo intemporal, esta é uma obra que se conhece e não se esquece, que se carrega para todo o lado, que nos toca em alguns momentos, não deixando nunca de nos prender.

domingo, 13 de novembro de 2016

UM FIM DE SEMANA DE RECONHECIMENTO - PARTE 2

Continuação deste post.


Ainda no sábado, muito cansadas e a necessitar mesmo de uma boa noite de sono, eu e a Cidália fomos conhecer o nosso quarto no Marriott Hotel. E a surpresa foi demais!!
Situado no último andar do hotel, o nosso quarto era divinal, digno de duas princesas (como nós somos, claro está!). Não era um quarto qualquer, mas uma suite maravilhosa, muito bem decorada num estilo clássico e charmoso, com uma sala de estar espaçosa e confortável, duas casas de banho e um magnífico quarto com uma cama enorme. 
A vista do hotel era fascinante, avistando-se a nossa capital iluminada.
Resultado: passou-nos o sono e (mais ainda) a vontade de dormir. E aproveitámos para ler, conversar (muito) e descontraidamente e navegar na internet partilhando o que estávamos a sentir, (Foi tão bom!)



A noite foi calma e, apesar de termos dormido poucas horas, conseguimos descansar e preparar-nos para o dia seguinte, que prometia ser igualmente gratificante.

E nada como começar o dia com um bom pequeno-almoço, daqueles que só os grandes hotéis sabem proporcionar aos seus hóspedes.
Muita variedade, ótima qualidade, um espaço bem aconchegante e requintado, muita gente bem-disposta e sorridente logo de manhã e um atendimento cinco estrelas... estes foram os ingredientes da mais importante refeição do dia.


Depois da refeição e do cafezinho para aconchegar naquela manhã de chuva, começou a reunião de trabalho e incentivo, onde houve tempo para partilhar histórias, conhecimentos e técnicas, num ambiente descontraído, de camaradagens e motivação.

Senti verdadeiramente o espírito de equipa entre todos, um dos princípios que a empresa mais fomenta. Senti-me bem-vinda e contagiada pela alegria de todos os que fazem parte da Oriflame e que, nota-se bem, adoram esta nossa empresa.

Aprendi muito sobre os nossos produtos, conheci novas técnicas de venda e de promoção, tive contacto com as novidades dos catálogos de Natal, travei conhecimentos e amizades, presenciei testemunhos de vida, conheci sonhos concretizados pela Oriflame... aproximei-me mais deste novo mundo que já tanto me fascina. E diverti-me, diverti-me muito.



Quase não dei pelo tempo passar e só quando a reunião terminou me apercebi que já passava um pouco da hora normal de almoçar. Apesar de ter um «bichinho a roer-me a barriga», senti o peito cheio, a adrenalina a circular e a alma repleta de motivação.

O almoço foi novamente uma refeição maravilhosa e terminou com as despedidas do seminário. Foi um «até à próxima» com sabor a «vou dar tudo por tudo para ir à convenção», que será o próximo grande evento de fim de semana que queremos (e vamos) ganhar com a Oriflame.

Obrigada, Oriflame...
Obrigada, Cidália por me teres mostrado este caminho... 

terça-feira, 1 de novembro de 2016

"A PORTA DAS TRÊS FECHADURAS", DE SONIA FERNÁNDEZ-VIDAL

No verão andei muito entretida com uma leitura maravilhosa da Editorial Presença: "A Porta das Três Fechaduras", de Sonia Fernández-Vidal.
Foi uma leitura muito leve, ideal para jovens e adultos, que me levou a um mundo mágico e me pôs a pensar sobre fenómenos e teorias da física quântica. (E sem dar nada por isso!!)

A história roda à volta de Niko, um jovem estudante muito curioso e a precisar de alguma motivação para o estudo que, num dia aparentemente normal, acorda desafiado por uma mensagem que aparece no teto do seu quarto. E esta foi apenas a primeira com que se deparou durante o dia, pois várias outras, em tom de pista e enigma, foram surgindo na sua mente ou à sua frente.

E a verdadeira aventura começa quando Niko sai de casa para ir para a escola e, apesar de fazer o mesmo caminho de sempre, descobre uma casa na qual nunca tinha reparado antes. Aquela não era uma casa qualquer e, por curiosidade ou incentivado pelas palavras que lhe foram surgindo desde que acordara, o rapaz resolve arriscar o seu dia (ou a vida???) para descobrir um pouco mais.

Curiosos?
Deveriam ficar, pois este livro é uma verdadeira surpresa e uma pequena maravilha.
Escrito de uma forma muito acessível, intrigante e motivadora, "A Porta das Três Fechaduras" é um livro que nos prende desde o início e nos deixa constantemente com vontade de ler o capítulo seguinte.
Os enigmas que nele vão surgindo despertam a nossa curiosidade e levam-nos a pensar de uma forma menos previsível e "real", conduzindo-nos ao pensamento da física quântica e colocando-nos a questionar o mundo à nossa volta.

Aconselho a sua leitura a partir dos 12 anos de idade, acreditando que os rapazes são o melhor público para esta obra, que poderá ser um bom incentivo ao gosto pela leitura.
Será uma leitura ainda mais vantajosa se o adulto a acompanhar, sendo que ler anteriormente também poderá proporcionar agradáveis momentos entre gerações, uma vez que as temáticas poderão estar na base de troca de ideias entre pais e filhos.

Um "muito obrigada" especial à Editorial Presença pela oferta desta obra e pela confiança na minha leitura e opinião sobre a mesma.

sábado, 29 de outubro de 2016

UM FIM DE SEMANA DE RECONHECIMENTO - PARTE 1

Ainda só passou uma semana e já tenho muitas saudades. Na verdade, acho que tão cedo não irei esquecer o último fim de semana e todos as dinâmicas da Oriflame para presentear os seus novos chefes e subidas de categoria. Foi tão bom sentir apreço e reconhecimento! (Uma salva de palmas para este espírito!)

Mas deixem-me começar pelo princípio.
Há uns meses atrás, após um tempo como assessora da Oriflame, consegui juntar uma equipa e subi à categoria de Chefe de Grupo, o que, para além das responsabilidades e tarefas inerentes, me trouxe também alguns privilégios, entre os quais um convite a participar no Seminário de Chefes de outubro.

Não fazia bem ideia do que seria este seminário, apenas fixada na ideia de que ganhara um fim de semana diferente, com tudo pago, num hotel em Lisboa.
Sabia que iria haver um reconhecimento pelas subidas de categoria e que a minha Gold Diretor, a Cidália Ventura, me iria acompanhar durante os dois dias.

E foi com muito entusiasmo que tudo começou no sábado passado, depois de almoço, quando entrei no Marriott Hotel, em Lisboa e me juntei ao grupo de participantes no seminário.

Depois de deixar as bagagens, seguimos nos transferes do hotel em direção ao Cristo Rei, em Almada, onde um grande evento da Oriflame estava quase a começar.



O Oriflame Go foi um evento de grande envergadura que decorreu entre as 15h e as 19h, para o qual foram vendidos cerca de 2700 bilhetes e que incluiu diversos ateliês de beleza (cuidados de rosto, maquilhagem, wellness), pavilhões dos parceiros da marca e um bazar da Oriflame (com produtos até 85% de desconto).


A nossa embaixadora Rita Pereira também este presente, fazendo a apresentação na nova fragrância da Oriflame, partilhando a sua experiência com a empresa e tirando fotografias com os participantes.
Os participantes tiveram direito a um kit de produtos da Oriflame, da gama Eleo no valor de 52€ (condicionador, máscara e champô).

No final do evento, pude testemunhar (e aplaudir) a entrega de um novo carro à minha Gold Diretor, que recebeu um Audi branco da empresa, que se encontra a renovar toda a sua frota automóvel e que entregou mais de 70 viaturas durante o evento.



Depois, por volta das 20h30, começou o jantar do Seminário de Chefes, numa das tendas panorâmicas do Cristo Rei, que decorreu num ambiente fantástico, simultaneamente de glamour e de camaradagem, onde todos conviveram e comemoraram em equipa.
Gostei bastante do jantar, durante o qual tivemos música ao vivo muito bem interpretada, sentindo-me muito bem acolhida e integrada e tendo feito algumas amizades no grande grupo.


A subida a "palco" para receber o diploma de Chefe de Grupo, entregue pelos coordenadores da empresa, pelo seu diretor geral e pelo representante da Oriflame Suécia, foi um momento de emoções fortes e de grande orgulho, durante o qual senti mesmo que estava a ser reconhecido o meu trabalho e que o sucesso de cada um de nós é realmente festejado por todos.

No final, brindámos com bolo e champanhe e festejámos com música (dos anos 80/90), enchendo a pista de dança e divertindo-nos bastante.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

DICAS ORIFLAME #04 - BELEZA PARA O INVERNO


O site da Oriflame tem sempre ótimos conselhos e dicas de beleza. São fáceis de compreender e utilizar, são curtos e diretos e ainda nos mostram exatamente quais os produtos que poderemos comprar.
Desta vez, trago-vos a solução para alguns problemas que nos surgem no Inverno.

MÃOS E PÉS - Problemas de inverno: Mãos e pés secos
Como prevenir: 
Comece a hidratar as mãos e pés o mais depressa possível.
Para entrar na rotina, comece por aplicar todas as noite uma loção antes de ir para a cama. Estabeleça uma hora certa pois será mais fácil lembrar-se.
Quando descerem as temperaturas, mude da loção para um creme mais rico
Após a aplicação do creme, use meias e luvas de algodão para aumentar a sua absorção pela pele.
Nos meses mais frios, deve hidratar as mãos sempre que as lavar e esfoliar os pés todas as semanas. 

ROSTO - Problemas de inverno: Pele seca e lábios gretados
Como prevenir: 
No verão, o sol, a transpiração e os banhos de mar e piscina poderão deixar a pele baça e sem vida. Por isso, é importante deixar a pele recetiva à hidratação. começando por a esfoliar pelo menos uma vez por semana. 
É igualmente importante usar um produto intensamente nutritivo. As Cápsulas Faciais de Óleo Nutri6 NovAge contêm seis óleos naturais preciosos que deixam a pele suave e radiante. 
Adicione ainda um creme de dia mais rico ao seu arsenal de cuidados do rosto diárias no inverno.
Os lábios também necessitam de um cuidado adicional nos próximos meses.
Quando sentir que estão secos ou a gretar, use um bálsamo de lábios. É que, por não possuírem uma proteção natural contra a desidratação, eles requerem uma defesa externa. 

MAQUILHAGEM
Problemas de inverno: Maquilhagem que escorre ou mancha
Como prevenir: 
Conforme aumenta o frio, a quantidade de roupa usada também aumenta. Isto ajuda a proteger a pele do vento e da temperatura, mas pode prejudicar a maquilhagem.
O que fazer?
Invista num pó translúcido, que irá fixar a maquilhagem e prevenir manchas. Deverá também mudar a sua máscara de pestanas para uma à prova de água, que irá manter um look perfeito durante os dias mais ventosos.

CABELO
Problemas de inverno: Eletricidade estática e cabelo sem volume
Como prevenir: 
Usar gorro deixa-nos o cabelo sem volume e não usar deixa que o frio crie nele eletricidade estática. Nenhuma destas situações é boa, por isso é aconselhável investir em alguns produtos.
Se optar pelo gorro, previna a diminuição do volume do cabelo e aplique uma mousse que proporcione volume, antes de secar o cabelo após o duche. Também poderá aplicar nas raízes para um volume extra e duradouro.
Se necessita de combater a eletricidade estática, use um condicionador e deixe o cabelo humedecido. Também poderá mudar o seu pente ou escova para uma de metal, que reduz a eletricidade estática.

Texto retirado DAQUI.

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