sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

É O MEU ADOLESCENTE... JÁ NÃO É O MEU BEBÉ...

Na quarta-feira, o meu primogénito trouxe para casa daquelas fotografias que (quase tradicionalmente) tiram na escola e que para nós constituem uma recordação dos tempos de escola e das amizades.
Para além da fotografia de grupo, trouxe também as suas, tiradas individualmente na mesma sessão fotográfica.
Como qualquer mãe, fiquei babadíssima a olhar para elas e senti mesmo que tenho o filho mais lindo do Mundo. Por minutos, fiquei fixa no seu olhar, no seu sorriso, nas covinhas das suas bochechas, no cabelo (que no dia anterior tinha ido cortar)... Encantei-me com o brilho que dele emana e que mostra que é um adolescente feliz.
Mas depois procurei nele o rosto de criança de outras fotos, de outros anos, e não o achei... Procurei aquela criancice e doçura de menino da mamã e descobri-as transformadas numa meiga rebeldia e num olhar divertido e confiante...
Tentei rever o meu bebé e percebi que hoje é já um jovem de personalidade vincada, que gosta de rir e de falar alto, que leva a vida descontraidamente, que se olha e se ama cada vez mais e que, apesar dos tumultuosos e inconstantes desafios da adolescência, mantém vinculados os valores que lhe transmitimos e o caráter de pessoa boa e que ama o próximo.
Fiquei feliz, mas com um nó de emoção na garganta. O meu pequenote já não o é e, daqui para a frente, será cada vez menos. O meu menino está a crescer e a sair de debaixo das minhas asas, voando por e para um mundo que não consigo controlar nem comandar. O meu miúdo reguila está construindo o seu próprio caminho, traçando objetivos, definindo prioridades, olhando em frente.
Já não decido o que veste, nem a música que ouve ou o tipo de filmes prediletos. Já não sou eu a pessoa que prefere ter consigo numa sala de espetáculos ou numa partida de ping-pong. Já não entendo alguns «calões» nem me identifico com as mesmas brincadeiras inocentes mas travessas.
Mas continuo (e continuarei sempre) do seu lado, acompanhando o voo, aconselhando de acordo com a minha experiência de vida e o meu pensar, sendo para ele exemplo de integridade, assumindo as minhas falhas e faltas de ser humano, alertando, despertando... E vou recebê-lo no meu colo como sempre fiz, embalando-o quando o dia for difícil ou a noite estiver a ser inquieta, fazendo-lhe «cafuné» no sofá ou dizendo-lhe «amo-te» e que tenho orgulho na pessoa que é.
E confio nele... porque sei que o seu «eu» estará sempre lá e manter-se-á bonito.
Estarei sempre aqui, atenta e presente se o voo não correr da melhor forma e as pedras teimarem em meter-se no seu caminho-
Orgulho-me do seu crescer... mas já não é o meu bebé...

O que significa ser mãe
Imagem retirada DAQUI.

sábado, 3 de dezembro de 2016

«AUSTRÁLIA», UM FILME QUE NOS TOCA

Há muito, muito tempo que um filme não conseguia prender-me assim ao ecrã. E confesso que, no início não achei que este fosse conseguir, mas o meu homem já sabia que eu iria gostar de o ver e lá me deixei por ele convencer.

A verdade é que ADOREI o «Austrália», um fantástico filme que surpreende e emociona durante quase três horas e que conta com as maravilhosas interpretações de Nicole Kidman, Hugh Jackman e Brandon Walters (na altura um pequeno ator australiano de 12 anos).

Este filme, que estreou já há 8 anos e foi realizado por Baz Luhrmann, conta a épica história de Lady Sarah Ashley, uma mulher de armas que parte de Inglaterra para a Austrália para impedir o seu marido de vender uma grande propriedade de criação de gado.
Assim que chega, Sarah conhece Drover, um vaqueiro encarregado de a levar até ao «racho», com quem antipatiza de imediato, mas que acaba por se tornar um aliado na luta por vender a enorme manada de gado ao exército australiano, salvando assim a propriedade da falência.
Conhece também Nullah, um rapazinho mulato, filho de uma aborígena e de homem branco, que presencia o assassinato do seu marido. Sarah estabelece com ele uma relação maternal e de cumplicidade, que marcará a vida de ambos.

«Austrália» é mesmo um daqueles filme da nossa vida, que nos marcam e nos põem a pensar.
É uma história de fé, de sonhos e de amor, que nos inspira a valorizar o que de melhor e mais sincero temos na vida, levando-nos a olhar o futuro com esperança e pureza.
Vale mesmo a pena vê-lo.👫

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

«ENCONTROS IMPROVÁVEIS», DE FERNANDO PESSANHA

Como sempre tem acontecido desde que conheci a escrita de Fernando Pessanha, comecei a ler a obra «Encontros Improváveis» com muito entusiasmo e motivação, já na expetativa de encontrar uma nova paixão capaz de me prender durante horas.
No entanto, não foi bem isto que aconteceu... a parte das horas (no plural)! É que, infelizmente, a leitura fez-se num ápice e menos de nada tinha devorado este pequeno grande livro do escritor algarvio. Digo infelizmente porque me apetecia (MUITO) ter continuado a ler e a desvendar mais histórias e enredos admiravelmente contados e entrelaçados.

Posso começar por dizer que foram 86 páginas de boa literatura portuguesa, condensada em 6 pequenos (mas intensos) contos que abordam diversos temas do nosso quotidiano. São pedaços da vida de pessoas vulgares, com histórias para contar e episódios que, de uma forma ou de outra, mais próximos ou afastados de nós, todos já vimos acontecer ou sobre os quais já ouvimos falar.
São contos que nos tocam e se tocam, com personagens que parecemos conhecer de algum lado e que, aos poucos, se vão tornando familiares para nós.

Tal como já tinha acontecido com «A devota e a devassa» e «Hotel Anaidaug», não posso (nem quero) contar muito mais sobre este livro, mas tenho de referir que é mesmo uma leitura a não perder.
Quanto mais obras de Fernando Pessanha conheço, mas apaixonada fico pela maneira como dança com as palavras e as transforma em imagens e sonhos.
E, com a dose certa de diálogos, descrições e narrações, com um quê de romantismo num realismo intemporal, esta é uma obra que se conhece e não se esquece, que se carrega para todo o lado, que nos toca em alguns momentos, não deixando nunca de nos prender.

domingo, 13 de novembro de 2016

UM FIM DE SEMANA DE RECONHECIMENTO - PARTE 2

Continuação deste post.


Ainda no sábado, muito cansadas e a necessitar mesmo de uma boa noite de sono, eu e a Cidália fomos conhecer o nosso quarto no Marriott Hotel. E a surpresa foi demais!!
Situado no último andar do hotel, o nosso quarto era divinal, digno de duas princesas (como nós somos, claro está!). Não era um quarto qualquer, mas uma suite maravilhosa, muito bem decorada num estilo clássico e charmoso, com uma sala de estar espaçosa e confortável, duas casas de banho e um magnífico quarto com uma cama enorme. 
A vista do hotel era fascinante, avistando-se a nossa capital iluminada.
Resultado: passou-nos o sono e (mais ainda) a vontade de dormir. E aproveitámos para ler, conversar (muito) e descontraidamente e navegar na internet partilhando o que estávamos a sentir, (Foi tão bom!)



A noite foi calma e, apesar de termos dormido poucas horas, conseguimos descansar e preparar-nos para o dia seguinte, que prometia ser igualmente gratificante.

E nada como começar o dia com um bom pequeno-almoço, daqueles que só os grandes hotéis sabem proporcionar aos seus hóspedes.
Muita variedade, ótima qualidade, um espaço bem aconchegante e requintado, muita gente bem-disposta e sorridente logo de manhã e um atendimento cinco estrelas... estes foram os ingredientes da mais importante refeição do dia.


Depois da refeição e do cafezinho para aconchegar naquela manhã de chuva, começou a reunião de trabalho e incentivo, onde houve tempo para partilhar histórias, conhecimentos e técnicas, num ambiente descontraído, de camaradagens e motivação.

Senti verdadeiramente o espírito de equipa entre todos, um dos princípios que a empresa mais fomenta. Senti-me bem-vinda e contagiada pela alegria de todos os que fazem parte da Oriflame e que, nota-se bem, adoram esta nossa empresa.

Aprendi muito sobre os nossos produtos, conheci novas técnicas de venda e de promoção, tive contacto com as novidades dos catálogos de Natal, travei conhecimentos e amizades, presenciei testemunhos de vida, conheci sonhos concretizados pela Oriflame... aproximei-me mais deste novo mundo que já tanto me fascina. E diverti-me, diverti-me muito.



Quase não dei pelo tempo passar e só quando a reunião terminou me apercebi que já passava um pouco da hora normal de almoçar. Apesar de ter um «bichinho a roer-me a barriga», senti o peito cheio, a adrenalina a circular e a alma repleta de motivação.

O almoço foi novamente uma refeição maravilhosa e terminou com as despedidas do seminário. Foi um «até à próxima» com sabor a «vou dar tudo por tudo para ir à convenção», que será o próximo grande evento de fim de semana que queremos (e vamos) ganhar com a Oriflame.

Obrigada, Oriflame...
Obrigada, Cidália por me teres mostrado este caminho... 

terça-feira, 1 de novembro de 2016

"A PORTA DAS TRÊS FECHADURAS", DE SONIA FERNÁNDEZ-VIDAL

No verão andei muito entretida com uma leitura maravilhosa da Editorial Presença: "A Porta das Três Fechaduras", de Sonia Fernández-Vidal.
Foi uma leitura muito leve, ideal para jovens e adultos, que me levou a um mundo mágico e me pôs a pensar sobre fenómenos e teorias da física quântica. (E sem dar nada por isso!!)

A história roda à volta de Niko, um jovem estudante muito curioso e a precisar de alguma motivação para o estudo que, num dia aparentemente normal, acorda desafiado por uma mensagem que aparece no teto do seu quarto. E esta foi apenas a primeira com que se deparou durante o dia, pois várias outras, em tom de pista e enigma, foram surgindo na sua mente ou à sua frente.

E a verdadeira aventura começa quando Niko sai de casa para ir para a escola e, apesar de fazer o mesmo caminho de sempre, descobre uma casa na qual nunca tinha reparado antes. Aquela não era uma casa qualquer e, por curiosidade ou incentivado pelas palavras que lhe foram surgindo desde que acordara, o rapaz resolve arriscar o seu dia (ou a vida???) para descobrir um pouco mais.

Curiosos?
Deveriam ficar, pois este livro é uma verdadeira surpresa e uma pequena maravilha.
Escrito de uma forma muito acessível, intrigante e motivadora, "A Porta das Três Fechaduras" é um livro que nos prende desde o início e nos deixa constantemente com vontade de ler o capítulo seguinte.
Os enigmas que nele vão surgindo despertam a nossa curiosidade e levam-nos a pensar de uma forma menos previsível e "real", conduzindo-nos ao pensamento da física quântica e colocando-nos a questionar o mundo à nossa volta.

Aconselho a sua leitura a partir dos 12 anos de idade, acreditando que os rapazes são o melhor público para esta obra, que poderá ser um bom incentivo ao gosto pela leitura.
Será uma leitura ainda mais vantajosa se o adulto a acompanhar, sendo que ler anteriormente também poderá proporcionar agradáveis momentos entre gerações, uma vez que as temáticas poderão estar na base de troca de ideias entre pais e filhos.

Um "muito obrigada" especial à Editorial Presença pela oferta desta obra e pela confiança na minha leitura e opinião sobre a mesma.

sábado, 29 de outubro de 2016

UM FIM DE SEMANA DE RECONHECIMENTO - PARTE 1

Ainda só passou uma semana e já tenho muitas saudades. Na verdade, acho que tão cedo não irei esquecer o último fim de semana e todos as dinâmicas da Oriflame para presentear os seus novos chefes e subidas de categoria. Foi tão bom sentir apreço e reconhecimento! (Uma salva de palmas para este espírito!)

Mas deixem-me começar pelo princípio.
Há uns meses atrás, após um tempo como assessora da Oriflame, consegui juntar uma equipa e subi à categoria de Chefe de Grupo, o que, para além das responsabilidades e tarefas inerentes, me trouxe também alguns privilégios, entre os quais um convite a participar no Seminário de Chefes de outubro.

Não fazia bem ideia do que seria este seminário, apenas fixada na ideia de que ganhara um fim de semana diferente, com tudo pago, num hotel em Lisboa.
Sabia que iria haver um reconhecimento pelas subidas de categoria e que a minha Gold Diretor, a Cidália Ventura, me iria acompanhar durante os dois dias.

E foi com muito entusiasmo que tudo começou no sábado passado, depois de almoço, quando entrei no Marriott Hotel, em Lisboa e me juntei ao grupo de participantes no seminário.

Depois de deixar as bagagens, seguimos nos transferes do hotel em direção ao Cristo Rei, em Almada, onde um grande evento da Oriflame estava quase a começar.



O Oriflame Go foi um evento de grande envergadura que decorreu entre as 15h e as 19h, para o qual foram vendidos cerca de 2700 bilhetes e que incluiu diversos ateliês de beleza (cuidados de rosto, maquilhagem, wellness), pavilhões dos parceiros da marca e um bazar da Oriflame (com produtos até 85% de desconto).


A nossa embaixadora Rita Pereira também este presente, fazendo a apresentação na nova fragrância da Oriflame, partilhando a sua experiência com a empresa e tirando fotografias com os participantes.
Os participantes tiveram direito a um kit de produtos da Oriflame, da gama Eleo no valor de 52€ (condicionador, máscara e champô).

No final do evento, pude testemunhar (e aplaudir) a entrega de um novo carro à minha Gold Diretor, que recebeu um Audi branco da empresa, que se encontra a renovar toda a sua frota automóvel e que entregou mais de 70 viaturas durante o evento.



Depois, por volta das 20h30, começou o jantar do Seminário de Chefes, numa das tendas panorâmicas do Cristo Rei, que decorreu num ambiente fantástico, simultaneamente de glamour e de camaradagem, onde todos conviveram e comemoraram em equipa.
Gostei bastante do jantar, durante o qual tivemos música ao vivo muito bem interpretada, sentindo-me muito bem acolhida e integrada e tendo feito algumas amizades no grande grupo.


A subida a "palco" para receber o diploma de Chefe de Grupo, entregue pelos coordenadores da empresa, pelo seu diretor geral e pelo representante da Oriflame Suécia, foi um momento de emoções fortes e de grande orgulho, durante o qual senti mesmo que estava a ser reconhecido o meu trabalho e que o sucesso de cada um de nós é realmente festejado por todos.

No final, brindámos com bolo e champanhe e festejámos com música (dos anos 80/90), enchendo a pista de dança e divertindo-nos bastante.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

DICAS ORIFLAME #04 - BELEZA PARA O INVERNO


O site da Oriflame tem sempre ótimos conselhos e dicas de beleza. São fáceis de compreender e utilizar, são curtos e diretos e ainda nos mostram exatamente quais os produtos que poderemos comprar.
Desta vez, trago-vos a solução para alguns problemas que nos surgem no Inverno.

MÃOS E PÉS - Problemas de inverno: Mãos e pés secos
Como prevenir: 
Comece a hidratar as mãos e pés o mais depressa possível.
Para entrar na rotina, comece por aplicar todas as noite uma loção antes de ir para a cama. Estabeleça uma hora certa pois será mais fácil lembrar-se.
Quando descerem as temperaturas, mude da loção para um creme mais rico
Após a aplicação do creme, use meias e luvas de algodão para aumentar a sua absorção pela pele.
Nos meses mais frios, deve hidratar as mãos sempre que as lavar e esfoliar os pés todas as semanas. 

ROSTO - Problemas de inverno: Pele seca e lábios gretados
Como prevenir: 
No verão, o sol, a transpiração e os banhos de mar e piscina poderão deixar a pele baça e sem vida. Por isso, é importante deixar a pele recetiva à hidratação. começando por a esfoliar pelo menos uma vez por semana. 
É igualmente importante usar um produto intensamente nutritivo. As Cápsulas Faciais de Óleo Nutri6 NovAge contêm seis óleos naturais preciosos que deixam a pele suave e radiante. 
Adicione ainda um creme de dia mais rico ao seu arsenal de cuidados do rosto diárias no inverno.
Os lábios também necessitam de um cuidado adicional nos próximos meses.
Quando sentir que estão secos ou a gretar, use um bálsamo de lábios. É que, por não possuírem uma proteção natural contra a desidratação, eles requerem uma defesa externa. 

MAQUILHAGEM
Problemas de inverno: Maquilhagem que escorre ou mancha
Como prevenir: 
Conforme aumenta o frio, a quantidade de roupa usada também aumenta. Isto ajuda a proteger a pele do vento e da temperatura, mas pode prejudicar a maquilhagem.
O que fazer?
Invista num pó translúcido, que irá fixar a maquilhagem e prevenir manchas. Deverá também mudar a sua máscara de pestanas para uma à prova de água, que irá manter um look perfeito durante os dias mais ventosos.

CABELO
Problemas de inverno: Eletricidade estática e cabelo sem volume
Como prevenir: 
Usar gorro deixa-nos o cabelo sem volume e não usar deixa que o frio crie nele eletricidade estática. Nenhuma destas situações é boa, por isso é aconselhável investir em alguns produtos.
Se optar pelo gorro, previna a diminuição do volume do cabelo e aplique uma mousse que proporcione volume, antes de secar o cabelo após o duche. Também poderá aplicar nas raízes para um volume extra e duradouro.
Se necessita de combater a eletricidade estática, use um condicionador e deixe o cabelo humedecido. Também poderá mudar o seu pente ou escova para uma de metal, que reduz a eletricidade estática.

Texto retirado DAQUI.

Para beneficiar de 23% a 30% de desconto nos seus produtos, contacte-me ou inscreva-se:

domingo, 23 de outubro de 2016

MARATONA LITERÁRIA DE HALLOWEEN

A convite da Ana Beatriz do blogue literário "DREAM PAGES", inscrevi-me na Maratona Literária de Halloween, na qual participo com muito entusiasmo. Na verdade, há bastante tempo que não participava em algo do género e, confesso, já tinha saudades. (Tal como de aqui vir escrever regularmente!)
Esta maratona decorrerá durante 18 dias e começou na passada quinta-feira.
Somos participantes; eu, a Iara (do blogue "Uma página e 1/2"), a Carla (do blogue "As leituras do corvo"), a Ana (do blogue "The booktarian") e a nossa dinamizadora, a Beatriz do blogue "Dream Pages".
Eu ainda vou no primeiro livro, mas conto que esta seja uma ótima motivação de leitura.


Nesta maratona não há desafios obrigatórios.
Tal como refere a Ana Beatriz, "Por cada livro lido, ganha-se 1 ponto e, se este se inserir num ou mais desafios, somam-se ainda os pontos referentes a esse mesmo desafio. O objetivo é, assim, ler o máximo de páginas e conseguir o máximo de pontos possíveis durante o período da maratona!"

Ora vejamos o que nos espera:

Desafio 1 - Ler um livro com as cores laranja, vermelha ou preta na capa (+1 ponto)
Desafio 2 - Ler um livro que está há mais de um ano esquecido na estante (+1 ponto)
Desafio 3 - Ler um thriller/policial (+2 pontos)
Desafio 4 - Ler um livro com um tema sobrenatural (+2 pontos)
Desafio 5 - Ler um livro de um autor português (+2 pontos)
Desafio 6 - Ler um livro cujo tamanho já assuste - mais de 400 páginas (+3 pontos)

Eu escolhi um livro que me foi oferecido por uma editora e que há muito que queria começar a ler. É de um autor português e estava "esquecido" numa das prateleiras há mais de um ano. Será que consigo 3 pontinhos com ele?

sábado, 8 de outubro de 2016

ATIVIDADES EXPLORATÓRIAS DO LIVRO "A CASA CONSELHEIRA" (1.ºCICLO)

Foi neste post que vos falei sobre o livro "A Casa Conselheira", de Ângela Ribeiro Constantino, o qual aconselho como leitura partilhada no 1.º Ciclo.

Como pretendo trabalhá-lo com a minha turma, lembrei-me de partilhar com todos alguns exemplos de atividades que me foram surgindo durante a leitura, as quais poderão estar na base de muitas outras, nas diferentes áreas e anos de escolaridade.


1.º ANO - Leitura feita pela professora

Português:
- Levar os alunos a comparar os dois desenhos e debater coletivamente o porquê das diferenças.

Expressões: 
- Após explicar o significado da palavra "conselho" e "conselheira", propor aos alunos que imaginem como é esta casa e a desenhem.
- No final do 1.º ou 2.º capítulo, propor que voltem a desenhá-la, incluindo as personagens principais.

Estudo do Meio:
- Estudar as divisões da casa e as funções de cada uma.


2.º ANO - Leitura partilhada entre a professora e os alunos

Português:
Antes de iniciar a leitura do livro:
- Analisar a capa (título, autor, ilustrador...);
- Prever quais as personagens principais;
- Intuir sobre o porquê do título.
Após a leitura:
- Comparar as previsões com o conhecimento da história.

- Descrever o mundo da casa ("Eterna").

Matemática:
- Utilizando um espelho, desenhar figuras simétricas.

Estudo do Meio:
- Agrupar os animais do livro em domésticos/selvagens, pelas formas de deslocação, pelo revestimento do corpo e pelo que comem, preenchendo tabelas e complentando-as com outros animais.


3.º ANO - Leitura partilhada pelos alunos
Português:
- Escrever as famílias de algumas palavras retiradas do texto (p.e. conselheira, animal, habitação, segredo, feitiço...);
- Organizar uma teia de aranha com palavras que caracterizem psicologicamente a casa da história;
- Utilizar essas palavras para escrever o retrato psicológico da personagem principal.

Matemática:
- Abrir uma embalagem tetrapak de leite e ver a planificação do paralelepípedo;
- Reproduzir a planificação em papel quadriculado e descobrir diferentes formas de planificação de cubos e paralelepípedos.

Expressões:
- Construir uma casa como a do texto, a partir do pacote de leite, utilizando colagens de diferentes materiais e pinturas.

Estudo do Meio:
- Debater as formas de poupar energia e água em casa;
- Estudar as regras de prevenção de incêndios e as formas de agir em caso de sismo ou incêndio.


4.º ANO - Leitura silenciosa a pares ou partilhada (em voz alta)

Português:
- Escrever um diálogo entre a Casa Conselheira e uma das moradias ou prédios novos construídos no mesmo terreno;
- Recriar uma audiência de uma tribunal, assumindo os alunos diferentes papéis (juíz, advogado, testemunhas, jurados...), dividindo-se a turma entre os que defendem que a manutenção da casa e os que querem a sua demolição para construir uma nova urbanização. 


Como disse anteriormente, estes são apenas alguns exemplos de atividades, podendo surgir diversas outras para completar ou substituir. Por isso, deixem as vossas sugestões nos comentários.
Bom trabalho!!

terça-feira, 20 de setembro de 2016

"A CASA CONSELHEIRA", DE ÂNGELA RIBEIRO CONSTANTINO

Foi através da minha filhota que conheci o livro "A Casa Conselheira", uma obra enquadrada na literatura infanto-juvenil, editada em 2015 pela Chiado Editora.
É que a sua autora, Ângela Ribeiro Constantino, é mãe de uma colega de turma da Matilde e, numa proposta de trabalho da disciplina de Português, a Rafaela resolveu orgulhosamente apresentar o livro escrito pela mãe.
E fez muito bem, pois os colegas ficaram com muita vontade de conhecer melhor a história. A Matilde não foi exceção, por isso não resisti e entrei em contacto com a escritora e a editora, que me ofereceram o livro para ler e dar a minha opinião aqui no blogue.

"A Casa Conselheira" é uma casa invulgar: fala como um humano!
Para além disso, tem como melhores amigos uma raposa, uma coelha e uma gata que, por causa desta amizade, herdaram o mesmo dom.
A vida destes quatro amigos decorre com boa disposição até ao dia em que, no terreno em que habitam, se ouve uma ruído de máquinas a trabalhar.
Aí, conhecem o dono do terreno e a sua filha e tudo muda na vidas das quatro personagens, revelando-se um segredo há muito escondido.

A minha filhota tem razão: este livro de Ângela Ribeiro Constantino é mesmo muito "giro". (lol)
A história é simples, mas cativante e envolta em fantasia.
As personagens principais, nas quais incluo a menina Pérola e o seu pai João, são simpáticas e divertidas, com personalidades joviais e facilmente criam empatia no leitor.
O cenário, apesar de não ser muito descrito pela autora, surge no imaginário do leitor que, assim, ganha o direito a também ser "construtor" de uma parte da história.
A escrita da autora é muito adequada ao público-alvo deste género literário, sendo, na minha opinião, indicado para crianças dos 6 aos 10/11 anos.

(Como é com crianças destas idades que trabalho enquanto Professora do 1.º Ciclo, lembrei-me de criar algumas sugestões de atividades para explorar este livro em sala de aula. - VER AQUI)

Os meus sinceros parabéns à Ângela Ribeiro Constantino pelo seu bom contributo para a literatura portuguesa infanto-juvenil e desejar-lhe as maiores felicidades no mundo da escrita e do imaginário.

domingo, 11 de setembro de 2016

"ROMEU E JULIETA", UMA PEÇA BYFURCAÇÃO

Foi com muito gosto e entusiasmo que no passado dia 18 de agosto estive na estreia de "Romeu e Julieta", a peça ex libris de William Shakespeare, que a Byfurcação - Associação Cultural levou a palco com encenação de Paulo Cintrão.
A grande estreia decorreu num ambiente ao mesmo tempo simpático, descontraído e sofisticado, reunindo na plateia amigos, familiares e convidados especiais da companhia.
Tendo sido convidada por esta companhia teatral, estive orgulhosamente presente na estreia, muito bem acompanhada pelo Luís, o meu namorado.
Antes dos atores subirem a palco, houve uma pequena receção ao público, na qual também marcaram presença alguns atores conhecidos do público em geral. Foi um momento de convívio e de celebração entre todos aqueles que há muito seguem e admiram as peças Byfurcação, já antevendo o sucesso que presenciámos na hora seguinte.




De facto, a peça é mesmo muito boa. Mesmo!
A encenação está fantástica! Paulo Cintrão deu uma beleza contemporânea à grande obra clássica sem necessitar de alterar o texto quinhentista, escrito de uma forma erudita e própria da época.
Com poucos adereços, usando um guarda-roupa em tons crus muito bem escolhido e impecavelmente adequado a cada personagem, a peça decorre numa cenário de encanto e mistério, conseguindo explorar de forma única os elementos arquitetónicos e naturais do anfiteatro do Parque da Liberdade, em Sintra.
O desempenho dos atores também foi extraordinário. Todos eles assumiram as suas personagens de forma empolgante e apaixonada, dando realismo às ações e prendendo o público do início ao fim da peça.
Gostei bastante da peça, que considero um excelente contributo para o enriquecimento da cultura literária  de quem por ela se deixa cativar.

Muitos parabéns a toda a equipa Byfurcação pelo excelente trabalho que desenvolvem (também) nesta peça.





quinta-feira, 8 de setembro de 2016

APÓS 11 MESES...

Há quase 11 meses que não fazia aquele caminho rotineiro e, outrora, chato. Que, logo pela manhã, conduzia durante 15 minutos aquela distância de (quase) 15 kms. Poderia acrescentar à frase a palavra "tranquilamente", mas este é um advérbio que só agora se aplica pois durante muito tempo o ansiosamente ou o inquietamente foram os que melhor se adequaram à viagem diária matinal e, intensamente aumentados, ao regressar após um dia de trabalho.
E foi um caminho tranquilo, com música descontraída e uma tolerância cívica e segura para quem compartilhou as mesmas estradas e cruzamentos.
Há quase 11 meses que não estacionava naquele largo onde tantas vezes fui recebida com abraços grandes de braços pequeninos e tantas outras me despedi de colegas após longos minutos de conversas mais e menos banais, sobre, contra ou para além do ensino.
E foi um estacionamento tranquilo, de recordações vivas, de velhotas à janela e muitos "bons dias" à saída do carro, um deles alto e a bom som para o senhor Alberto ouvir detrás do balcão do café onde não entro há quase 11 meses.
Há quase este tempo que não tocava àquela campainha, aguardando no portão onde muitas vezes cumprimentei os "meus" e outros pais da escola, onde afaguei crianças e abracei adultos por quem tenho carinho ou que me pareciam precisar de um para aquele dia a mais na vida, onde convenci pequenos a entrar e impedi reguilas de sair descuidadamente.
E esperei calmamente... e um sorriso surgiu espreitando à porta, em troca recebendo um outro rasgado e meu. Ouvi o "estalido" do portão abrindo e entrei... regressando para o outro lar também aconchegante e quente, com cheiro a tintas, colas e papéis, com madeiras que rangem e paredes velhas de rosto novo pintado de branco.
Há quase 11 meses que não pegava num daqueles livros, onde se vai escrevendo a história de uma família, de dias bons e maus, de atividades de sucesso (ou não), de horas de consolidação e outras (poucas demais, na minha opinião) de diversão, de dias muito ou pouco compridos, de rotinas e compromissos, de crescimento.
E foi-me entregue um novo, por abrir, verdinho desta vez, sinal de um recomeço que acredito de esperança e de uma nova oportunidade de fazer a diferença no mundo de alguém ou, tão somente, de dar o meu melhor naquilo que amo fazer. E uma paz encheu-me e preencheu-me em segundos.
Estou de volta à escola após 11 meses . E estou recuperada, renovada e confiante. E valeu a pena esperar e investir pois agora a "Marija" (como dizia o "golfinho" João) está de volta em pleno.


sábado, 3 de setembro de 2016

MUITAS PROMOÇÕES!!

Bom dia!!
Estou a regressar bem devagarinho, após algum tempo sem aqui vir, e resolvi deixar-vos o flyer do catálogo 13 da Oriflame, para folhearem e se deixarem encantar com estes descontos.
Este documento anexo ao catálogo, traz sempre produtos a preços fantásticos, mas esgotam facilmente. Por isso, gosto de fazer uma encomenda bem cedo. 
Se precisarem, não hesitem. Devo encomendar no dia 8 de setembro.
(Envio gratuitamente para Portugal Continental)

Até já!

sábado, 20 de agosto de 2016

"CAMINHO TRAÍDO", DE SUSANA ESTEVES NUNES

Conheci a escrita de Susana Esteves Nunes através do livro "A Força do Destino", sobre o qual escrevi AQUI.
Por ter gostado de ler este livro, foi com grande entusiasmo que agarrei em "Caminho Traído", deixando-me prender desde o início.

Neste livro, a personagem principal e central é Amélia, uma jovem trabalhadora e lutadora, cuja vida fora sempre marcada por vivências difíceis. Abandonada em criança, esta linda mulher vê-se desde cedo a braços com várias dificuldades.
Criada num orfanato, é com a Madre Superior que cria o laço familiar mais forte e em que se apoiará sempre, mas também estabelece uma relação muito próxima com dona Jacinta, a idosa senhoria do quarto onde mora.
Depois de anos de vida solitária e dedicada à sobrevivência, é exatamente na fase em que conseguiu já encontrar alguma estabilidade que Amélia conhece Bernardo, um jovem rico da alta sociedade, que a leva a provar o sabor da paixão e a sentir o poder que um grande amor tem na sua vida.
Mas as diferenças sociais entre os dois levam a que nem toda a gente respeite este amor e a maldade de uma poderosa mulher vai alterar fortemente o caminho que o casal quer percorrer.

Foi com muito gosto que li este romance português.
Tal como já tinha acontecido com o anterior livro, gostei da forma de escrever de Susana Esteves Nunes que continuo a considerar fluída e descontraída, proporcionando momentos de leitura simples e descomplicados.
A história deste livro, apesar de não se mostrar surpreendente ou imprevisível, prendeu a minha atenção. Afinal, quem não anseia descobrir que o amor supera e vence todos os obstáculos, reinando sobre os outros sentimentos? Eu gosto!
Gostei das características das personagens principais que, parecendo duas pessoas comuns, acabam por revelar uma força de vida menos vulgar.
Apesar de ter sido uma leitura aprazível, achei a estrutura temporal da história por vezes um pouco desadequada. Enquanto que alguns episódios do enredo foram contados de forma muito detalhada, como é o caso do fim de semana em Paris, outros momentos foram muito resumidos, parecendo não lhes ser dada a devida importância, deixando dúvidas e questões no ar, como aconteceu aquando do internamento e recuperação de Amélia.

Por fim, quero agradecer à Chiado Editora e à Susana Esteves Nunes pela oferta desta obra e pela confiança depositada na minha opinião.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

SESSÃO FOTOGRÁFICA À MESA

Foi na praia da Fonte da Telha, sentadas à mesa do Terminus Beach Club, após uma deliciosa refeição, que a minha filhota acedeu a fotografar-me. Queria ficar com uma recordação daquele dia e, sabendo como a Matilde gosta de fotografar, pedi-lhe que o fizesse.
E confirmei mais uma vez: a minha miúda tem mesmo jeito para isto!
Com a câmara de um telemóvel na evoluído (o meu!), conseguiu resultados muito bons e quase parecia uma sessão fotográfica à séria, apesar da "modelo" não ser "profissional".
Resultado: tirámos mais do que uma fotografia e gostei tanto do resultado que não resisti a partilhar as fotos, após a minha fotógrafa particular as ter editado (igualmente no telemóvel).